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Arimatéa Souza

terça-feira, 06/03/2018

´Tamos fora´

Os motivos do prefeito

Presidente do PSD no Estado, Rômulo Gouveia comentou ontem sobre o afastamento do prefeito Luciano Cartaxo da sucessão estadual.

Ele alinhou vários motivos para esse desfecho, entre os quais a “necessidade” que LC sentia de “fazer a transição a partir de fevereiro”, um pedido que não prosperou no restante da oposição.

 

Gargalos

O deputado também citou o lançamento da pré-candidatura do senador José Maranhão, pelo MDB, “que foi muito ruim para Luciano”; a indefinição do PSDB discutindo candidatura própria; “e conversamos com alguns partidos que não deram firmeza”.

Sem arriscar

Rômulo evitou prognosticar acerca das opções político-eleitorais de Cartaxo, ponderando que “só quem pode dar essa garantia é ele. Eu só falo por mim”.

Agora só dois

Sobre a evolução das definições de chapas nas oposições, Gouveia não vislumbra o avanço do processo na direção do senador Cássio: “Ele nunca esteve na disputa. Os nomes eram o Cartaxo, de Romero e de Maranhão”.

Postergação

O dirigente do PSD avisou que o partido “não vai tomar nenhuma decisão sem conversar com Cartaxo”, e que essa conversa só deverá ocorrer no próximo final de semana, uma vez que o deputado passará a semana em Brasília.

Espera

Rômulo, à ´Correio´ FM´, renovou a confiança externada na semana passada pela nota oficial do PSD, no sentido de uma reconsideração da decisão por parte do prefeito pessoense.

Mobilização

“Há um movimento muito grande de prefeitos e lideranças partidárias no sentido de que Luciano reveja a sua decisão”, assinalou o parlamentar.

Quinhão

Rômulo antecipou que de qualquer maneira o PSD deseja espaço na chapa majoritária: “Temos tamanho, tempo de TV, lideranças e bancada na Assembleia Legislativa”.

Retomada

Durante uma solenidade de inauguração de sua gestão, ontem, Luciano Cartaxo – que no final de semana evitou contatos políticos – comentou a sua desistência eleitoral, na 1ª entrevista após o pronunciamento que fez na última semana.

Dispersão

“Durante os 12 meses que a gente trabalhava com a finalidade de chegar em janeiro (deste ano) e definir qual era o candidato – e eu nunca disse que esse candidato teria que ser necessariamente o prefeito Luciano Cartaxo, mas tinha que ter um candidato -, quando chegou janeiro, na hora oportuna de afunilar a discussão e chegar a um consenso, o que a gente viu foi uma pulverização de candidaturas no campo das oposições”, discorreu o prefeito.

Colheita

Cartaxo prosseguiu: “Então, ao invés de a gente somar, unir forças, houve uma divisão cada vez mais nítida no processo de discussão interna. Cada partido vai colher o que plantou. Cada partido vai tomar a sua melhor decisão. Eu tomei a minha”.

Sem volta

O prefeito afirmou que “eu não faço política de circunstância. Minha política é ao lado do povo, por isso decidi continuar na prefeitura de João Pessoa. Essa é uma decisão definitiva”.

Vai esperar

Cartaxo observou que a sua pressa para definições já não tem razão de ser: “Eu não tenho vocação de ter o poder pelo poder. De ganhar uma eleição a todo custo (…) Eu tomei a minha decisão e ela foi anunciada de forma antecipada (…) Dizia que precisávamos de um tempo, de um plano de governo e de unidade. Eu vou esperar que os partidos apresentem seus nomes, vamos aguardar”.

Holístico

Também ontem, Ricardo Coutinho comentou o recuo do prefeito de JP: “Decisão de natureza pessoal. Eu não vou discutir o que qualquer pessoa faça acerca de sua caminhada de vida”.

Aceno

Mas RC ressalvou que “o PSB está aberto a conversar com todas as forças que porventura compreendam o momento diferenciado que a Paraíba está vivendo, e compreendam que há mais acertos que erros. O saldo é extremamente positivo e isso é indiscutível. O momento é de avançar e não de retroceder”.

 

Adição

Pré-candidato a governador pelo PSB, João Azevedo também sinalizou positivamente na direção de Cartaxo: “A política se faz com soma. Qualquer possibilidade de agregar outros partidos, além dos 16 que esperamos contar nessa grande coligação, vem a somar”.

Pronunciamento

Provavelmente será na próxima sexta-feira a entrevista coletiva do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), quando ele deverá se posicionar acerca da sucessão estadual diante do novo cenário criado com a desistência de Luciano Cartaxo.

Zoneamento

O concurso público anunciado ontem por Ricardo Coutinho (PSB) para a Polícia Militar (mil vagas) deverá ter as inscrições, provas e destinação regionalizadas.

Pra votar

Conforme o jornal Folha de São Paulo, o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pautou para hoje projetos de lei com medidas voltadas para combater o contrabando.

Punições

Um dos itens da pauta é um projeto do deputado Efraim Filho (DEM-PB), que determina a cassação da carteira de motorista de quem for pego transportando carga contrabandeada; a anulação do alvará de estabelecimentos que venderem produtos ilegais; e o aumento da pena para roubo de cargas.

Vai à luta

Rodrigo Maia decidiu se lançar candidato a presidente da República durante a convenção do Democratas na próxima quinta-feira.

Debate

O Frei Olávio Dotto, assessor nacional da Comissão Episcopal para a Ação Social da CNBB é o entrevistado de hoje no programa ´Ideia Livre´, que começa às 22h15 na TV Itararé – canal 18.1 (HD) e 19 (analógico), ou ainda pela internet: www.tvitarare.com.br

O debate

O assunto é a Campanha da Fraternidade deste ano, que tem como tema ´Fraternidade e Superação da Violência´.

Sobreaviso

José Maranhão – que há muito tempo surfa no impasse oposicionista – tornou a dizer que aguarda uma reaproximação com Cartaxo.

Sem perder…

JM comentou que “não torcia” pela saída de Cartaxo do processo sucessório”, e registrou que “sempre sustentei que três candidaturas eram uma composição mais interessante para as oposições”.

… De vista

“Nenhum político desiste de nenhum apoio, sobretudo um apoio de peso como o do prefeito da Capital. É evidente que não estou fazendo disso uma meta. Tudo pode acontecer e se acontecer será muito bom”, assinalou.

Afinidades

Zé disse que almeja sensibilizar o PSDB para apoiá-lo já no 1º turno: “A base do PSDB tem uma identificação muito forte com a minha candidatura, em toda parte. Não acho difícil a gente poder convergir na política estadual, já que o MDB e o PSDB estão convergindo no plano federal”.

Aviso dado

Zé teve um encontro casual, ontem, em João Pessoa, num restaurante, com Cássio.

O emedebista enfatizou na ocasião que “eu sempre disse que estava posta a minha candidatura e que era definitiva”.

Legitimidade

O senador Cássio, por sua vez, disse que a candidatura de Maranhão era mais do que legítima, até porque ele tem uma liderança inquestionável no Estado.

Diálogo

Cássio declarou que precederá qualquer decisão no PSDB uma conversa com Cartaxo.

“É importante, claro, termos essa conversa”, emendou.

Um só nome

À ótica do senador, “o PSDB sempre teve, como continua tendo, com pré-candidato, o prefeito de Campina Grande”.

PSDB não tem ´plano B´

Cássio foi enfático ao descartar – peremptoriamente – a hipótese de vir a concorrer ao governo estadual, como admitia até a semana passada.

Ele também considerou improvável a participação do deputado Pedro (seu filho) numa chapa majoritária.

– Pedro é candidato a deputado federal e já disse isso em várias ocasiões. E eu sou candidato ao Senado, mesmo com a desistência da postulação do prefeito Cartaxo. Eu mantenho o meu projeto que é disputar à reeleição – avisou CCL.

A desistência de Cartaxo ainda será ´passada a limpo´...

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