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Arimatéa Souza

segunda-feira, 05/11/2018

Suprema reprovação

Novidade no ar

Dentro da nova fase da Rádio Caturité de Campina Grande, que desde o final de semana passado oficialmente transmite na faixa de FM (104.1), gradualmente uma nova programação e/ou nova roupagem dos programas começa a ser colocada em prática.

É o caso do ´Conexão Caturité´, que passa a ser apresentado pela emissora, no horário das 11h às 13h, a partir de hoje, com a apresentação deste colunista e das jornalistas Mônica Victor e Rayssa Kelley.

Foco

A proposta definida para o horário, com a anuência da direção da emissora, é – predominantemente – prestar serviços aos ouvintes, sem perder de vista os assuntos em relevo nos segmentos mais demandados do jornalismo, como são os casos das áreas política, policial, econômica e esportiva.

Diversificado

Mas o foco – reforço – é atender aos ouvintes em suas necessidades do dia a dia. E aí teremos especialistas em culinária, médicos, dentistas, advogados, profissionais de educação física, nutricionistas, língua portuguesa, direito dos idosos… e muito mais.

Acordes

Também está reservado um espaço para a área cultural. Teremos uma espécie de ´Palco Caturité´, com música ao vivo na hora do almoço.

Então, confira o novo programa. Encontro marcado.

Da boca de…

“… Vamos ter um secretariado totalmente profissional. Quem for ser nosso secretário vai ter de passar por um processo de seleção…” (Romeu Zema, do Partido Novo, governador eleito de Minas Gerais).

Adoção

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) está avaliando a possibilidade de adotar uma das propostas de seu concorrente no 2º turno, Fernando Haddad (PT): fixar o preço do botijão de gás em 40 reais (a proposta do petista era R$ 49).

O detalhe

Na proposta em análise, esse preço de R$ 40 valeria para as 8,7 milhões de famílias de baixa renda, que já são contempladas com a tarifa social de energia elétrica.

Interinidade

O bispo emérito Dom Genival Saraiva de França assumiu no final de semana uma nova missão delegada pelo papa Francisco: é o administrador apostólico da Diocese de Palmeira dos Índios (AL), vacante desde a designação de Dom Dulcênio Fontes para a Diocese de Campina Grande.

Saudação

“Ao tomar conhecimento da nomeação de Dom Genival, de imediato entreguei-o à intercessão de Nossa Senhora do Amparo (padroeira local), que ao longo de 11 anos sustentou o meio pastoreio em vosso meio”, comentou Dom Dulcênio em nota divulgada no final de semana.

Porta aberta

Por falar em Dom Dulcênio, ele pediu aos padres que avaliassem a possibilidade de manter a ´Igreja Matriz´ de cada Paróquia sempre aberta durante o dia, possibilitando que os fiéis possam entrar, visitar e rezar.

Atrás do sol

A empresa aérea Gol informou que vai ampliar em 5 mil voos a sua oferta para o período de dezembro de 2018 a fevereiro de 2019.

O destino predominante é o Nordeste.

Da boca de…

“… Ele ajudou a eleger e vai ajudar a governar…” (senadora Gleisi Hoffman, presidente nacional do PT, sobre a indicação do juiz Sérgio Moro para o ministério do presidente eleito Jair Bolsonaro).

Acréscimos

Já está contando o prazo (15 dias) para a apresentação, por parte dos deputados estaduais, de emendas à proposta orçamentária do Estado para 2019.

O Orçamento está estimado em R$ 11,8 bilhões.

Outro ninho

Levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo mostra que dos 1.110 municípios que votaram majoritariamente no PSDB nas três últimas eleições presidenciais, Jair Bolsonaro venceu este ano em 1.098 deles.

Manchou

O ex-ministro (e ex-presidente) do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres de Britto avaliou que a saída do juiz federal Sergio Moro dos quadros do Poder Judiciário para se tornar ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro compromete “a boa imagem social do próprio Judiciário”, que deve zelar pela separação e independência dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Distanciamento

“O Judiciário se define pelo desfrute de uma independência que não pode ser colocada em xeque. Os magistrados devem manter o máximo de distância dos outros dois poderes. Isso não parece rimar com o ´espírito da coisa´ de um membro do Judiciário pedir exoneração e já se transportar, com mala e bagagens, para um cargo do Poder Executivo – discorreu Ayres em entrevista ao jornal O Globo.

Pega mal

Conforme o ex-presidente do STF, “esse tipo de mudança de camisa, tão rapidamente, projeta no inconsciente coletivo, no seio da coletividade, uma imagem pouco favorável dos membros do Poder Judiciário. Ele poderia se candidatar e entrar no Legislativo, mas aí não seria uma coisa tão instantânea”.

Efeitos previstos

Ainda Ayres Britto: “O juiz Sergio Moro está à frente de um dos processos penais mais simbolicamente relevantes da história do Brasil, porque alusivo ao gravíssimo tema da corrupção serial organizada às custas do patrimônio público. Isso significa que, no imaginário coletivo, essa migração imediata do principal condutor desses processos para o Executivo redundará em prejuízo para a mais eficiente continuidade da apuração e julgamento do que ocorre no ´andar de cima´ da sociedade”.

Começa o ´bailado´ pelo cargos federais na Paraíba...
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