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Arimatéa Souza

quarta-feira, 28/09/2016

Sensação de mudança

A versão da defesa

Em entrevista ao ´Estadão´, o advogado Solon Benevides, que representa os integrantes da família Motta, afirmou que os fatos denunciados pelo empresário José Aloysio da Costa Machado Neto, da empresa Soconstrói, não podem ser objeto de análise pública porque estão sob sigilo.

Segundo ele, a prefeita Chica Motta (PMDB), de Patos, mandou abrir uma sindicância para apurar as possíveis irregularidades.

Ao seu tempo

“No curso da instrução vamos provar que as acusações não têm procedência”, afirmou Benevides.

Celebração

No final da tarde desta quinta-feira, no Seminário Diocesano do Alto Branco, o bispo diocesano de Campina Grande, Dom Manoel Delson, vai celebrar os 10 anos de sua vida episcopal.

Pressa

Todos os seis candidatos a prefeito de Campina Grande decidiram votar logo pela manhã no próximo domingo.

Da boca de…

“… Ninguém é obrigado a ser juiz. Agora, se for para ser juiz tem que ser juiz sério ou a pessoa não é juiz. É simples assim para mim…” (ministra Carmen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal).

Doações

Levantamento divulgado pelo ´Estadão´ mostra que 229 mil pessoas se tornaram doadoras no processo eleitoral deste ano. Isso representa 0,16% do total de eleitores no País.

O detalhe

28% dessas doações enfrentam suspeita de fraudes. Ou seja, pessoas que não tinham condições econômicas de fazer doações eleitorais.

Muitas delas beneficiárias do programa Bolsa Família.

Saga

A prefeitável Cida Ramos (PSB-JP) tem surpreendido as pessoas que integram a sua equipe, em razão da disposição de trabalho, mesmo com sequelas em seu estado físico, notadamente nos ombros.

Coração magoado

O deputado Damião Feliciano (PDT) ficou ressentido com o fato de ter sido chamado, há alguns dias, para gravar no guia eleitoral da Coligação Pra Mudar Campina. Ao chegar ao local, não tinha ninguém à sua espera.

Fato novo

O Ministério Público Eleitoral ajuizou uma volumosa Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) contra o atual prefeito de João Pessoa e candidato à reeleição, Luciano Cartaxo Pires de Sá (PSD), e contra o candidato ao cargo de vice-prefeito, Manoel Alves da Silva Júnior (PMDB).

Fundamentação

O promotor de Justiça João Geraldo Carneiro Barbosa, da 77a Zona Eleitoral, considera que Cartaxo “aproveitou-se de sua influência política e de sua autoridade” como prefeito da Capital para praticar condutas que violaram o princípio da isonomia no processo eleitoral.

Vínculo precário

O representante do MP sublinha na AIJE (112 páginas) que “em dezembro de 2014, 56,94% do quadro de pessoal da Prefeitura de João Pessoa era formado por servidores requisitados a título de ‘contratação temporária por excepcional interesse público’.”

Exemplos

Dentre os contratados temporários, estão dois bibliotecários e 87 auxiliares de biblioteca, além de 50 coreógrafos de banda e 91 instrutores de banda.

Evidência

Para a Promotoria Eleitoral, é “evidente a captação ilícita de sufrágio e o abuso do poder político e econômico”.

Punição

A ação requer a inelegibilidade de Cartaxo e Manoel Júnior para as eleições a se realizarem nos oito anos subsequentes à eleição deste ano e a cassação de seus registros de candidatura ou, em caso de julgamento após o pleito e em caso de eleição deles, do diploma e do mandato.

Outro lado

O deputado Rômulo Gouveia (PSD) garantiu ontem que tem participado de muitos eventos políticos em Campina Grande na campanha deste ano.

Prejudicial

Na chegada à TV Itararé para participar do programa ´Ideia Livre Política & Economia´, o candidato a prefeito Artur Bolinha (Coligação Por Campina, por você) comentou que a mudança promovida na legislação eleitoral – como o encurtamento do período de campanha – “trouxe prejuízos, principalmente para os candidatos que não têm a imagem conhecida da população de um modo geral”.

Equalização

O prefeitável ressalvou que “a redução da utilização de certas estruturas, de certa forma favorece um pouco, porque deixa as campanhas um pouco mais iguais do ponto de vista financeiro, não permitindo uma avalanche de recursos” no processo eleitoral.

Reflexo

Ao ser indagado sobre a apatia da atual campanha, Bolinha comentou que isso acontece “talvez um pouco por esse momento que o Brasil está atravessando, de descrença na política e nos políticos. Isso faz com que as pessoas se tornem distantes desse processo”.

Tradução do silêncio

Sobre o prognóstico para o pleito de domingo próximo, Bolinha frisou que “normalmente quando o eleitor silencia, ele vota na oposição, porque o eleitor da situação se expõe mais”.

“Eu tenho andado muito e sinto que há um sentimento muito forte e o desejo de mudança”, acrescentou.

José Maranhão tem sonhado com o Palácio da Redenção...
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