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Alexandre Moura: 7ª Edição da “Mandabyte”

Alexandre Moura. Publicado em 30 de outubro de 2020 às 8:28

No último dia 22 de outubro, aconteceu em Brasília, Distrito Federal, a “7ª edição da competição cibernética” (conjunto de procedimentos que visa proteger informação armazenada nos computadores, redes de comunicação, incluindo a Internet e telefonia celular) entre integrantes das Forças Armadas brasileiras.

O evento foi realizado no ComDCiber – Comando de Defesa Cibernética do Exército Brasileiro, reunindo também, especialistas e convidados da FAB – Força Aérea Brasileira e da Marinha.

A competição que é mais conhecida como “Mandabyte”, tem como objetivos “descobrir novos talentos na área cibernética, promover a cultura de segurança e defesa de dados e incentivar o aperfeiçoamento dos militares brasileiros nas múltiplas áreas de conhecimento cibernético”, a exemplo de criptografia de dados, ataque/defesa a redes (incluindo a Internet), ataque/defesa a sistemas de computadores e engenharia reversa de sistemas de informação.

7ª Edição da “Mandabyte” (II)

A edição deste ano, contou com a participação de 213 militares (98 do Exército, 80 da FAB e 35 da Marinha), divididos em 73 equipes de até três integrantes cada. A organização geral ficou a cargo do Exército, bem como a disponibilização dos equipamentos (computadores), suporte técnico, infraestrutura de rede local e de Internet.

Segundo os organizadores, a “Mandabyte é uma ótima oportunidade para identificar e capacitar, novos talentos humanos para o setor de defesa cibernética do Brasil, contribuindo assim para o aumento da capacidade de defesa das Forças Armadas e do país, no ambiente do ciberespaço (ambiente da Internet)”.

Vale destacar que, o Brasil é reconhecido internacionalmente, como tendo excelentes quadros técnicos e capacitação, nessa importante e estratégica área tecnológica.

O ciberespaço é onde as “batalhas” das guerras do século XXI estão sendo travadas, muitas delas longe das vistas e do conhecimento da população.

PIX sem proteção?

O PIX sistema de pagamentos lançado recentemente pelo BC – Banco Central e que estará operacional em novembro, levanta preocupações dos especialistas em proteção de dados, sobre a segurança das transações realizadas com o sistema.

Uma matéria publicada pelo siteCointimes” (cointimes.com.br), especializado em criptomoedas (moedas digitais para alguns), destaca exatamente essa preocupação.

O PIX que deve se tornar o “padrão nas transações de transferências financeiras entre pessoas físicas e jurídicas, que utilizam o sistema bancário nacional”, foi desenvolvido pelo BC com um investimento relativamente baixo (cerca de R$ 10 milhões) para este tipo de solução e aparentemente, com um investimento ainda menor em segurança de dados.

A segurança do PIX é fundamental para seu sucesso, tanto técnico quanto comercial (junto aos usuários), visto que o sistema será “gerenciado e mantido” pelo BC.

Em um mundo onde a segurança da informação e dos dados das pessoas, são os ativos mais importantes da sociedade do século XXI, faz-se necessário investimentos condizentes com o valor destes ativos.

Reciclando Roupas

A pandemia tem feito as empresas, de todos os setores da economia, buscarem novas soluções e se “reinventarem” para sobreviver e atrair clientes.

O segmento de vestuário é um exemplo disso, sendo um dos mais afetados, em nível global. Para sobreviver, a rede de lojas de roupas H&M, gigante do setor com sede na Suécia, teve que implantar uma redução drástica no número de lojas em vários países.

Até o fim do primeiro semestre do ano que vem, a rede vai fechar 300 pontos de venda e implementar outras ideias para atrair os consumidores.

Uma das iniciativas foi o desenvolvimento de uma “máquina que recicla roupas usadas e as transforma em novas, diante dos clientes”.

Disponibilizada dentro de uma redoma de vidro (para maior visibilidade), o equipamento foi denominado de Loop e pode ser usado inicialmente, para quem tem o “cartão fidelidade H&M”, ao custo aproximado de R$ 65,00 por peça de roupa reciclada.

A novidade por enquanto, está disponível apenas em uma das lojas da cidade de Estocolmo, capital da Suécia, mas será levada para outras localidades da Europa, ao longo de 2021.

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Alexandre Moura

Engenheiro Eletrônico, MBA em Software Business e Comércio Eletrônico, Diretor da Light Infocon Tecnologia S/A e Diretor de Relações Internacionais da BRAFIP - Associação Brasileira de Fomento à Inovação em Plataformas Tecnológicas.

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