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Arimatéa Souza

terça-feira, 24/07/2018

O sinal de vida do DEM

´Ciganos´

Os três líderes nas pesquisas da sucessão presidencial (sem Lula no páreo) – Jair Bolsonaro (PSL), Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) – já trocaram de partido mais de 15 vezes ao longo dos últimos anos, conforme levantamento do jornal O Globo.

A saber: Bolsonaro já passou por 6 partidos; Marina, por 4; e Ciro, por 7.

 

 

O passeio…

Ciro: PDS, PPS (antigo PCB), PMDB, PSDB, PSB, PROS e PDT.

De…

Marina Silva: PT, PV, PSB e Rede.

… Cada um

Bolsonaro: PDC, PPB, PTB, PFL, PSC e PSL.

 

Da boca de…

“… Sem novidades na velha política. Em troca de tempo do horário eleitoral, Geraldo Alckmin se alia até a ex-presidiários (partidos do chamado ´Centrão´). Já sabemos os interesses deles: mordomias, jatinhos, imposto sindical. A farra com o nosso dinheiro…” (João Amoêdo, pré-candidato à Presidência da República pelo Partido Novo).

Bom lembrar

Com o PP, o que vale é a ata a ser registrada na Justiça Eleitoral, em meados de agosto.

Hoje

Tem sequencia logo mais às 10h o ciclo de debates da Associação Comercial de Campina Grande com os pré-candidatos ao governo estadual.

Hoje será a vez de João Azevedo (PSB).

Ungido

O servidor público Tárcio Teixeira foi formalmente alçado à condição de candidato a governador pelo PSOL, no final de semana, em João Pessoa (campus da UFPB).

Emocionado

“Foi uma das atividades mais empolgantes do PSOL na Paraíba”, comentou Tárcio com o colunista.

Bandeiras

Entre as propostas do partido estão algumas que miram diretamente a atual gestão estadual: revisão da Lei Orgânica da Polícia Civil; reabertura das escolas estaduais fechadas ao longo dos últimos anos; cancelar a terceirização de atividades nas áreas da Saúde e Educação; e regularização dos repasses financeiros aos demais poderes e à UEPB.

Mão dupla

No caso pontual desses repasses, Tárcio salientou que “não dá para reivindicar” a regularização, sem cobrar que desses órgãos que “combatam os privilégios internos”.

Fechada

O PSOL homologou a chapa completa e deverá se coligar com o PCB.

Além de Tárcio, Adjany Simplicio é a ´cogovernadora´; os professores Nelson Júnior (UEPB) e Nivaldo Mangueira (UFCG) concorrem ao Senado, tendo como suplentes Fabiano Galdino e Alécio Costa, e Leonardo Padilha e José Marcílio, respectivamente.

O detalhe

O PSOL homologou 11 candidatos à deputação estadual e 8 à deputação federal.

Deliberar

A Executiva estadual do PTB vai se reunir na próxima semana para definir as últimas pendências relacionadas às eleições no Estado.

´Vaga pra gente´

Ontem, em entrevista na ´Arapuan FM´, o deputado federal Wilson Filho (que vai tentar este ano uma cadeira na Assembleia Legislativa) declarou que o seu partido “certamente é, senão o maior, o segundo maior partido da base do governo do Estado. Não irei fazer nenhum tipo de contrassenso, mas acho natural que o PTB faça parte da chapa majoritária”.

Em aberto

Wilson Filho destacou que o PTB ainda não definiu apoios em termos de Senado Federal.

Camarada

O sindicalista José do Nascimento Coelho (PCdoB) é o novo gerente da Casa da Cidadania em Campina Grande.

Debate

O deputado estadual Manoel Ludgério, vice-presidente do PSD no Estado, é o entrevistado de hoje no programa ´Ideia Livre´ da TV Itararé, que começa às 22h15 no canal 18.1 (digital) e 19 (analógico), em Campina Grande, ou pela internet, no endereço eletrônico www.tvitarare.com.br

Em aberto

Por falar no PSD, a reunião ocorrida no último final de semana, em Campina Grande, foi inconclusiva.

Foi marcada uma outra para esta semana, provavelmente amanhã.

Costura

O PSD, que foca na eleição para deputado estadual, dialoga uma coligação proporcional com outras legendas, entre as quais PTC, PSDC e PRTB.

Flerte

O deputado Renato Gadelha (PSC) revelou ontem na ´Panorâmica FM´ que o seu partido mantém no momento conversações com “o PRB do deputado Hugo Motta; PROS do deputado André Amaral; e o PDT do deputado Damião Feliciano”.

Ruídos

Dois fatos aparentemente desconexos serviram para embalar, ontem, conjecturas envolvendo o Democratas aqui no Estado e um possível afastamento da base de apoio do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Fato 1

O Democratas, juntamente com outras legendas, firmaram na última quinta-feira uma aliança em torno do presidenciável tucano Geraldo Alckmin (PSDB).

E isso gerou a expectativa de reprodução dessa aliança em alguns Estados.

Fato 2

No final de semana, o ex-senador Efraim Morais, que preside o DEM no Estado, encontrou-se (presumivelmente de forma casual) com o pré-candidato a governador Lucélio Cartaxo (PV) na cidade de Santa Cecília.

Andar de cima

Bem ao estilo do DEM, o ex-senador limitou-se a dizer que tem agendada para os próximos dias uma conversa com a direção nacional do partido, na expectativa de recolher a reafirmação da autonomia local para a definição de alianças.

Livre atirador

De sua parte, Lucélio lançou mão da frase genérica, mas com sabor de aceno: “Não fechamos a porta para ninguém”.

Valorização

Toda essa movimentação acima pode levar à consolidação do nome de Efraim como candidato a vice na chapa de João Azevedo (PSB), uma já antiga reivindicação do DEM colocada em ´banho-maria´ pela turma do ´óleo de girassol´.

Dito bem longe

Mas é possível aditar nesses fatos aleatórios – ou desconexos, como queiram – uma recente declaração do deputado federal Efraim Filho à Rádio Eldorado/Estadão, de São Paulo, quando se afunilava a opção por Alckmin: “(Vamos apoiar) quem conseguir fortalecer os projetos de protagonismo do DEM nos Estados. O DEM não tem governadores e esses palanques locais podem ser a costura que leve o partido a tomar a decisão”.

O senador Cássio está afastado dos entendimentos com o PP?...
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