Fechar

Fechar

Arimatéa Souza

segunda-feira, 16/05/2016

Sem reconciliação

O timoneiro da economia

Neste domingo, o jornal Folha de São Paulo publica um artigo do novo ministro da Fazenda, Henrique Meireles.

Cabe pinçar três frases.

“As soluções não são fáceis, mas são possíveis e conhecidas (…) Para promover as mudanças necessárias, será fundamental um debate honesto e construtivo e uma comunicação clara e contundente, para que todos entendam os custos e os benefícios das medidas econômicas”.

Sinuosos

Ainda Meireles: “Os governos são capazes de encontrar caminhos para financiar o aumento de despesas sem que os cidadãos que pagam por elas notem, avaliem e aprovem”.

Acordão

Ainda na edição deste domingo da ´Folha´, uma denúncia grave da parte do presidente afastado da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Diálogo

“Tenho três testemunhas que estavam na minha sala quando Jaques Wagner (ex-ministro do Gabinete Civil de Dilma) surgiu na linha do telefone tentando falar comigo. Ele dizia: ‘O PT quer votar com você. A gente faz tudo, não faça isso’ (aceitar a tramitação do impeachment).

Controle

“A presidente, no dia em que eu estive com ela, em 1º de setembro, fui para uma audiência que ela convocou para falar de medidas e sei lá o quê. Ela disse que tinha cinco ministros do Supremo para poder me ajudar”.

Estribilho

Não insista em perguntar ao deputado Veneziano (PMDB) sobre o seu posicionamento acerca do impeachment da presidente Dilma.

“A Câmara não julgou a presidente”, é a resposta que ele tem na ´ponta da língua´.

Não assimilada

“O que a Câmara se ateve a fazer foi tão somente discutir se havia indícios ou não de possíveis e supostas práticas de crime de responsabilidade. Só. A Câmara nem condenou nem absolveu”, acrescenta o ´V´, em teoria que os petistas “não têm comprado”.

Sonho coletivo?

Quem conversa com o deputado estadual Bruno Cunha Lima (PSDB) recolhe dele o desejo latente de alçar outros voos na política estadual.

Protocolada

Sem muito alarde, tramita na Procuradoria Geral da República uma representação criminal contra a presidente Dilma Rousseff (PT), de autoria do senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado.

Crime

A fundamentação é que Dilma praticou “crime de corrupção passiva privilegiada”, ao tentar nomear o ex-presidente Lula para o cargo de ministro-chefe do Gabinete Civil.

Na Serra

Está sendo aguardada a presença do governador Ricardo Coutinho na Plenária que o PSB realiza na noite desta segunda-feira, em Campina Grande, no bairro ´Malvinas´, para massificar o nome de seu pré-candidato a prefeito, o deputado-presidente Adriano Galdino.

Da boca de…

“… A Paraíba é um Estado que respira por aparelho…” (deputado Hervázio Bezerra, líder do Governo na Assembleia Legislativa, ao comentar a crise nas receitas públicas que complica a situação de todos os Estados).

Não digeriu

O vereador Antonio Lula Cabral (PMB) não assimilou o processo de sua sucessão na Secretaria de Cultura da PMCG.

Ele acha que ´comeu vento´.

Resistência

Dois países – Angola e Moçambique – que têm a língua portuguesa como o idioma oficial ainda não referendaram o último Acordo Ortográfico acertado em 1990 e já em vigência no Brasil.

Decepção mor

A presidente afastada Dilma Rousseff revelou a assessores que o seu maior desapontamento é com o seu ex-ministro das Cidades Gilberto Kassab (presidente licenciado do PSD), que virou ministro das Comunicações no Governo Temer.

Retrovisor

Só lembrando, Dilma atraiu Kassab para o governo e lhe ofereceu instrumentos para fazer o PSD crescer e se transformar na segunda maior legenda da base governista – abaixo do PT -, mediante o enfraquecimento do PMDB.

Deu no que deu.

Tabuada

A Operação Lava Jato já puxou a soma. Passa de R$ 240 milhões a grana que a empreiteira Andrade Gutierrez destinou a empresas ´de fachada´ envolvidas com a Operação Lava Jato.

Respirou

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) comemorou o fato de o novo ministro das Cidades, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), ser um ex-colega de Câmara Federal.

Na ponta do lápis

O PT e o PCdoB têm 18% das cadeiras no Congresso Nacional.

Dito de outro jeito: eis a base parlamentar de Dilma para enfrentar a turbulência do processo de impeachment.

Não colou

O deputado Ricardo Barbosa (PSB), que ´rebolou´ do plenário da Assembleia Legislativa o cargo de líder do PSB, detonou colegas de parlamento e depois deu marcha à ré, dificilmente permanecerá na base governista.

O clima entre ele a cúpula governista é simplesmente ´polar´.

Ricardo Marcelo consultou Cássio sobre a sua filiação ao PMDB?...
Simple Share Buttons

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube