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Arimatéa Souza

quinta-feira, 04/05/2017

Sem reaproximação

Elevou o tom

Como é habitual nas disputas de salto com vara, o reitor da UEPB, professor Rangel Júnior, aumentou o ´sarrafo´ nas respostas que deu ontem a setores da administração estadual – presumivelmente incluindo, por tabela, o governador -, em resposta à saraivada de críticas recebidas ao longo das últimas semanas.

“Há uma imposição do governo para que a UEPB tenha que passar o ano de 2017 com os recursos de 2015. Com os sucessivos cortes de recursos, de atividades, e restrições, torna-se algo asfixiante e vai chegando num ponto que se transforma em estrangulamento”, enfatizou o reitor.

Ignorantes

O reitor observou que “é verdade que a UEPB gasta 80% do orçamento global com despesas de pessoal. Mas contestar isso e usar esse argumento como crítica revela uma ignorância ou levar as pessoas a um pensamento distorcido da realidade”.

“Burrice”

“As universidades brasileiras como um todo, e desafio quem queira estudar isso, têm uma despesa de pessoal que transita em média de 85% a 90% de folha de pessoal”, garantiu Rangel, para reforçar: “Criticar isso revela mais uma burrice de quem critica do que o demérito da instituição”.

Noves fora nada

Sobre a greve dos professores e funcionários, o reitor foi olímpico, tal qual o salto com vara referido anteriormente: “Não somos nem contra e nem a favor da greve. A posição da reitoria é do reconhecimento da pauta da categoria”.

Moradia

O novo arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, decidiu fixar residência nas dependências do Seminário Arquidiocesano, no bairro Castelo Branco, na Capital.

Militante

O ministro Gilmar Mendes (presidente do TSE e integrante do Supremo Tribunal Federal) – que atua como se fosse presidente da República ou de partido político – esteve reunido com deputados da bancada do PTB na Câmara Federal para tratar da reforma política.

Aversão

“Sabemos o que não queremos. O que nós não queremos? Este sistema que aí está. Este sistema de lista aberta com coligação, sem nenhum freio, que nos levou a esse estágio em que nós estamos hoje”, comentou Mendes com os petebistas.

Respeito ao voto

Presente à conversa, o deputado paraibano Wilson Filho comentou posteriormente ao diálogo com o ministro que “sabemos que qualquer sistema que seja implantado pode apresentar defeitos, mas queremos implantar algo que respeite a vontade do povo e a democracia interna dos partidos”.

Microfone

Em longa entrevista à ´Arapuan FM´, ontem, Ricardo Coutinho transitou sobre política, mergulhando no comedimento quando as perguntas enveredaram para a chapa do PSB no ano que vem.

Leia algumas de suas declarações.

Rodovias

(sobre a alegação da oposição de que o dinheiro para pavimentar estradas foi obtido na gestão do ex-governador Cássio) “Ele (Cássio) não tem mais Ibope e fica inventando coisinhas que são absolutamente mentirosas.

Repasses

“O presidente do Tribunal de Justiça (desembargador Joás de Brito Pereira Filho) disse que nunca tinha afirmado que havia diminuído o duodécimo; que foi mentira do deputado (Tovar Correia Lima).

Sem queda

“O presidente do TJ ou de qualquer poder nunca poderia dizer que na Paraíba o duodécimo diminuiu, porque não seria verdade (…) Institui corajosamente o duodécimo linear para todo mundo.

UEPB

“Passou de um Orçamento de R$ 180 milhões em 2010 para R$ 307 milhões em 2016, um aumento de 72%.

Inconsistente

“A oposição não consegue dizer nada positivo em comparação à época em que eram governo (…) Para exercer a política tem que se preparar. Se não se preparar, sai dizendo bobagem.

Vitalidade

“Os que achavam que o governo está no fim, acabando, estão muito enganados.

Continuidade

“Eu tenho uma fé e uma convicção muito grande que o povo da Paraíba não vai querer nenhum retrocesso.

Seu candidato

“Não está difícil de encontrar. Quem não quer ser candidato por um governo que fez 2.400 quilômetros de estradas? (…) Tudo tem o seu tempo. Eu tenho lido muito Eclesiastes (livro bíblico) e tem o tempo de semear e o tempo de colher. Agora é tempo de mostrar trabalho e quem tem trabalho. Tem gente que não tem o que fazer (…) O tempo da politica não é o tempo dos adversários.

Perfil do sucessor

“Conhecedor de política pública (…) Não posso, como paraibano, imaginar o governo voltar a ser governado por quem não tem aptidão, compromisso, planejamento. Tem que ter diálogo com a sociedade.

Disputa

“Em 2018 vamos ter a discussão sobre a continuidade de um governo e de um projeto.

Sem rumo

“Tem um monte de gente que quer governar o Estado para ter o poder. Não tem projeto nenhum. Eu prefiro um projeto e na hora exata colocar os nossos nomes que vão representar esse projeto”.

É possível se juntar a Cartaxo?

Ainda Ricardo Coutinho: “As pessoas se unem ou se afastam, penso eu e acredito nisso, em função de uma coisa chamada projeto, que é um conjunto de ideias e ações. Se o projeto, para mim, consegue convergir e ser respeitado, vai adiante. Mas devo dizer que nós temos (ele e o prefeito Luciano Cartaxo, PSD/JP) uma distância muito grande da forma de pensar e de agir.

– Eu tenho uma visão de gestão que passa, naturalmente, por coisas absolutamente diferenciadas. Nós temos uma distância e isso é muito claro – finalizou.

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