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Arimatéa Souza

quinta-feira, 12/05/2016

Zé surpreende

Anexado

O depoimento da delação premiada do ex-presidente da empreiteira Andrade Gutierrez, Otávio Marques Azevedo, foi inserido na ação penal aberta pelo juiz federal Sérgio Moro, da Operação Lava Jato em Curitiba (PR).

Contatos

Conforme o documento anexado aos autos, o ex-executivo da Andrade Gutierrez apontou o ex-senador (preso) Gim Argello (PTB-DF) como principal interlocutor das conversas para solicitação de dinheiro.

“Vital do Rego (ex-senador e ex-presidente da CPI da Petrobras) ficou calado’, declarou.

No Senado

Azevedo relatou também uma reunião posterior com os dois ex-senadores (Gim Argello e Vital) no gabinete de Vital do Rego.

Blindagem

Em depoimento à Procuradoria-Geral da República, conforme o ´Estadão´, o empresário confirmou a conversa e citou um almoço na casa de Gim Argello com a presença de Vital para “não prejudicar as empreiteiras”.

“Espanto”
Vital – atual ministro do Tribunal de Contas da União – divulgou nota na qual assinala querecebi com indignação e espanto a notícia de que fragmentos de documentos sigilosos estão sendo pinçados de uma delação premiada, de forma criminosa, e divulgados à imprensa com a deliberada intenção de atingir minha reputação e minha honra”.

“Jamais”
“Quem conhece minha trajetória de vida sabe que sempre pautei as atividades públicas com estrita e rigorosa observância dos preceitos legais”, acentua Vitalzinho, para acrescentar que “jamais pratiquei qualquer ato que, de longe, pudesse se ultrapassar as fronteiras da ética”.

Nem centavos

Vital Filho conclui a nota dizendo que “declaro que não recebi recursos da referida empresa (Andrade Gutierrez) na campanha eleitoral no ano de 2014, assim como meu irmão, deputado Veneziano Vital do Rêgo, conforme prestações de contas devidamente aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba”.

Sem muro

O senador Raimundo Lira (PMDB) antecipou à imprensa que “não votei no encerramento da Comissão do Impeachment porque, na qualidade de presidente, eu era impedido pelo Regimento. Eu só poderia votar se houvesse empate. Mas agora, na sessão de admissibilidade do impeachment, vou votar como senador. Eu vou votar ‘Sim’, a favor da admissibilidade do impeachment”.

Convite

Começo a participar na noite de hoje do telejornal Itararé Notícias – 18h30 na TV Itararé (canal 18.1, digital, e 19 analógico, em Campina Grande).

 

Filiado

“Parei e avaliei os convites que me foram feitos e decidi pela filiação ao PMDB, pela história que a legenda tem e pela possibilidade de desenvolver um trabalho diferenciado lá dentro”.

Foi dessa maneira que o deputado Ricardo Marcelo (ex-PEN), ex-presidente da Assembleia Legislativa, justificou ontem a sua nova filiação.

´DataCássio´

Na tarde desta quarta-feira, o senador Cássio, líder do PSDB no Senado, arriscou um palpite sobre o placar do impeachment: “A votação passará de 54 votos”.

“E dará estabilidade ao processo e ainda a certeza, com o juízo firmado, também do afastamento definitivo da presidente”, reforçou o ´tucano´

Inesperado

Foi surpreendente o voto do senador José Maranhão (PMDB) na sessão do Senado que deliberou sobre o avanço do processo de impeachment da presidente Dilma (não concluída até a feitura desta coluna).

Incabível

“Hoje eu vejo com uma certa desconfiança os discursos que estão clamando nessa hora pela volta do parlamentarismo, que teve uma vida muito efêmera no Brasil porque nunca funcionou bem”, registrou JM, para atestar que “nós temos que encontrar dentro do próprio presidencialismo a solução para nos tirar da crise que nós estamos vivendo”.

Nunca antes

Do alto de seus aproximadamente 80 anos, Maranhão sublinhou que é a “pior crise de todas as outras que eu já testemunhei historicamente”.

Remédio amargo

O peemedebista avaliou que a crise “está caminhando para uma solução que é traumática. Mas na politica, como na vida fisiológica, quando se tem um tumor, não há solução sem sangue. E o sangue aqui é a contrariedade do povo brasileiro, que está reclamando por estar sofrendo e pagando a maior conta”.

Rastro

Para ele, “há indícios suficientes que caracterizam a justa causa para o prosseguimento do processo de impeachment”.

Com limites

“Quando um eleito vota em algum candidato para algum cargo, ele não está dando uma procuração em branco para esse candidato se desviar de seus compromissos e se desviar da lei”, ressaltou o senador.

Tristeza

Zé sublinhou que “é bem verdade que todos que votamos estamos tristes, porque não se vota num candidato sem confiar nele; não se vota num candidato sem ter a certeza de que a causa é justa. E depois de tudo que houve eu não posso dizer a mesma coisa”.

´Mea culpa´

Maranhão afirmou que “aproveito aqui para pedir as minhas desculpas aos eleitores da Paraíba que me ouviram e, por isso, sufragaram o nome da presidente Dilma”.

O PT vai entregar Dilma à sua própria sorte?...

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