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Arimatéa Souza

sexta-feira, 30/12/2016

Vené detona o mago e culpa Zé

É arrocho!

O governo vai permitir que empresas reduzam salários e jornadas de trabalho de seus funcionários por até dois anos, em troca da garantia da manutenção dos empregos desses trabalhadores, noticiou ontem o jornal Folha de São Paulo.

A previsão faz parte da medida provisória que estendeu por mais um ano o PPE (Programa de Proteção ao Emprego), criado em julho de 2015 pelo governo Dilma Rousseff.

Até a renovação do programa, era possível a redução de salários e jornadas em até 30% por até um ano.

´Vacina´

Como uma espécie de ´xilocaina´ (anestésico) do que vem por aí – a partir da exoneração de todos os ocupantes de cargos comissionados (amanhã), e do desligamento dos prestadores de serviços -, a PMCG publicizou ontem um comunicado introdutório.

´Mão de ferro´

Conforme texto da Codecom/CG, “diante do quadro da macroeconomia ainda não demonstrando sinais de recuperação no país, o prefeito Romero Rodrigues já decidiu: iniciará sua nova gestão com extrema cautela no controle das despesas da máquina administrativa”.

Contenção

Segue: “Nos três primeiros meses de 2017, (o prefeito) se limitará a fazer as nomeações estritamente necessárias, além de determinar um enxugamento ainda maior em todas as despesas na Prefeitura e um redesenho da estrutura vigente”.

Poucos

Inicialmente, o prefeito só irá nomear os secretários e dirigentes titulares das secretarias e órgãos da administração indireta.

O detalhe

APARTE sinalizou há dias o retorno gradual das nomeações.

Réplica

Acerca das declarações do vereador Napoleão Maracajá (PCdoB), segundo as quais a recente reunião da bancada de oposição na Câmara campinense foi um “faz-de-conta”, o líder do bloco oposicionista, Anderson Maia (PSB), remeteu uma correspondência, que segue topicamente.

Covardia

“É lamentável o ato covarde de atacar sem ter a capacidade de participar numa reunião que foi convocado, confirmou e não foi para expor as suas ideias.

Choro de perdedor

“Vereadores que tiveram insucesso nas eleições precisam ainda de algo para estar nos holofotes (…) Deixamos claro que concordávamos com a revogação do 13º salário e a reavaliação do reajuste.

Omisso

“É necessário lutar contra o reajuste dos impostos aprovado e repassado para a população, que o vereador Napoleão, por não ter os holofotes da mídia, sequer se posicionou e foi para o debate.

Incoerente

“Cumpri meu papel de líder da oposição, convocando-os para a reunião. Porém, todos sabem que a oposição é minoria. Lamentável ainda o fato de o vereador, quando eleito na legislatura atual, aceitou o salário dado pela legislatura anterior, o que suscita dúvida do comportamento favorável, quando se beneficia, e contrário quando não se beneficia”.

Emersão

O ex-prefeito Veneziano (PMDB) começa a reaparecer paulatinamente na mídia regional.

Ontem, ocupou os microfones da ´Campina FM´.

Ilação

Em certo trecho da entrevista, fez um ´malabarismo retórico´ para esconder uma opção pessoal, ao dizer que estava longe do contato com a imprensa porque “faltam microfones para quem perde a eleição”.

Dedução

Ao se processar as suas palavras, emana perante a opinião pública a sensação de cerceamento aos seus pronunciamentos, o que genericamente não procede.

 

Opção

Ele próprio se permitiu uma ´quarentena´, o que é admissível, compreensível, humano até.

O que não tolera é fazer insinuação gratuita e despregada da realidade.

Aprendizado

Montaigne, ilustre político e filósofo francês, ensinava que ”ninguém está livre de dizer tolices. O complicado é dizê-las de modo solene”.

Reprovação

Ao se debruçar sobre o processo eleitoral recém-findo, o ´V´ exercitou novamente a semântica para se contrapor aos fatos: “50% do eleitorado de Campina Grande disse que não concordava com o candidato do PSDB (Romero Rodrigues)”.

Cálculo

Seu raciocínio considerou – para tanto – a sua própria votação, a dos demais prefeitáveis e os votos brancos, nulos e as abstenções.

“Até porque a matemática é precisa”, adendou.

Angulação

Utilizada a mesma ´régua´ de Veneziano, é possível dizer que 75% do eleitorado campinense também recusou o seu nome como alternativa sucessória.

Bola fora

No instante seguinte da conversa com os ouvintes, o ex-prefeito se permitiu avançar detidamente sobre o pleito.

E começou pontuando o “erro estratégico grosseiro e bastante gravíssimo” patrocinado pela cúpula do PSB, que atende pelo nome de Ricardo Coutinho.

Convocação

O ´V´ recordou que foi chamado pelo PMDB e pelo PSB para disputar a eleição liderando uma frente oposicionista.

Na ´fogueira´

“Lamento profundamente que estratégias pessimamente postas, grosseiramente postas, tenham exposto o nome do deputado Adriano Galdino (PSB) e o meu próprio nome”, afirmou o deputado, creditando as referidas estratégias à cúpula socialista.

A contragosto

De acordo com Veneziano, “era do íntimo de Adriano não se lançar candidato a prefeito de Campina. Adriano dizia a mim que não tinha nenhum tipo de interesse de candidato a prefeito”.

Adubo

Mais: “Ricardo (Coutinho) estimulou-me para ser o candidato de todos os partidos que estiveram com ele (em 2014)”.

Miopia

Na percepção do ex-prefeito campinense, “para qualquer adolescente de 14 anos, não versado na política, mas com conhecimento básico de estratégias”, saltava à vista o que o governador não enxergou.

Sem diálogo

De acordo com Veneziano, em nenhum momento do processo eleitoral “se deixou um pouco as rusgas, a birra, o mau humor de lado, e se falou racionalmente sobre estratégias de campanha”.

“Isso não aconteceu”, reforçou.

Blefe

Para o ´V´, o discurso verbalizado pelo governador de que “o PSB saiu vitorioso não é verdade, não tem fundamento”.

Zé só pensa no umbigo

Sobre o seu partido, Veneziano afirmou que “o retrato do PMDB de 2016 é (de um partido) subjugado, submetido, envergonhado, humilhado”, por força da “péssima condução”.

– Somos a quarta força no Estado (depois do PSB, PSDB e PSD) e não vai demorar muito para nós tornarmos um partido menor ainda, porque falta condução – insistiu o deputado, para acrescentar que o presidente do partido (senador José Maranhão) “se guia por interesses pessoais”, juntamente com o deputado federal Manoel Júnior.

Inácio Falcão ainda ´regurgitando´ a última eleição para prefeito de Campina...
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