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Arimatéa Souza

quarta-feira, 31/05/2017

Paraibano quase vira líder

Olhar do magistrado

É oportuno destacar as declarações dadas ontem pelo juiz Sérgio Moro com relação às chamadas delações premiadas.

 “Sem a delação premiada não teria sido possível descobrir os esquemas de corrupção no Brasil, porque ela quebrou o tabu da confiança entre os criminosos”, argumentou o magistrado em evento do qual participou, em Portugal.

 

Dificuldade

“É muito difícil apurar. Para investigar esses crimes praticados em segredo usamos vários meios, entre eles a delação premiada. A ideia é usar um criminoso menor para chegar ao maior para pegar os grandes”, observou o juiz.

Lado bom

Para Moro, “a exposição e a punição da corrupção pública é uma honra e não uma vergonha. Embora no Brasil haja algumas visões negativas sobre o processo, existe um anseio na sociedade brasileira em termos um país mais limpo”.

Combate

“Não importa se a corrupção seja grande ou pequena. Ela é um mal que deve ser investigado e processado, pois pode adquirir aspecto mais grave quando se torna habitual e vira sistêmica”, enfatizou o juiz.

O detalhe

Sérgio Moro foi aplaudido de pé e apresentado como “uma das pessoas mais importantes do mundo”.

Fora de pauta

Presidente estadual do PSDB, o ex-deputado Ruy Carneiro disse ontem que na reunião da Executiva, realizada no dia anterior, “praticamente não se tratou” das eleições de 2018 no Estado, prevalecendo a análise da conjuntura nacional.

Distância

Sobre a crise nacional, Ruy ressaltou que “Temer é oriundo da chapa de Dilma. Não fomos nós que o colocamos nessa chapa e, consequentemente, no governo”.

Respaldo

Ainda conforme o ´tucano´, Temer entrou no governo “e, por uma questão de responsabilidade com o Brasil, o PSDB está participando do governo”.

Insustentável

“Acho a situação do governo Temer muito precária. Acho que não existe mais condição de o presidente continuar diante dos fatos expostos. Temos que buscar uma saída, e ela sendo consensual seria muito melhor”, avaliou o ex-deputado.

Rigor

Para Ruy Carneiro, se o senador Aécio Neves (presidente nacional do PSDB) “tiver que ser punido, vai ser punido. Se tiver que ser cassado, vai ser cassado. Aqui no PSDB da Paraíba nós não fazemos o jogo do protecionismo”.

De olho na urna

A ex-primeira dama de Campina Grande, Ana Cláudia Vital do Rêgo, atual chefe de gabinete executiva do Gabinete Civil do governador, disse ontem ao colunista que “continuo com o intento de colocar o meu nome à disposição”, para concorrer a uma cadeira na Assembleia Legislativa, em 2018.

 

Mesma trilha

Ana observou que o PMDB campinense “tem mantido a coerência” e preservado o apoio ao governador Ricardo Coutinho (PSB), conforme aliança celebrada em 2014.

Acanhada

Na sua avaliação, a atual representação de Campina Grande na Assembleia Legislativa “é um tanto quanto tímida”.

Regulamentação

O Senado aprovou ontem o projeto que cria um comitê de transição de governo a cada troca de chefe do Poder Executivo, em níveis federal, estadual e municipal.

TCE

O autor do projeto é o senador Cássio Cunha Lima, que creditou ao Tribunal de Contas da Paraíba a inspiração da proposta.

Procedimento

O texto determina que a iniciativa de criar o comitê de transição, com integrantes das áreas de gestão administrativa, financeira, patrimonial e de pessoal, caberá ao chefe do Executivo que estiver encerrando o mandato, no prazo de dez dias após a homologação do resultado das eleições.

Limbo

“Hoje não existe nenhuma regra, nenhuma norma que obrigue que um prefeito que esteja deixando o seu mandato faça a transição com quem venha a substituí-lo”, observou CCL.

Abrigo das chuvas

O deputado Rômulo Gouveia (PSD) informou ontem que conseguiu junto à direção da Infraero a colocação de fingers (acesso móvel dos terminais de embarque dos aeroportos até a porta do avião) para os aeroportos de João Pessoa (3) e Campina Grande (2).

O detalhe

Será um equipamento adaptado – como o que foi instalado em Joinville (SC) -, devido à altura limitada (pé direito) dos referidos terminais.

Ligado

Rômulo disse ontem na Rádio Caturité que no período de convalescença da cirurgia “não me desliguei um só dia”. “Li diariamente a coluna Aparte”, acrescentou.

Devastador

Levantamento divulgado pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) mostra que “o crack não para de avançar em 558 das 645 cidades existentes no Estado de São Paulo”.

Quase líder

Apesar da carga de pressão do presidente Michel Temer, a bancada do PMDB no Senado decidiu, ontem, manter o alagoano Renan Calheiros na liderança, mediante o compromisso da parte dele de deixar de atacar Temer e sua equipe.

O nome que estava sendo cotado para o cargo era o do paraibano Raimundo Lira.

“Os vice-líderes estão aí para falar pela bancada quando Renan não concordar”, assinalou Lira.

A vantagem que Temer tem sobre Dilma: não ter vice...
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