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Arimatéa Souza

sábado, 01/04/2017

Recado à oposição

Como é?

É grave a denúncia feita pela Gerência Regional da Borborema da Cagepa junto à Polícia Civil e à Curadoria da Saúde de Campina Grande: estão roubando água de esgoto nos arredores da cidade.

Explicando: entre o bairro da Catingueira e a localidade Caiçara, onde está instalada a nova lagoa de tratamento dos resíduos sólidos, boa parte do volume de esgotos está desaparecendo.

A suspeita é de que essas águas estejam sendo utilizadas na agropecuária.

Retaguarda

Alguns vereadores campinenses (entre os quais a presidente da Câmara, Ivonete Ludgério) acompanharam ontem o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) na visita ao Legislativo pessoense.

Recepção

Seis edis pessoenses recepcionaram o prefeito campinense.

Indigesta

O deputado federal Benjamin Maranhão (presidente do partido Solidariedade na Paraíba) qualificou como “duríssima” a proposta de reforma previdenciária que o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional.

Inflexível

Ele afirmou que “não votarei em nada que mexa nos benefícios dos trabalhadores rurais ou nos benefícios de prestação continuada”.

Ajuste gradual

Quanto à precocidade de Luciano Cartaxo e de Romero para se mostrarem credenciados para disputar o governo em 2018, Benjamin disse na ´Campina FM´ que “isso vai se acomodar naturalmente”.

“O que falta são nomes do lado do governador”, cutucou.

Porta aberta

O deputado do SD acrescentou que “o importante é manter o diálogo”.

Em tempo

O frenesi do noticiário político dos últimos tempos no País nos impõe escolhas sobre o que tratar diariamente nos espaços jornalísticos.

E a torrente de fatos, com frequência, acaba nos levando a escolhas pragmáticas.

Defasagem

Faço esse preâmbulo para explicar porque só hoje falo um pouco sobre a morte de Dom Marcelo Carvalheira, um pernambucano que abraçou e incorporou a Paraíba.

Geração…

A ´páscoa´ do arcebispo emérito nos remete ao plano da lembrança de uma geração (praticamente) inteira de prelados nordestinos que marcaram a história da Igreja Católica no Brasil na segunda metade do século passado, um tempo alvissareiro na história da milenar instituição, por força e inspiração do ainda atualmente invocado Concílio Vaticano II.

… Conciliar

Escrevi praticamente, porque da geração de Dom Marcelo, de Dom Hélder Câmara, de Dom Luís Fernandes e de Dom Lamartine ainda permanece entre nós Dom José Maria Pires.

Distante

Não tive a chance de conviver com Dom Marcelo, mas acompanhei a sua caminhada desde que auxiliava Dom Hélder, de quem não foi sucessor para desapontamento do lendário arcebispo pernambucano.

Testemunho

Renovadamente, escutei da boca de Dom Luís relatos sobre ´o Marcelo´, como ele o chamava.

Menções à sua figura mística, à sua dedicação ao rebanho, que saltava aos olhos.

 

Lapidar

Uma frase de um padre de Guarabira (que infelizmente não consegui observar o nome) sintetiza e emoldura quem era Dom Marcelo: “Cada pobre para ele tinha um rosto e um nome”.

Retrocesso

Em evento ontem em Brasília, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmen Lúcia fez uma inflexão histórica e lembrou que após a promulgação da Constituição Federal (1988), o mundo observa “um refluxo de conquistas que nós considerávamos devidamente aprontadas”.

Adverso

Carmen sublinhou que “não vivemos um momento fácil”, e invocou um verso do poeta Carlos Drummond de Andrade, escrito depois da Segunda Guerra Mundial: “Somos um tempo de partida. Tempo de homens partidos (…) Meu nome é tumulto, e escreve-se na pedra”.

Impensável

Seguiu a presidente: “Se olharmos o mundo em que há o que eu jamais imaginaria ver na minha vida, novos degredados filhos de Eva pelos mares do mundo sendo rejeitados como se fossem não parte do oceano, mas como partes que podem ser rejeitadas pelas praias, pelas pessoas nas praias, vemos que temos um mundo em tumulto”, numa menção aos refugiados.

Sábado é dia de poesia

Sob a inspiração da ministra Carmen, outro verso do inesquecível Drummond: “Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”.

Convicto

Para o deputado Rômulo Gouveia, presidente do PSD na Paraíba, a intensa movimentação pré-eleitoral dos prefeitos Luciano Cartaxo (JP) e Romero Rodrigues (CG) “não provocará racha” na oposição.

Bordão

Confrontado ontem, em entrevista, com o ritmo acelerado da oposição para tratar do processo eleitoral de 2018, Ricardo Coutinho usou um bordão bem próprio aos admiradores da cantora Larissa Manoela: “Sinceramente, eu não estou nem aí!”

Contraponto

Em seguida, o ´mago´ enveredou por seu dialeto político: “Eu aprendi a fazer política querendo saber o que cada um representa. O povo sabe o que eu represento, com feitos, insuficiências e acertos. O que os outros significam? Significam o poder pelo poder? O atraso, o retrocesso?”

Hein?

Ricardo derivou ao ser perguntado sobre eventuais tratativas para uma reaproximação com o senador Maranhão ou Cartaxo: “Não tenho isso na pauta, não sei nem de onde vem isso”.

Cutucada

“Não quero discutir fofoca, futrica, negocinho; faz-de-conta que um briga com outro. ‘Ah, eu não aceito carão’… (menção velada a Cássio e Romero) Que conversa é essa? Quer enrolar a quem, amigo? Você passa a vida enrolando todo mundo e ainda por cima quer enrolar a quem com esse tipo de teatro?” – comentou RC.

Quem decide

O governador avançou: “Eles (adversários) antecipem, eu não tenho nenhum problema com isso. E vai chegar o momento exato, onde nós vamos discutir o que era a Paraíba, o que é hoje e o que pode ser”.

– O povo da Paraíba vai derrotar o atraso, a inércia, a ineficiência administrativa; vai derrotar aqueles que não têm posição e ficam se escondendo atrás de tudo. O (nosso) projeto vai fazer a disputa contra quem quer que seja, e caberá ao povo decidir – avisou RC.

O que o futuro reserva à Cagepa?...

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