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Arimatéa Souza

segunda-feira, 19/04/2021

O recado ao vivo do ministro

Vida longa ao Rei

Há décadas o Brasil tem um ´patrimônio´ vivo, que beira o consenso: o cantor e compositor Roberto Carlos, que festeja hoje 80 anos de vida e que, por acumulado merecimento, é chamado de ´nosso Rei´.

Às vésperas da data marcante, ele distribuiu uma mensagem aos fãs inumeráveis, digna de seu prestígio e em sintonia com a quadra histórica que estamos vivendo, ainda sem hora para cessar. Seguem alguns trechos.

Crença

“A ciência é quem realmente pode orientar o povo sobre o que deve ser feito em relação à vacina, a importância da vacina. Defendo a ciência e tudo que alguém diz em nome da ciência.

Indispensável

“Me vacinei, estou mais tranquilo e agora estou para receber a segunda dose da vacina. Mas estou mantendo os mesmos cuidados de sempre. Repito: a vacina é muito importante e todos devem se vacinar. Vacina sim!”

´Meu presente´

“O que eu quero pedir é que levem a sério, que sigam rigorosamente as orientações das autoridades do setor de saúde. Usem máscaras, lavem as mãos, usem álcool em gel, mantenham o distanciamento social o máximo possível e tomem vacina. Isso com certeza vai ajudar muito a acabar com esse problema.

Lacuna

“Sinto falta do palco, das luzes e principalmente da plateia. De estar de frente para o público em contato direto com as pessoas, dos sorrisos, dos olhares, desse carinho e desse amor que eu recebo nesse momento em que estou no palco. Sinto falta sim, mas isso vai passar e daqui a pouco a gente está de volta.

Sonhador

“Eu sou, aos 80 anos, o mesmo de sempre. E chegar aos 80 anos não me assusta porque isso vem acontecendo gradativamente. O importante é que eu me sinto bem e me sinto com menos idade do que a que tenho. Sou um cara com muitos sonhos aos 80 anos”.

O detalhe

Roberto Carlos revelou que segue na dependência de um antigo ´vício´, que não pode faltar na geladeira de sua casa: sorvete.

Convergência

Cada vez mais desancado do bolsonarismo, o deputado federal Julian Lemos (PSL-PB) flerta com a aproximação do governador João Azevedo (Cidadania): “Eu acho João um governador sério. Se ele apresenta resultado, acho difícil não ver legitimidade em sua reeleição”.

Colaboração

Em recente entrevista a uma emissora de rádio da Capital, Julian comentou que “tenho procurado ser base da Paraíba. Eu não sou base do governo de João, mas tenho ajudado o governo dele. Não ele, mas o Estado como os recursos que tenho enviado para a segurança”.

Simpatia

“O governador tem sido muito cordial comigo, isso é algo muito bacana. Tenho minhas ressalvas em relação à segurança. Mas, por outro lado, vejo a seriedade que esse governo tem tratado as ações de enfrentamento à Covid. Eu sou simpático ao governo que ele está fazendo”, acrescentou o deputado.

Em tempo

A revista Veja publicou, dias atrás, que a negociação para Jair Bolsonaro voltar ao PSL emperrou.

Sem…

“O motivo principal do impasse tem nome, sobrenome e o presidente conhece muito bem: Julian Lemos, deputado federal pela Paraíba e um ex-amigo que o capitão deixou no partido”, relata a publicação.

… Reconciliação

´Veja´ informa adicionalmente que “o descarte de Julian Lemos, porém, não foi aceito pela cúpula do PSL, comandado por Luciano Bivar e Antonio Rueda. Diante do impasse, as conversas esfriaram”.

Tudo ao…

Ao ser instado a falar sobre O Maior São João do Mundo, o prefeito Bruno Cunha Lima (PSD) observou que “nós sabemos a importância do São João, não só para Campina, mas para toda a Paraíba. Mas todo mundo concorda que esse não é o momento para São João ser prioridade, num período de pandemia que nós estamos trabalhando pra vacinar as pessoas”.

… Seu tempo

“Não digo cancelamento do São João, pois ano passado nós tivemos algumas ações que destacaram Campina em relação a outras cidades. Mas quero deixar claro que o São João, nesse formato como vinha sendo realizado há mais de 30 anos, ele não vai acontecer (este ano). Nós pretendemos ornamentar a cidade e preparar o clima junino para ser vivenciado dentro das regras no combate à pandemia”, situou BCL.

Resgate

No encerramento da 58ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), realizada este ano de forma remota, os bispos divulgaram uma mensagem direcionada ao povo brasileiro.

Leia trechos.

Fotografia atual

“O Brasil experimenta o aprofundamento de uma grave crise sanitária, econômica, ética, social e política, intensificada pela pandemia, que nos desafia, expondo a desigualdade estrutural enraizada na sociedade brasileira. Embora todos sofram com a pandemia, suas consequências são mais devastadoras na vida dos pobres e fragilizados.

Voz

“Sempre que assumimos posicionamentos em questões sociais, econômicas e políticas, nós o fazemos por exigência do Evangelho. Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada.

Exigências

“Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade. Por isso, nesse momento, precisamos continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais.

Repulsa

“São inaceitáveis discursos e atitudes que negam a realidade da pandemia, desprezam as medidas sanitárias e ameaçam o Estado Democrático de Direito. É necessária atenção à ciência, incentivar o uso de máscara, o distanciamento social e garantir a vacinação para todos, o mais breve possível.

Socorro

“O auxílio emergencial, digno e pelo tempo que for necessário, é imprescindível para salvar vidas e dinamizar a economia, com especial atenção aos pobres e desempregados.

SUS

“É preciso assegurar maiores investimentos em saúde pública e a devida assistência aos enfermos, preservando e fortalecendo o Sistema Único de Saúde. São inadmissíveis as tentativas sistemáticas de desmonte da estrutura de proteção social no país.

Repúdio

“Rejeitamos energicamente qualquer iniciativa que intente desobrigar os governantes da aplicação do mínimo constitucional do orçamento na saúde e na educação.

Futuro ameaçado

“A educação, fragilizada há anos pela ausência de um eficiente projeto educativo nacional, sofre ainda mais no contexto da pandemia, com sérias consequências para o futuro do país.

Comportamentos

“Preocupa-nos também o grave problema das múltiplas formas de violência disseminada na sociedade, favorecida pelo fácil acesso às armas. A desinformação e o discurso de ódio, principalmente nas redes sociais, geram uma agressividade sem limites.

Intolerável

“Constatamos, com pesar, o uso da religião como instrumento de disputa política, justificando a violência e gerando confusão entres os fiéis e na sociedade”.

Pura sensatez

Recado que deixou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na sua passagem sábado último por Campina Grande: “É o momento de nos unirmos em prol da saúde pública. O legado que essa pandemia deve deixar não é de intrigas, mas sim do fortalecimento do sistema de saúde pública do Brasil”.

Fernando Henrique Cardoso na TV Itararé...
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