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Arimatéa Souza

sexta-feira, 22/06/2018

Por enquanto, sem debates

Supremas palavras

É importante resgatar alguns trechos do pronunciamento que a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Carmen Lúcia, verbalizou ontem, durante palestra no 2º Congresso de Direito Eleitoral de Brasília.

 

 

 

Mais do mesmo

“Quem tenha tido o cuidado de ler os programas, e eu li todos mais de uma vez, vê que não tem muita diferença no que eles (partidos) oferecem, quais os seus objetivos, quais os seus principais compromissos.

Sem diferencial

“Nós vemos partidos, portanto, que não têm a diversidade de programas que faria com que optando por um eu esteja dizendo não a outro.

Carência

“Nós precisamos ter partidos programáticos, como é no mundo todo, e não pragmáticos, como são muitas vezes os partidos políticos no Brasil.

PMB

“(Partido da Mulher Brasileira) Não é que tivesse que ter só mulheres, mas se ele vai representar mulheres, que haja pelo menos a fala da mulher, para que ela saiba porque que precisa de partido, se é que precisa, com este nome, ou se mais uma vez se trata de retórica, ou seja, uma fala sem compromisso de conteúdo.

Dezenas

“Termos mais de 30 partidos faz com que haja uma atomização de ideias, o que faz com que o cidadão não se sinta representado por nenhum dos partidos.

Basilar

“Nós podemos ser contra governantes, porque é da democracia a liberdade de opinar, de criticar e de se contrapor.

Via única

“Nós não podemos é ficar contra a política, porque o ser humano ainda não inventou outra forma de convivência no espaço plural de todos se não pela racionalidade que a política nos oferece.

Fecho

“Demonizar a política não faz com que nós não tenhamos o caos provavelmente em vários momentos”.

Consensual

O prefeito Luciano Cartaxo (JP), presidente estadual do PV, disse ontem que a escolha do 2º candidato ao Senado pela coligação liderada por seu partido (em substituição a Raimundo Lira, PSD) será feita de forma colegiada, ouvindo todos os partidos coligados.

Aposta

Luciano sublinhou que “acredito muito na presença do PSC no nosso palanque”.

´Tucano´

O ex-governador de São Paulo e pré-candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) visita Campina Grande neste sábado e participa do Maior São João do Mundo.

Será recepcionado pelo prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Respingos

No dia de ontem, Alckmin teve uma nova fonte de desgaste.

A ´Operação Pedra no Caminho´, da Polícia Federal, que prendeu o presidente da Cesp (Companhia Energética de São Paulo), Laurence Casagrande, envolvido na denúncia de sobrepreço e de superfaturamento na obra (rodoviária) do Rodoanel.

Desvios estimados em cerca de R$ 130 milhões.

Instabilidade

E novamente começa, em algumas alas ´tucanas´, a pressão para que o candidato a presidente seja o ex-prefeito João Dória Júnior, atual pré-candidato a governador de São Paulo.

Farpa

Em debate com empresários do segmento da construção civil, esta semana, em Campina Grande, o pré-candidato a governador Lucélio Cartaxo (PV) assinalou que “governo existe para gerar oportunidades, com serviços de qualidade, e não para aumentar impostos”, numa menção indireta à elevação das alíquotas de alguns tributos na gestão Ricardo Coutinho (PSB).

Ruidoso

Com uma militância inflamada – e predominantemente jovem -, o pré-candidato a presidente, deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), desembarcou ontem em Campina Grande.

Passeio

Em meio a uma caminhada pela Praça da Bandeira e calçadão da rua Cardoso Vieira, Bolsonaro concedeu uma rápida entrevista.

Ação policial

Ele defendeu “pequenas mudanças” no Código Penal, com as quais “você dá meios para o policial poder bem trabalhar e dar a resposta que a sociedade tanto precisa”.

Leia um resumo de suas declarações.

Novo presidente

“(o povo) Precisa colocar alguém que seja patriota, honesto e tenha Deus no coração. Isso é o básico. O grande problema são as indicações políticas. Se você conseguir se livrar disso – e nós estamos trabalhando para, em chegando, ter a governabilidade de forma diferente do que está aí – o Brasil sai da crise.

Inchaço

“(quantidade exagerada de ministérios – 35) A criação de ministérios é para acomodar os aliados. Acho que 15 é mais do que suficiente. Nem o (Michel) Temer sabe o nome de seus ministros, o que dirá o povo”.

Controle público

“O que é estratégico é inegociável, é nosso, não podemos abrir para capital de fora empresas estratégicas. Geração, transmissão de energia e subsolo. Também terras agricultáveis você não pode abrir para o capital de fora. Não se pode colocar em risco a segurança alimentar.

Poda

“Não sou estatizante. Dessas cerca de 150 estatais (atualmente existentes), pelo menos 100 vão embora rápido, pode ter certeza disso.

Paralisação

“Comigo esse movimento (das empresas de carga e dos caminhoneiros) não teria acontecido, porque esse problema, ao ser detectado, teríamos buscado a solução lá atrás.

Ataques de Ciro

“Não vou responder a uma pessoa desequilibrada.

Funcionalismo

“Estabilidade existe e ninguém está pensando em acabar com ela. Agora, algum ajuste na previdência pública tem que ser feito.

Preservados

“Tem que manter os programas sociais e combater a fraude.

Fraudes

“Nas últimas eleições, dados cruzados pelos TREs, mais de 200 mil pessoas que recebiam o Bolsa Família colaboraram com a campanha do PT. É sinal de que essas pessoas não precisam (do benefício). Tem que sair fora esse pessoal para garantir para quem precisa”.

Lado

“Entre 1 policial e 100 marginais, eu sou pela vida do policial”.

O detalhe

O slogan da caminhada com o presidenciável era ´Lula ladrão; Bolsonaro capitão”.

Fora do fogo cruzado

O advogado carioca Gustavo Bebiano, presidente nacional do PSL, disse à APARTE que Jair Bolsonaro só deverá participar dos debates midiáticos se for para o 2º turno da sucessão presidencial.

A candidatura de Zé está novamente ameaçada de 'desidratação'...

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