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Arimatéa Souza

sexta-feira, 01/09/2017

Pista dada pelo ´mago´

Trinca, mas não tora

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB-RN) disse ontem, em entrevista à TV Itararé, que “não acredito” num racha pra valer no PSDB, em função da dubiedade partidária com relação ao Governo Temer.

“O PSDB tem a tradição de um partido democrático, não tem dono e convive com opiniões divergentes”, assinalou, para lembrar que “tradicionalmente, no final, nos acertamos. O que nos une é a vontade de melhorar o País”.

Sob controle

Marinho admitiu que “há algumas diferenças de opinião dentro do partido, mas nada que signifique que vá haver qualquer defecção”.

Na base

Rogério ressaltou que “a retirada eventual” do partido do governo Temer é uma “página virada. A maioria do partido optou por permanecer dando apoio ao governo”.

Porta-voz

O parlamentar tucano observou, por fim, que o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissatti (CE), “mesmo tendo uma opinião diferente, representa o partido e tem o dever de externar o que a maioria pensa”.

O detalhe

Rogério Marinho foi o relator, na Câmara Federal, do projeto de reforma trabalhista.

E também foi indicado relator do projeto que reformula a legislação dos planos de saúde, cujo relatório pretende divulgar na 2ª quinzena de setembro.

Na ponta do lápis

De acordo com informações do Tribunal de Justiça da Paraíba, a “desinstalação” de comarcas permitirá uma economia para o Poder Judiciário estadual em torno de R$ 2 milhões por ano.

´Degola´

As comarcas que deverão sumir as são as seguintes: Araçagi, Bonito de Santa Fé, Cabaceiras, Cacimba de Dentro, Caiçara, Coremas, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Malta, Paulista, Pilões, Prata, Santana dos Garrotes, São Mamede e Serraria.

O detalhe

Ainda conforme o TJ-PB, “a distância maior entre as comarcas sugeridas para serem desinstaladas e as comarcas agregadoras não chega a 40 km”.

Não avançou

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou uma ação proposta por três entidades que representam a magistratura nacional.

A intenção era tornar obrigatória a correção anual nos salários do Judiciário.

Via errada

Fachin não chegou a apreciar o mérito do pedido, apesar de se mostrar, indiretamente, favorável à postulação.

O seu despacho foi no sentido do equivocado encaminhamento processual, o que estancou a apreciação do processo nas ´preliminares´.

Postagem

Ex-presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba, o juiz Horácio Ferreira de Melo Júnior (2º Tribunal do Júri de Campina Grande) publicará, em breve, os seus últimos 24 contracheques mensais, como forma de demonstrar que inexistem, aqui no Estado, os supersalários apregoados em vários Estados.

Vice…

O vice-prefeito pessoense Manoel Júnior reafirmou ontem que “o PMDB continua mais unido do que nunca” na Paraíba.

… ´Traduz´ Zé

“O que Maranhão tem dito é que o partido poderá ter candidatura própria a governador, e isso é natural para qualquer presidente de partido dizer. Estamos construindo uma relação e o PMDB hoje é governo na Capital, não um partido aliado. Faz parte da gestão. Então Maranhão compreende isso. Temos várias pendências dentro do partido, mas o que ele irá escutar na verdade é o clamor das bases que sinalizam a aliança das oposições”, acrescentou o vice.

Arte & fé

Em transação ´robustamente milionária´, a Igreja Universal do Reino de Deus comprou um dos terrenos mais amplos e ambicionados do centro de Campina Grande para erguer um novo templo.

É a área que fica ao lado do Teatro Municipal Severino Cabral.

Repaginado

Um João Dória (PSDB) comedido na fala, sem os habituais e contundentes ataques ao PT e ao ex-presidente Lula foi o que se observou ontem, em sua passagem por Campina Grande.

Explicando

“Não quero falar mal de ninguém. O discurso de ´nós contra eles´ não é a melhor proposta para o Brasil”, observou o prefeito de São Paulo.

Recaída

Mas, a certa altura, Doria bradou que “chega de populismo. O Brasil não suporta e nem suportará mais”.

Assumiu

Na ausência de Doria em ´Sampa´, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse ontem, com todas as letras, pela primeira vez, que quer disputar a eleição presidencial: “Eu quero ser o presidente do povo brasileiro, dos empresários que geram emprego, do trabalhador sacrificado do Brasil”.

Não decolaram

Pesquisa feita pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) mostra que apenas 1% dos livros vendidos no Brasil são digitais.

O reinado do papel no setor permanece forte.

Pensando longe

Em entrevista dada ontem em João Pessoa (Arapuan FM), Ricardo Coutinho sinalizou, nas entrelinhas, o que quer dessa ensaiada reaproximação com José Maranhão (PMDB).

– Maranhão tem o direito de disputar qualquer cargo. Ele tem uma folha de serviços prestados à Paraíba, fez um governo operoso e tem essa capacidade. Acho que nós também temos o direito de estabelecer a nossa candidatura. Nós mudamos conceitos e quebramos muitas pedras – discorreu o governador.

Em bom português: RC quer Zé candidato a governador para dividir as oposições e/ou assegurar a ocorrência de 2º turno.

Artur Bolinha e Aguinaldo Ribeiro estão virando aliados políticos?...

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