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Arimatéa Souza

quinta-feira, 04/01/2018

O ´xadrez´ de Zé

Efeitos no cotidiano

Em entrevista dada à TV Itararé, o presidente da CDL de Campina Grande, empresário Artur Bolinha Almeida, enfatizou que “a sensação de insegurança tem crescido muito, e afeta não só o comércio, mas a sociedade em geral”.

Desproporção

“Eu não percebo, em Campina, por parte do Estado, a mesma atenção no item segurança que a gente percebe em João Pessoa”, observou o empresário, para reforçar que “é preciso que Campina tenha a mesma atenção que a Capital tem recebido”.

Rodou

A direção nacional do Democratas vai tirar o senador Agripino Maia (RN) da presidência do partido.

Timoneiro

O ´leme´ será entregue ao prefeito de Salvador (BA), Antonio Carlos Magalhães Neto.

A convenção será no dia 6 de fevereiro.

Só lembrando

Agripino ficou com o prestígio chamuscado por ter o seu nome investigado na Operação Lava Jato.

Salto triplo

O vereador (licenciado) e secretário de Esporte e Lazer de Campina Grande, Teles Albuquerque (PSC), fez uma declaração inesperada, ontem, na ´Panorâmica FM´.

Bifurcação

Após sublinhar que o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) está “com muita vontade” de disputar o governo estadual, e que “a humildade dele tem atrapalhado”, Teles se apartou do projeto oposicionista.

´Mão amiga´

Indagado se votaria em José Maranhão (PMDB) ou Luciano Cartaxo (PSD), na hipótese de Romero não figurar na disputa, o secretário da PMCG afirmou que “se só tiver os dois, tem um nome na situação que é mais simpático: doutora Lígia Feliciano (PDT)”.

Endosso

“É uma mulher limpa. Ela é um forte nome na disputa”, acrescentou.

Resgate menor

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a recuperação de dinheiro pela ´Lava Jato´ recuou 90% em 2017, na comparação com o ano anterior: de R$ 8 bilhões para R$ 839 milhões.

Da boca de…

“… Eu não tenho dúvidas de que as oposições estão unidas. Ter mais de uma candidatura não é sinônimo de que não esteja havendo união das oposições, mas sim de que há várias estratégias para se chegar ao objetivo final. Eu prefiro a estratégia de uma candidatura só…” (Ruy Carneiro, presidente do PSDB na Paraíba).

Pelos ares

Dados divulgados pelas associações que reúnem as empresas aéreas comerciais de todo o mundo mostram que houve no ano passado 36 milhões e 800 mil voos.

Controle

A STTP assume hoje a gestão do serviço de ´Zona Azul´ (estacionamento rotativo) em Campina Grande, com o término do período de concessão às entidades que administravam o setor.

O detalhe

A estimativa da STTP é de que o novo processo licitatório seja concluído em até 90 dias, segundo o superintendente Félix Neto.

Pra ficar

Mas na noite de ontem, em entrevista à TV Itararé, o secretário de Planejamento e Gestão da PMCG, André Agra, informou que a STTP assumirá em definitivo o gerenciamento do ´Zona Azul´.

Soma zero

A recente e polêmica decisão do Ministério da Saúde – de enviar os recursos do SUS aos municípios sem fixar os critérios de aplicação – foi interpretada pela secretária de Saúde de Campina Grande, Luzia Pinto, como algo “nulo” para a cidade.

Déficit

A explicação foi objetiva: “Em todos blocos (Atenção Básica, Samu, média e alta complexidade, entre outros) os recursos são insuficientes”.

Gargalos

Luzia citou, em entrevista à Rádio Caturité, dois exemplos de estrangulamento de serviços na cidade: 39 municípios que não estavam pactuados com Campina e mesmo assim enviam os seus pacientes “desde o ano de 2010”.

E o fato de o SUS pagar 10 reais por uma consulta médica.

Remuneração

A tabela geral de procedimentos do Sistema Único de Saúde não é atualizada há 16 anos.

E as defasagens mais gritantes são nas áreas de neonatologia e pediatria.

´Subsídio´

A secretária de Saúde mencionou o caso do exame ecocardiograma.

O SUS paga 39 reais pelo procedimento, mas a SMS não consegue contratar no mercado por menos de 160 reais, tendo que completar a diferença.

Sob demanda

Num mundo que, cada vez mais, reprime o açúcar, a Coca Cola vai lançar experimentalmente, no México, uma bebida à base de ervilha, grão de bico e soja.

É adoçada com o adoçante natural Stévia.

Da boca de…

“… Maranhão é o meu candidato…” (senador Raimundo Lira, MDB, ontem, em entrevista, sobre a sucessão estadual).

´Cirúrgico´

José Maranhão (MDB) voltou a ocupar a mídia pessoense, ontem, com dois nítidos objetivos: buscar dar credulidade à sua pré-candidatura a governador e ampliar, aos olhos do eleitorado, as braçadas que o separam do prefeito/candidato Luciano Cartaxo (PSD).

Relegado

No caso do prefeito, Zé grifou que o seu partido “não tem sido consultado sobre absolutamente nada” acerca dos “rumos do governo”.

´Pegue a caneta´

De forma cômoda, JM foi além com um discurso só digerido pacificamente pelo destinatário em período eleitoral: “Se o prefeito Cartaxo está se sentindo incomodado ou não está gostando da presença do MDB no seu governo, é muito simples: faça a demissão (dos filiados que ocupam cargos), use a sua prerrogativa”.

Os divórcios existem

O senador ainda se permitiu usar a esgrima adicionalmente: “Acabou o casamento indissolúvel na política”.

E emendou: “Nunca existiu uma aliança para eleger Luciano Cartaxo governador. Como não digo que isso não pode acontecer. Mas, no momento, não existe, porque o MDB tem um candidato”.

– Quando o partido lançou o nosso nome (como candidato) não foi para fazer graça, foi para valer – ressaltou o senador.

Qual o ´projeto´ de Maranhão para Romero Rodrigues?...

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