Quantcast

Fechar

logo

Fechar

Arimatéa Souza

terça-feira, 17/09/2019

Segue a ´peleja´ socialista

Mega concentração

Os bancos Bradesco, Santander, Itaú e Brasil controlam, conforme dados do 1º semestre deste ano, 70,1% da carteira de crédito do País.

No período acima referido, eles tinham operações de crédito (empréstimos e financiamentos) que somavam R$ 2,3 trilhões.

O Brasil precisa enfrentar essa anomalia, que dilapida a concorrência num setor fundamental da economia.

Na tela

O deputado federal Efraim Filho, presidente do Democratas na Paraíba, é o entrevistado desta noite no programa Ideia Livre da TV Itararé – canal 18.1 ou pela internet: www.tvitarare.com.br

Começa às 22h15, logo após o Jornal da Cultura.

Da boca de…

“… O que ocorreu foi o afastamento de secretários que estão sendo acusados por algo completamente condenável. Que se pague por aquilo que se fez. Essa é a forma correta de se agir…” (senadora Daniella Ribeiro, do PP, sobre a Operação Famintos).

Versão

Em contato com a Coluna, o empresário Eduardo Carlos, da Rede Paraíba de Comunicação, disse que as notas publicadas ontem neste espaço, sobre a sua pessoa, “não conferem com a verdade”.

Reciprocidade

“A minha relação pessoal com Ricardo Coutinho nunca teve dificuldades de convivência. O que ocorreu foi entre as empresas de comunicação (que dirijo) e o governo estadual”, esclareceu Eduardo, para reforçar: “Sempre tivemos uma relação de respeito”.

Sem convite

Ainda de acordo com o empresário, RC não esteve recentemente nas dependências da TV Cabo Branco, “e não me convidou para visitar a Fundação João Mangabeira”.

Resgate

Ricardo Coutinho concedeu, dias atrás, uma longa entrevista à TV Diário do Sertão.

Vale a pensar destacar alguns trechos. É o que segue.

Ausente

“Nunca vi Adriano (Galdino) em nenhuma reunião do partido. Tem gente falando com tanta propriedade do PSB, que eu fico arrepiado. Ou eu estou com uma crise de memória, e não lembro, ou essas pessoas eram fantasmas nas reuniões do partido.

Retórica

“Tem gente falando sobre o partido como se tivesse sido construtor. E só apareciam em época de convenção, na festa dos candidatos.

Recado

“É hora de baixar a bola. Ninguém está lidando com um Zé Mané, mas com um companheiro que sabe de algumas coisas.

Luta

“Vou lutar muito para que este Estado não seja apropriado indevidamente pela velha política.

Voltar aos trilhos

“Eu não preciso de cargos (…) Eu simplesmente quero que o caminho que foi definido, e para o qual eu fiz um sacrifício, que foi não disputar as eleições para o Senado; quero que esse caminho seja preservado. É um direito meu. Se alguém não quer preservar, aí sim, nós haveremos de nos tornar adversários. Mas não é isso que eu vejo.

´Faxina´

“(que o governador) Não se deixe envolver por alguns que estão ao seu redor, destruindo tudo. E são poucos, mas estão lá. Outros estão na Assembleia. Espero que ele não se envolva com isso e, definitivamente, afaste essas pessoas e possa retomar o caminho que o povo votou.

Mesquinhez

“Por que algumas pessoas, que são poucas, não querem que eu presida o PSB nessa reestruturação? O que é que está por trás disso? Podem dizer, que eu não tenho qualquer problema de ouvir e me posicionar. Acho que é uma mesquinharia muito grande, de não reconhecer o meu esforço, para com essas pessoas, inclusive.

Aproveitadores

“Todos que estão falando de mim se aproveitaram do meu governo para chegar onde chegaram.

Loteamento

“Não se pode dividir o Estado como se fosse capitania hereditária. E o então chefe do Gabinete Civil, me refiro a Nonato Bandeira (atual secretário de Comunicação), estava fazendo isso. E hoje você tem na Assembleia Legislativa uma situação muito dramática para o governo.

Risco iminente

“Se você juntar a oposição com o grupo que diz que não é nem situação nem oposição (chamado de G11) tem uma maioria perigosíssima contra o governo. Eu alertei e disse que isso faria mal.

Disponibilidade

“Estou sempre à disposição do governador, porque é o meu dever agir dessa forma. Ao que se consta, não tem nada de rompimento.

Pressão

“O prefeito de Sousa (Fábio Tyrone) foi muito pressionado (para recuar acerca da dissolução do diretório do PSB). Ou seja, é o Estado interferindo na disputa de um partido. Espero que o governador João Azevedo não saiba disso. E, ao saber, espero que ele tome as providências contra quem estava usando o poder numa disputa interna e partidária, o que é inadmissível.

Lealdade

“Eu sei ser companheiro. Eu não abandono ninguém. Não abandono companheiros no meio de uma caminhada.

Antídoto

“Que o governo se vacine contra os aproveitadores e contra a velha política”.

Tréplica

Em entrevista no domingo, durante a abertura da Expofeira de João Pessoa, o governador João Azevedo (PSB) rebateu recentes declarações de seu antecessor.

Desistência de…

“Esse pecado eu não levo comigo. Quem é do governo sabe muito bem a quantidade de vezes que eu disse, claramente, que ele (Ricardo) deveria ser candidato (a senador). Se hoje ele está dizendo isso, eu confesso não entender os motivos.

… Disputar o Senado

“Até porque eu achava e fazia a avaliação que eu e ele no meio do mundo, rodando este Estado, poderia ser até mais fácil para uma vitória. Mas não aconteceu. Ele decidiu não disputar e os motivos ele, evidentemente, é quem deve explicar.

Sem sentido

“Alguém de bom senso imagina que foi pelo fato de eu ter nomeado Edvaldo Rosas (ex-presidente do PSB/PB) secretário que gerou essa crise? Venhamos e convenhamos. Se alguém realmente acredita nisso, acredita em Papai Noel.

Relação com a ALPB

“É a aprovação dos projetos que a gente encaminha. É essa relação que tem sido mantida”.

Avalista da nomeação

Ainda João Azevedo: “Se hoje Nonato Bandeira é secretário de Estado, foi um pedido pessoal do ex-governador para que eu nomeasse ele”.

Como João vai se encaixar na política nacional?...
Share this page to Telegram

Arquivo da Coluna

Arquivo 2018 Arquivo 2017 Arquivo 2016

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube