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Arimatéa Souza

quinta-feira, 14/09/2017

Recados à UEPB

Do agrado

“A reforma trabalhista, na parte processual, está sendo fantástica. A principal vocação do juiz trabalhista é conciliar. Se conseguir conciliar, promove a paz social”.

A opinião foi externada ontem pelo presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Filho.

Quantitativos

O magistrado destacou os números expressivos da Justiça do Trabalho: 4 mil juízes, que julgaram no ano passado cerca de 3 milhões de processos.

Enxurrada

Só no TST, a média é de 250 mil a 300 mil ações por ano, número que representa, comparativamente, mil vezes mais que o volume registrado na Itália, por exemplo, conforme destacou Gandra à Radiobras.

Da boca de…

“… O presidente da República não é o tutor da conduta de seus assessores…” (advogado Antonio Cláudio Mariz de Oliveira, que defende Temer, ontem, no Supremo Tribunal Federal, sobre o ex-assessor palaciano, Rodrigo Loures, flagrado com uma mala contendo 200 mil reais).

Na Serra

Ricardo Coutinho (PSB) esteve ontem em Campina Grande para anunciar o edital de licitação para a renovação do gramado do estádio ´O Amigão´, modernização do sistema de drenagem e recuperação da rede elétrica na parte próxima ao campo de jogo, investimento orçado em R$ 1,9 milhão.

Sol ardente

Além de confirmar a manutenção do programa ´Gol de Placa´ no ano que vem, o governador concedeu uma longa e improvisada entrevista no próprio gramado do ´Amigão´, em pleno sol da manhã.

Um resumo de suas declarações é o que segue.

Acomodação

(como encaixaria o PMDB na chapa majoritária do seu grupo em 2018) “Eu não sei, e se soubesse não poderia dizer agora, teria que esperar as coisas acontecerem.

Cenário 2018

“Tem muita água por rolar ainda debaixo dessa ponte. As eleições de 2018 não vão se dar simplesmente com os candidatos circulando para cima e para baixo, mas sim sobre a trajetória, trabalho, visão, conhecimento e postura ética. Gente que tenha história e estatura.

Críticas

(do prefeito Luciano Cartaxo) “Quem não tem trabalho verdadeiro para mostrar, fica arrodeando e procurando coisas para se colocar, e não consegue.

Paralelo

“Se eu tivesse seguido aqui no Estado a terapia que os meus adversários apoiam lá em Brasília, a Paraíba tinha quebrado.

UEPB

“Lutei muito por uma coisa chamada autonomia, que significa não ter tutela e andar com as próprias pernas, quando você tem capacidade para isso. Saímos de R$ 186 milhões de repasses em 2010 para R$ 317 milhões em 2016. É um salto enorme.

 

Má gestão

“Porém, a organização e a estruturação interna não corresponderam a isso. Mas isso, respeitando a autonomia, não pode vir através do governador.

Sem imposição

“Tentei criar um curso na cidade de Piancó, e esse curso foi negado pelo Conselho Superior Universitário (da UEPB), numa decisão inédita. E eu respeitei!

Orçamento

“Você tem que viver com aquilo que você tem. Isso serve para qualquer um, serve para mim, para o Estado. Eu não negocio pauta de greve, porque isso não é atividade do governador após a autonomia. Eu não vou fazer isso!

Pauta única

“É preciso qualificar. A Paraíba não se sente no direito de observar apenas uma eterna discussão sobre salário (na UEPB).

Reitoria

“Sendo do meu agrado ou não, eu sempre nomeie (o reitor indicado pela comunidade acadêmica). O que eu quero, enquanto paraibano e governador, é a melhoria da capacidade e da qualidade do ensino e da pesquisa. E isso não passa simplesmente por pautas salariais, mas por outra visão.

Destinatários

“A Universidade existe em função de quem está fora, da sociedade e dos seus alunos.

Adequação…

“Estamos na maior crise (econômica do País) e nossa receita deste ano será menor do que a do ano passado. Eu corto, até onde não gostaria, mas tenho que cortar, para preservar o essencial.

… Ao aperto

“A UEPB, através de seus membros mais proeminentes, (precisa entender) o que é o Brasil de 2017 e a nossa passagem no meio disso. Não posso ir além disso (orçamento aprovado).

Precedente

“Já teve governante que encheu campis em várias cidades, sem previsão de receita posterior. Ou seja, armou a bomba e foi embora.

Legado

“Estamos pagando pelo passado da UEPB e esse passado foi feito de forma irresponsável. Essa é a questão central. E eu estou mantendo a instituição, sem ter direito a abrir um curso, para preservar a UEPB.

Prerrogativa

“Poderia abrir cursos, negociar com a Reitoria, como negociaram no passado, capitalizar politicamente e quem viesse depois que segurasse o pepino. Mas eu não sou feito dessa cepa, desse tecido.

Não vai mudar

“Eu tenho compromisso com o futuro. Tenho que ter responsabilidade com este Estado. Alguns podem até não gostar, paciência. Mas tenho a consciência tranquila, e vai continuar assim. Não tem um indicador da Paraíba que tenha caído em relação aos governos anteriores”.

Até o fim do mandato

Ainda Ricardo Coutinho: “Não me dou o direito de arredar o pé dessa caminhada (…) Eu estou apaixonado por isso (governar). Tenho R$ 700 milhões em obras que estão começando. Quero entregar isso tudo”.

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