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Arimatéa Souza

terça-feira, 30/03/2021

SOS Turismo

Exclusivo

Poucos dias após ser personagem nas ´badaladas´ páginas ´amarelas´ da revista Veja e ter sido igualmente destaque em página inteira do jornal O Estado de São Paulo, o médico, ex-ministro da Saúde e presidenciável Luiz Henrique Mandetta (DEM) concede outra entrevista exclusiva.

Será hoje – 22 horas – ao programa Ideia Livre da TV Itararé: canal 18.1 e na internet – www.tvitarare.com.br

Apenas como ´aperitivo´, eis algumas de suas declarações nas entrevistas acima referidas.

No ´Estadão´

É candidato? “Espero que esse debate possa ser feito mais para frente, porque as reações não costumam ser lúcidas. Espero que esse debate possa ser feito mais para frente. Podem surgir nomes novos até lá.

DEM está rachado?

‘O racha é na sociedade, e os partidos refletem isso. Polarização

“Há 30 anos vivemos essa lógica da divisão. Os dois apostam exatamente nesta divisão. Lula e Bolsonaro são iguais, mas em sinais contrários. Os dois têm a mesma estratégia de comunicação direta, mas se acostumaram ao raciocínio pequeno, tosco, não têm um projeto de nação, de transformação geracional, só de poder.

Sinal de alerta

“Acho que as crises submersas (na saúde pública) em função da pandemia vão eclodir todas ao mesmo tempo, nos obrigando a pensar numa saída.

Equívoco

“A estratégia, neste primeiro ano de pandemia, foi a de levar as pessoas de encontro ao vírus. É um comportamento que serve de álibi para outras pessoas fazerem o mesmo. A voz dele (Bolsonaro) tem um peso absurdo nessa história. E, agora, ele tenta se repaginar, dizendo que a vacina é sua arma.

Solitário

“Só o ex-ministro da Saúde (general Eduardo Pazuello) negava que estamos em colapso. Mas ele não sabe nem o que é uma sala de emergência lotada, não tem noção do que é intubar um paciente.

Na ´Veja´

“(300 mil mortes) Tínhamos de ter lutado para que isso não ocorresse. Os militares sabem que devem estudar a força do inimigo quando entram numa guerra e que vitórias e derrotas são quantificadas a partir de quantos homens você perde. Eu estudei o vírus e fiz projeções para a realidade do nosso país, mas o presidente preferiu ouvir os palpiteiros.

Encruzilhada

“Estamos jogando uma loteria biológica perversa. Para a frente, temos um ponto de interrogação. Para trás, o cheiro é de terra de cemitério.

Fator econômico

“Os empresários têm de entender que o prejuízo econômico é responsabilidade de quem orientou o presidente a não fazer o enfrentamento da doença. É responsabilidade do presidente e do ministro da Economia. Países que já estão vacinando suas populações vão reabrir a economia com seis meses de dianteira em relação a nós.

Postura

“O presidente precisa parar de politizar tudo. A responsabilidade agora é de quem sentou na cadeira de ministro (Marcelo Queiroga). Ele terá de decidir se vai ser um ministro da Saúde ou um ajudante de ordens do presidente.

Ex-presidente

“O PT tem chances reais de voltar ao poder? Não trabalho com pesadelos. Lula não pediu desculpas, não fez nada. Vamos ter de indenizá-lo também? Quer dizer que não existiu um cartel de empreiteiras? Em 2018, o que estava em discussão era perdoar o PT, a cleptocracia e o circo de horrores que foi feito.

É presidenciável?

“É preciso saber que um sonho não se faz sozinho e ver ao lado de quem ele será realizado.

Dividido

“O DEM é um reflexo da sociedade. A sociedade está fatiada, todos os partidos estão assim. Vai chegar uma hora em que todos os partidos terão pessoas que vão sair por se identificarem mais com o Lula ou com o Bolsonaro. É para isso que existe a janela partidária”.

Aproximação Ciro Gomes?

“Não sei se ele tem o primeiro pré-requisito, que é se despir das suas certezas e vaidades pessoais. Estamos na expectativa para que ele sinalize algo nesse sentido”.

Na fila

Está em vias de ser votado no Senado o projeto do deputado federal Felipe Carreras (PSB-PE) que determina, para as empresas do ramo de eventos que aderirem ao ´Perse´, o parcelamento das dívidas na Secretaria da Receita Federal, na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e no Banco Central do Brasil, bem como os débitos com o FGTS.

O que é

Entenda-se por ´Perse´ o Programa Emergencial de Recuperação do Setor de Eventos (Perse).

Rede de proteção

A proposta também engloba auxílio-desemprego para o trabalhador no segmento que teve o contrato de trabalho suspenso ou reduzido.

Mediação

Na tramitação no Senado, a relatoria está confiada à senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), que já realizou uma audiência pública entre empresários do segmento (muitos deles da Paraíba) e o ministro da Economia, Paulo Guedes, como forma de situá-lo das dificuldades que o segmento atravessa, e de evitar (por desinformação) futuros vetos no Executivo ao texto a ser aprovado no parlamento.

Penalização

“Os setores de turismo e eventos foram os primeiros a parar e serão os últimos a voltar após a pandemia”, sublinhou Daniella.

O detalhe

Os dados de emprego do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que, no ano passado, foram eliminados 397 mil postos de trabalho nesse setor.

´Fratura exposta´

Segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o turismo já acumulou perdas de mais de R$ 290 bilhões entre março de 2020 e fevereiro de 2021.

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