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Arimatéa Souza

sábado, 18/05/2019

Prefeito ´cutuca´ João

Outro ´bota fora´

A Caixa Econômica Federal anunciou ontem mais um programa de demissão voluntária (PDV) – o terceiro dos últimos dois anos.

A ideia é obter o desligamento de 3.500 empregados, num universo pouco superior a 96 mil contratados.

Vantagens

O prazo para adesão vai até o início de junho. A Caixa está oferecendo 9,7 salários extras, em parcela única, sem incidência de imposto de renda, além dos valores inerentes à rescisão propriamente dita.

Degelo

Na última quinta-feira o cognominado grupo ´G10´ da Assembleia Legislativa foi recebido pelo governador João Azevedo (PSB) para uma ´DR´ (discutir a relação), numa ´ponte´ viabilizada pelo deputado-presidente Adriano Galdino (PSB), que também estava presente.

Igualdade

Em relato posterior, o deputado Felipe Leitão (Democratas) disse que o grupo resolveu ´abrir o jogo´ e exteriorizar as suas mágoas.

“Queremos tratamento igual. Ser governo não é ser vassalo”, asseverou Leitão.

Cara a cara

Ainda conforme as suas palavras, “nós pudemos colocar tudo em pratos limpos e pedimos só uma coisa: isonomia. Pedimos para sermos tratados igualitariamente como o restante da sua base é tratada”.

Privilegiados

“Alguns deputados que se dizem do núcleo duro do governo – e nem fazem por onde – são os que têm as benesses e que colhem os louros desse governo”, lamuriou-se o integrante do ´G10´ (ou seja, um grupo de 10 deputados).

Desproporção

Felipão avançou no ´destilar´ de ressentimentos: “Ninguém se sente bem ao ver que uns têm tudo e outros não têm nada, ainda que sejam governistas e que votem com o governo”.

Contendas

É claro que sobraram farpas para o líder governista Ricardo Barbosa (PSB): “Toda semana estamos tendo alguns embates muito duros. Se eu disser que o clima é dos melhores, não é. Mas nada que não possa ser superado com uma conversa”.

Mediador

Ainda na percepção de Leitão, são “muitas divergências entre o líder e o nosso grupo, mas nada que não possa ser sanado pelo nosso presidente Adriano Galdino”.

Bolsa de apostas

De acordo com a edição de ontem do ´Estadão´, cinco deputados estão cotados para substituir Major Vitor Hugo (PSL-GO) na liderança do Governo na Câmara Federal: Cláudio Cajado (PP-BA), João Campos (PRB-GO), João Roma (PRB-BA), Marco Feliciano (Pode-SP) e o ´polivalente´ paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP).

Sábado é dia de poesia

“…Compositor de destinos/ Tambor de todos os ritmos/ Tempo, tempo, tempo, tempo/ Entro num acordo contigo…” (música Oração ao Tempo, de Caetano Veloso).

Memorável

A Diocese de Campina Grande viveu, na noite da última terça-feira, um momento singular: quatro dos oito bispos de sua existência concelebraram o aniversário de 70 anos.

Colheita

“Estava pensando hoje (dia anterior) que alguns plantam e outros colhem. Eu estou, nesse momento, colhendo esses 70 anos de pastoreio aqui na nossa diocese”, asseverou Dom Dulcênio Fontes de Matos, acrescentando que move o seu governo diocesano “o sentimento de levar adiante; dar continuidade a tudo aquilo que foi semeado”.

Passagem

Atual arcebispo da Paraíba e antecessor de Dom Dulcênio, Dom Manoel Delson comentou que “fizemos parte dessa história durante quatro anos e meio. Agora, de certo modo, acompanho de perto a caminhada e a dinâmica dessa grande diocese”.

“Gostei”

Atual arcebispo emérito de Natal (RN), Dom Matias Patrício de Macedo (5º bispo local) assinalou que “pra mim, é muito gratificante (participar da celebração), porque eu faço parte dessa história. Aqui estive e daqui que gostei”.

Profundidade

“É um momento muito rico e não poderíamos nos furtar dessa ocasião. Manifesto minha comunhão, gratidão e alegria. É um sentimento muito profundo de vivência”, verbalizou Dom Jaime Vieira Rocha, atual arcebispo de Natal e 6º bispo campinense.

Vigorosa

“A história e o presente da Igreja de Campina Grande são pujantes em bravas atitudes de apostolado, correspondendo aos anseios de cada época, não obstante tantas dificuldades vencidas ou que estamos a vencer”, registrou Dom Dulcênio em sua homilia.

Conclamação

O bispo fez uma exortação para que “sejamos testemunhas da fé católica; sejamos braços generosos, pessoas disponíveis à missão da Igreja do Senhor na Diocese de Campina Grande”.

 Continuidade

“70 anos de história e evangelização é muito tempo de semeadura. Vejo uma presença amorosa de Deus nessas terras da Borborema. Aqui nesta catedral foi plantada a semente vigorosa do Evangelho e daqui se espalhou para os demais recantos. Nossa oração é para que esta história prossiga em um horizonte de esperança e construção do Reino de Deus”, acentuou Dom Delson durante a celebração.

Contrário

Em entrevista dada ontem, Romero Rodrigues se posicionou contra a prorrogação do mandato dos atuais prefeitos – como preceitua uma proposta em tramitação no Congresso Nacional -, como forma de concretizar a unificação das eleições.

Pernas curtas

À sua ótica, são pequenas as chances de a proposta avançar: “Eu acho, até porque fui deputado federal, que não é uma coisa fácil de passar no Congresso Nacional”.

“Eu, particularmente, sou contra a prorrogação do mandato”, assinalou.

A favor da tese

O prefeito campinense opinou que “sou totalmente a favor da unificação das eleições. Não dá mais para aguentar uma eleição a cada dois anos. É preciso também acabar com a reeleição, que é um absurdo”.

Arranjo

Na sua percepção, os congressistas “fizeram uma pirotecnia nas últimas mudanças na legislação eleitoral”.

´Batismo´

Ele confirmou que dia 25 próximo (sábado que vem), o ex-ministro Gilberto Kassab estará em Campina Grande para abonar pessoalmente a sua filiação ao PSD.

Quebradeira

Romero aproveitou a oportunidade para salientar que “os municípios estão inseridos numa crise sem precedentes na história do Brasil”.

“Essa crise também chegou na porta do trabalhador, através do desemprego”, adendou.

Rebatida

Na parte final de suas declarações, Romero comentou uma recente afirmação do governador João Azevedo (PSB), segundo a qual o Estado ajudará na realização do Maior São João do Mundo através dos serviços prestados pela Polícia Militar e pelo Hospital de Trauma de Campina Grande.

Desapontamento

“Vejo com tristeza. O São João é uma festa que, de certa forma, pertence ao Estado, gerida pela prefeitura campinense. Se ele (João) não quisesse nem cuidar da segurança, seria algo lamentável”, observou o prefeito.

Ralo dos desvios

O prefeito afirmou que “é preciso ter um gesto de mais solidariedade para com Campina Grande, e não ficar só com essa demagogia política. É isso que a gente espera”.

Nas palavras de Romero, “foi investido muito mais nos desvios da Cruz Vermelha do que nas ações do Hospital de Trauma de Campina Grande”.

Como traduzir o silêncio do ex-senador Cássio?...
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