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Arimatéa Souza

quinta-feira, 22/12/2016

´Presente de Natal´

Aposta no tempo

É pouco provável que os vereadores de Campina Grande venham a reformar a decisão de aplicar nos próprios vencimentos a correção de 26% e a implantação do 13º salário.

Na reunião da noite de terça-feira – reservada -, a maioria de posicionou contra a revisão no projeto aprovado na semana passada.

A avaliação é de que o assunto tende a sumir do noticiário e do imaginário do eleitorado.

Reserva técnica

Um dos vereadores presentes sugeriu que os valores oriundos do 13º salário sejam depositados numa caderneta de poupança e só utilizados após o desfecho das pendências judiciais em tramitação.

Esvaziamento

Na sessão de ontem da Câmara campinense, apenas oito dos 23 vereadores apareceram.

Existem dezenas de projetos à espera de deliberação.

E novamente o assunto aumento no salário passou ao largo.

Cobrança

O vereador Napoleão Maracajá (PCdoB) esclareceu ontem à Coluna que na sessão da última terça-feira foi à tribuna “e cobrei da mesa diretora uma satisfação às pessoas que estavam lá”.

Próprio punho

O empresário Artur Bolinha (PPS) esclareceu ontem que a ação protocolada na Justiça sobre o reajuste dos vereadores foi de iniciativa pessoal, e não através do PPS.

Limites

“A reeleição (de alguns vereadores) não é um cheque em branco para fazer o que bem entender”, enfatizou Bolinha.

Mobilização

A partir de hoje, começando na Praça da Bandeira, o Sintab vai recolher assinaturas para um abaixo-assinado contra o reajuste salarial dos parlamentares campinenses.

A meta é recolher 100 mil assinaturas.

Tangência

A vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) derivou ontem, ao ser perguntada acerca da expectativa de assumir a titularidade do governo estadual em 2018.

“As questões de 2018 eu estou deixando para focar em 2018”, argumentou.

Sem folga

Devido a um “problema familiar”, Ricardo Coutinho (PSB) cancelou os 10 dias de licença que tiraria, a partir de hoje, da administração estadual.

A informação foi dada por ele próprio, ontem, em Campina Grande.

Microfone

Em entrevista concedida na extensão da Avenida João Suassuna, RC falou sobre vários temas.

A síntese de suas declarações é o que segue, começando pela resposta à acusação de seus adversários, de que estaria se transformando num ´inimigo de Campina´, por conta da pouca quantidade de obras do Estado na cidade.

“Choro”

“Esse papo é antigo; papo de oligarquia. É o livre choro de quem não tem como criticar. É o velho e surrado discurso, segundo o qual quem é contra os oligarcas é contra a cidade (…) Esse atraso oligárquico precisa ficar para trás.

 

Restrição…

“O Hospital de Trauma (de CG) tem um perfil. E quando você compromete o perfil de um hospital em função da inoperância de quem deveria atender, que é o Município, você compromete quem precisa de urgência e emergência.

… Ao acesso

“O Estado está fazendo mais do que pode. O hospital consome R$ 12 milhões por mês, mas tem 30% de seus leitos ocupados, em média, por pacientes que não são de urgência, de emergência ou trauma.

Cortes de gastos

“É a única coisa que eu faço desde janeiro de 2011. Eu já estou meio craque nisso. Eu estou fazendo isso permanentemente. Não faço isso com prazer, mas por necessidade. Mas também porque o dinheiro da população tem que ter uma racionalização. Acho que o poder público no Brasil gasta mal. É preciso qualificar cada vez mais.

Reforma na equipe

“Por um convencimento pessoal, acho que o governo jamais pode se acomodar. Eu mexo sempre, acho fundamental isso (…) Que cargos eu vou mexer, eu não tenho ainda clareza nisso.

Prioridade

“Uma obra fundamental para Campina é a ligação do distrito de Boa Vista até (à cidade de) Boa Vista (BR 412)”.

As togas…

Está guardando indesejável similaridade com a política partidária o processo de eleição do novo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba.

… Em ebulição

A eleição chegou a ocorrer há algumas semanas, mas posteriormente foi anulada por decisão do Supremo Tribunal Federal.

Novo recurso

O novo pleito foi marcado para esta 5ª feira (9h), e houve ontem nova contestação da parte do desembargador Fred Coutinho.

Mas o Conselho Nacional de Justiça decidiu preservar a eleição hoje.

A cultura

Juridicamente, invoca-se a tradição de ser eleito o mais antigo desembargador que não tenha ainda passado pela presidência.

A inovação

Mas foi introduzida a eleição direta entre os 19 membros do TJ, deixando em 2º plano esse componente temporal.

Batalha interna

Na essência, trata-se de uma medição de força entre alas internas lideradas pela desembargadora Maria de Fátima Bezerra (e o atual presidente Marco Cavalcanti) de um lado, e o desembargador Márcio Murilo Ramos do outro, sendo que esse último desistiu ontem da disputa e embaralhou ainda mais o pleito.

Sem embargos

Com ´todas as vênias´, trata-se de um péssimo exemplo que os magistrados do TJ estão oferecendo à opinião pública paraibana, denotando um grau de disputa e de inconvivência interna inimaginável.

Fonte de preocupação

Não poderia existir pior ´presente de Natal´ para os campinenses do que a notícia da suspensão das obras do Rio São Francisco, Eixo Leste, por decisão da Justiça do Trabalho de Pernambuco, em função de condições inadequadas para os operários da obra.

Com o recesso no Judiciário em curso, urge que se busque uma alternativa imediata para que o atraso na chegada da água, que já é angustiante, não se transforme em desesperador.

Saulo Benevides poderá ser a surpresa de hoje na eleição do TJ/PB...

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