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Arimatéa Souza

quarta-feira, 20/09/2017

´Tô fora´ de 2018

Despenhadeiro

A pesquisa divulgada ontem pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) carimba novamente a queda livre do Governo Temer (75,6% de desaprovação), mas chama atenção particularmente no tocante à rejeição dos pré-candidatos à sucessão presidencial.

Eis os números: Lula 50,8%; deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) 52,2%; Marina Silva (Rede) 52,2%; prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) 53,6%; governador Geraldo Alckmin (PSDB) 56%; Ciro Gomes (PDT-CE) 64,2%.

E o campeão: Aécio Neves (PSDB-MG) com 72,5% de rejeição.

Tilintar

O jornal Folha de São Paulo informou que até o final do ano o ministro das Cidades, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), repassará às prefeituras ´tucanas´ – Campina Grande no meio – pelo País cerca de R$ 158 milhões.

Nunca antes

Do alto de sua longa experiência política, José Maranhão (PMDB) comentou que “de todas essas crises (que o País enfrentou nas últimas décadas), eu nunca vi uma que se igualasse a essa atual, que tem um componente muito forte: o moral e ético”.

Cansaço

Ao encarnar a condição de pré-candidato a governador, Zé disse que “os paraibanos estão cansados de esperar por soluções”.

Prontinho

No seu relato, Ricardo Coutinho “deu continuidade a um plano interessante no setor rodoviário, que nós deixamos completamente elaborado, licitado, contratado e com os recursos garantidos”.

Passo adiante

“Mas é preciso a Paraíba lutar por projetos estruturantes, que realmente sejam capazes de tirar o nosso Estado dessa posição de marasmo”, ressalvou JM.

Retomada

Para Maranhão, “temos que ter uma candidatura que represente não apenas a unidade das oposições, mas represente a unidade de um sentimento: o sentimento de recuperação da economia e da vida social do Estado”.

Ausência

Na introduzida ´escala´ semanal em Campina Grande, Ricardo Coutinho disse ontem que não prestigiou o aniversário de Maranhão, na última semana, porque “não estava em João Pessoa, apenas isso. Na Paraíba tudo se transforma em notícia. Fui convidado no dia anterior à noite, já tinha uma agenda e não pude comparecer”.

Via natural

Ao tratar da conjuntura nacional, RC afirmou que “o Brasil está num momento extremamente complexo, muito difícil. Eu acredito muito que a saída para qualquer coisa passa pela política. Eu não gosto dessa tentativa de criminalização da política. Isso é um tiro no pé, contra o povo. A condição de vida do povo só melhora se tiver em execução uma boa política”.

Não está imune

“É claro que na política tem gente que não presta. Em todo canto tem gente que não presta. Agora, a politica enquanto arte, ciência e instrumento, é a grande invenção para melhorar as condições de vida coletivamente”, teorizou o socialista.

Bem maior

O governador disse esperar que “o sistema judiciário como um todo atue dentro da legalidade, com o respeito aos direitos da pessoa humana, e com a devoção que este País precisa ter à democracia. Nada pode estar acima da democracia. O que o Brasil fez ao longo desses dos últimos anos, não se faz”.

Voto

“Pra mim, se troca de governo ou se muda política pública a partir de eleição. É o povo que precisa decidir isso”, sublinhou RC.

Precipitação

Para Ricardo, “todos esses maus feitos têm que ser apurados e punidos. Agora, ninguém pode ser acusado sem provas. Hoje, por qualquer coisa você está sendo condenado antecipadamente. Depois de um mês ou um ano, alguém vem diz que nada era nada daquilo”.

Instrumentalização

“É preciso você ser duro, determinado, profundo nas investigações, mas é preciso garantir os direitos fundamentais para que não ocorram erros; para que não se utilize algo tão fundamental numa democracia, que é o sistema judiciário, para poder influenciar na politica”.

Todos na disputa

Segundo RC, “o que o Brasil precisa é de eleições limpas, todo mundo concorrendo, e o povo escolha quem deve governá-lo e o projeto que quer”.

Pulverização

Sobre a anunciada intenção do PDT e do PCdoB de lançar candidatura própria a presidente, o governador disse que “esse é um processo que está sendo jogado, mas acho que é algo legítimo. Nessas eleições todos devem participar, caso contrário você terá uma eleição antecipadamente contaminada (…) Talvez seja até bom para o processo democrático que a gente possa ter alternativas, e no 2o turno as forças políticas se encontrarem”.

Resolutividade

Ao ser confrontado com a fala de Maranhão, segundo a qual o senador poderia ser um polo pacificador na política estadual, Ricardo respondeu que “acho que quem está resolvendo, cada vez mais, os problemas graves da Paraíba é a atual gestão. Você não tem um único indicador social na Paraíba que seja pior do que quando eu assumi”.

Sem retroceder

Depois, RC observou que “não tenho nada contra pré-candidato nenhum, acho que isso faz parte do jogo da democracia. Mas quero o melhor para o meu Estado. E o melhor é continuar com esse projeto que está sendo implementado”.

– O que eu sei é que a Paraíba está avançando, e quem avança não pode retroceder – salientou Ricardo Coutinho, que ainda se permitiu uma assertiva final: “Eu estou convencido a não participar” (das eleições do ano que vem).

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