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Alexandre Moura: Buscando Startups

Alexandre Moura. Publicado em 16 de outubro de 2020 às 9:21

A empresa “Roche”, multinacional do setor farmacêutico, em parceria com o “Hospital Albert Einstein” de São Paulo, busca Startups brasileiras com foco de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) “em produtos e soluções, para diagnóstico de doenças raras”.

O objetivo do Hospital Albert Einstein (através do seu setor de inovação, o “Eretz.bio”) é incentivar soluções tecnológicas que possibilitem “diagnósticos precoces e assertivos, para doenças raras” e desta forma, diminuir os custos do tratamento para o sistema de saúde – ao longo do tempo – facilitando o acesso dos pacientes aos tratamentos disponíveis.

Algumas doenças raras serão priorizadas, nas avaliações das soluções/produtos apresentadas pelas Startups, a exemplo de: Neuro-mielite Óptica, Esclerose Múltipla, Fibrose Pulmonar Idiopática, Atrofia Muscular Espinhal e Doenças da Retina.

Para participar da chamada, a Startup, necessariamente, terá que “disponibilizar sua tecnologia para testes, customização (adequá-la a determinada aplicação) e se for o caso, fazer desenvolvimento adicional, em cooperação, com outras empresas”.

Mais informações de como participar, podem ser obtidas no site: Eretz.bio.

Apelo da IATA

A IATA (sigla em inglês para “Associação Internacional do Transporte Aéreo”) fez, recentemente, um apelo dramático para os governantes de todos os países do mundo.

A entidade pediu a “imediata reabertura das fronteiras entre os países e a testagem em massa para Covid-19”, como medidas para “salvar a Industria do Transporte Aéreo e evitar o colapso sistêmico do segmento, que não vai conseguir se sustentar por muito mais tempo com as condições atuais”.

Vale salientar que, os “aeroportos e empresas aéreas estão entre os mais afetados pelo fechamento de fronteiras”, e o transporte aéreo é fator crítico para a “conectividade global” e para a recuperação da economia mundial, pois além de gerar milhões de empregos em nível mundial (segundo dados da IATA cerca de 46 milhões de empregos estão em risco, não só no transporte aéreo, mas em vários segmentos que dependem dele), sustenta a indústria de turismo (que é a base econômica de muitos países), bem como é necessário para a realização de negócios (viagens de empresários, por exemplo) e transporte de carga de alto valor agregado.

Para a IATA, mantida a situação atual, o futuro deste importante setor para a economia mundial (e sua plena recuperação), é sombrio e o seu colapso terá consequências inimagináveis.

WhatsApp e os Consumidores

Como sabemos, a pandemia modificou muito, o comportamento das pessoas, em nível mundial. O lockdown (confinamento) irrestrito – que agora, a Organização Mundial da Saúde, reconhece que foi um erro e que prejudicou bastante a economia global destruindo milhões de empregos – acarretou também, mudanças e/ou acentuou tendências tecnológicas, como já escrevi neste espaço em colunas anteriores.

Uma dessas tendências acentuadas foi o uso de aplicativos de mensagens instantâneas, pelas empresas e principalmente consumidores, para realização de negócios (compra de produtos, serviços e pedidos de refeições).

Para isso, as empresas tiveram que agir rápido e fazer até mesmo improvisações para sobreviver.

WhatsApp e os Consumidores (II)

E para “esse contato empresa-cliente” (seja por texto, voz ou imagens) o aplicativo de mensagem que se consolidou no Brasil e no mundo foi, sem sombra de dúvidas, o WhatsApp.

Com cerca de 120 milhões de usuários no país, a ferramenta se tornou imprescindível para a sobrevivência dos negócios, sendo o preferido dos consumidores brasileiros. Possibilitando, uma rápida forma de se adaptar a nova situação, “propiciando uma forma eficiente, das empresas manter contato com clientes (o comércio eletrônico, por exemplo, recebe forte influência desse tipo de tecnologia) e atender suas demandas em qualquer região do Brasil, durante a pandemia”.

É um caminho sem volta e a cada semana, cresce e se consolida.

Em breve, o BC – Banco Central do Brasil deve liberar pagamentos/recebimentos “via WhatsApp” e isso deve ser mais um fator, para o “domínio” do aplicativo na preferência dos consumidores.

E o varejo, tem que levar em consideração essa nova facilidade e como melhor utilizá-la. É uma questão de sobrevivência para os negócios.

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Os artigos postados no Paraibaonline expressam essencialmente os pensamentos, valores e conceitos de seus autores, não representando, necessariamente, a linha editorial do portal, mas como estímulo e exercício da pluralidade de opiniões.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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