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Arimatéa Souza

segunda-feira, 19/03/2018

Procuradora encara a cúpula do PP

Sonhar é preciso

Haverá o dia em que o respeito à lei será restabelecido em Campina Grande com relação à poluição sonora, um absurdo praticado cotidianamente na cidade, até mesmo em sua área central, sob a contemplação de todos e sob a omissão de quem deveria tomar providências.

O que os carros de som e trios-elétricos do ´Bilhetão´ e do ´Paraíba de Prêmios´ estão fazendo é um total e completo desrespeito aos cidadãos.

Um dia alguém tomará uma providência e Campina, pelo menos nesse aspecto, voltará a ser uma cidade civilizada.

 

Incisivo

É dura (e ampla) a frase verbalizada pelo reitor da UEPB, professor Rangel Júnior em recente entrevista à ´Correio FM´: “Do último ano pra cá, o governo do Estado passou a mão, literalmente, em R$ 44 milhões da universidade”.

Da boca de…

“… Até o ex-presidente Lula reconheceu, recentemente, que houve uma tentativa de golpe orquestrada contra mim, à qual tive a coragem de enfrentar e vencer…” (presidente Michel Temer, em entrevista).

Aeroporto…

Reportagem publicada no ´Estadão´ informa que a Infraero contratou a Empresa Brasileira de Soluções Aeroportuárias (EBSA) por R$ 8,6 milhões para a instalação de elevadores e escadas para embarque e desembarque no aeroporto de Campina Grande, na Paraíba.

… Em foco

Segue a reportagem: “No ano anterior ao negócio, fechado em 2017, a firma tinha entre os seus sócios o atual diretor comercial da estatal, Marx Rodrigues. A ordem de serviço foi assinada em 2018 pelo presidente da Infraero, Antônio Claret, e pelo deputado Veneziano Vital do Rego (MDB-PB), que não tem competência para rubricar o documento”.

Convidado

Ouvido, segundo o jornal, o deputado disse que “é obvio” que “não tenho atribuição para assinar ordem de serviço”, e que só o fez a “convite do presidente da Infraero”.

Vinculação

O ´Estadão´ destaca ainda que em 2008, Marx Rodrigues foi assessor parlamentar do então deputado e atual ministro do TCU Vital do Rêgo, irmão de Veneziano.

Migração

Rodrigues, que também é paraibano, deixou a EBSA em janeiro de 2016.

Sete meses depois, foi para a Infraero.

Versão oficial

“A Infraero diz que ´desconhecia a informação´ de que a EBSA teve como sócio o diretor Marx Rodrigues, que a contratação se deu após processo licitatório “amplamente divulgado” e que os políticos assinam ´apenas como testemunhas´.”

´Bênção´

O empresário Flávio Rocha, dono da Riachuelo, que poderá disputar as eleições presidenciais deste ano, está se aproximando do PRB, ´braço político´ da Igreja Universal, noticiou o jornal Folha de São Paulo.

Indeferido

Em decisão unânime, os ministros da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negaram habeas corpus ao ex-vereador Nedimar de Paiva Gadelha Júnior, da cidade de Sousa (PB).

Histórico

O edil foi condenado por peculato a cinco anos e nove meses de reclusão, sob a acusação de desviar dinheiro público, ao se apropriar do salário de um servidor ‘fantasma’, seu primo, contratado para trabalhar em seu gabinete.

Da boca de…

“… Não gosto de opinar sobre supostas decisões de outras pessoas, mas não posso deixar de dizer que isso é um fogo de palha. Manoel Júnior é candidato a nada, pelo amor de Deus…” (governador Ricardo Coutinho, sobre a especulada candidatura a governador do vice-prefeito pessoense).

Mal explicado

“Essa geração nova não tem a solidez programática partidária. O quadro partidário está em crise. Não consigo entender a lógica do Pedro. O Cássio é vice-presidente do Senado pelo PSDB. Vai ser muito estranho. Mas cada cabeça uma sentença”, comentou Pestana.

Sem subtração

Em recente manifestação ao Supremo Tribunal Federal, conforme o ´Estadão´, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu o recebimento integral da denúncia de formação de organização criminosa por políticos do Partido Progressista com atuação no âmbito da Petrobras.

Apropriação

Dodge afirma que o esquema de corrupção na estatal, sobretudo na Diretoria de Abastecimentos, revelado na Operação Lava Jato, gerou pelo menos R$ 377 milhões em propinas ao núcleo político composto pelos denunciados.
Origem

A denúncia do “quadrilhão do PP”, como ficou conhecido este inquérito, foi feita pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot semanas antes do fim do mandato em setembro de 2017.

Alcance

Janot também fez três outras denúncias de organização criminosa na Lava Jato – contra políticos do PT, contra membros do MDB da Câmara e contra membros do MDB do Senado.

Contestações

Apresentaram resposta à denúncia, pedindo a rejeição da acusação, os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) – presidente do Partido Progressista – e Benedito de Lira (PP-AL); os deputados federais Arthur Lira (PP-AL), Eduardo da Fonte (PP-PE), José Otávio Germano (PP-RS), Luiz Fernando Ramos Faria (PP-MG), Nelson Meurer (PP-PR) e o paraibano Aguinaldo Ribeiro.

´Modo operacional´

A certa altura de suas alegações, Dodge sublinha que utilizando-se dos mandatos parlamentares e na qualidade de membros do Partido Progressista, “integraram pessoalmente o núcleo político de uma grande organização criminosa estruturada para arrecadar em proveito próprio e alheio vantagens indevidas no âmbito da Administração Pública Federal direta e indireta”.
Segundo a chefe da PGR, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e que envolvia a prática de crimes em série, entre os quais, é possível mencionar fraude à licitação, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e corrupção de agentes públicos.

Saudade. Se vivo estivesse, o ´poeta´ Ronaldo teria feito ontem 82 anos...
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