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Arimatéa Souza

sexta-feira, 10/07/2020

O ´namoro´ avança

Conselho do vice

O vice-prefeito campinense, Enivaldo Ribeiro (Progressistas), comentou ontem que o prefeito Romero Rodrigues (PSD) “tem que ter muito cuidado nessa escolha (do candidato à sua sucessão), porque se trata de uma decisão que influenciará diretamente na sua vida política, já que ele está finalizando um mandato”.

“Tudo tem que ser pesado, medido e contado”, reforçou.

Postulantes

Na ´Campina FM´, Ribeiro disse que “a relação” com o prefeitável Tovar Correia Lima (PSDB) “é muito boa”, mas ressalvou que “isso não quer dizer que não tenha uma boa relação com Bruno Cunha Lima (PSD)”.

Interação

Enivaldo se permitiu uma observação adicional: “Tovar nos procura. Ele é quem tem construído isso. Ele busca esse contato, e isso faz muita diferença em uma campanha”.

Receita

Para o vice, “quem mostrar que será ao menos um prefeito parecido com Romero, tiver essa boa relação e construir melhor, é quem vai levar a melhor”.

Conclamação

De sua parte, o deputado Pedro Cunha Lima, presidente do PSDB/PB, exortou ontem que “é preciso que tenhamos um espírito coletivo, colaborativo e, através da condução do prefeito Romero, teremos um desfecho para apresentar esse nome, e que possamos discutir o que importa, que é um desenho administrativo, que é trazer uma alternativa de sucessão, de sequência de um exitoso trabalho”.

Colchão

Levantamento do jornal Valor Econômico (SP) mostrou que o governo federal já desembolsou, durante a pandemia, R$ 122 bilhões e 170 milhões para o pagamento do auxílio emergencial e Bolsa Família, o que contribuiu para amortecer uma queda de 2 pontos percentuais do PIB (produto interno bruto) deste ano, que será negativo.

Da boca de…

“… A gente não pode levar uma campanha em João Pessoa pedindo para o cidadão levantar a calça e mostrar a tornozeleira. A cidade precisa de um gestor que tenha coerência, tenha coragem, mas que tenha capacidade de gestão. Não precisamos fazer política com molecagem…” (deputado estadual e prefeitável Walber Virgolino (Patriota).

Agora é Lula

“O problema é que eles (procuradores da República) transformaram a Lava Jato em um partido político. Pesquisem como vivem hoje os delatores. O que eles fizeram foi legalizar a corrupção. Quebraram as empresas e, ao invés de punir os donos, puniram os trabalhadores. Quem roubou, que pague pelo que fez! Agora, o que não pode, é quem não fez (nada de ilegal) ser condenado. O Moro é mentiroso”.

Ontem, em entrevista à Rádio Gaúcha (RS).

Perto do céu

A falta de pagamento de contas motivada pelo desemprego cresceu 12 vezes (1.123,59%) na quarentena, de acordo com levantamento da empresa Deep Center, de gestão da informação, análise de dados e inteligência artificial.

Mutilação

Conforme o Jornal Nacional de ontem (Rede Globo), o setor de transporte público no Brasil já demitiu, durante esse período de pandemia, 56 mil trabalhadores.

Estimativa

“O vírus continuará se disseminando e não temos uma epidemia única no Brasil, temos várias. Em alguns lugares, as mortes vão diminuir, em outros, não. O conjunto disso tudo é que vamos ter muitas mortes ainda em julho e agosto. Tenho esperança de que, a partir de setembro, as coisas comecem a ficar menos graves”.

Médico e escritor Dráuzio Varella.

Ramificado

O Ministério da Saúde informou que o coronavírus já chegou em 5.371 cidades brasileiras (96,4% do total).

´Dia do sim´

O ex-senador Cícero Lucena (Progressistas) botou o pé na estrada, ontem, para valer. E disse, com todas as letras, que vai novamente disputar a Prefeitura de João Pessoa.

Auscultação

Em ´live´ realizada, Lucena disse que “tenho ouvido as ruas de nossa cidade”, das quais tem recolhido “estímulo, incentivo e convocação”, na perspectiva de “alargar a minha vontade de servir à vida pública”.

“Chamamento”

“Esse chamamento é maior do que a comodidade. É maior, porque vem com o objetivo de fazer com que a gestão do município tenha a capacidade e a determinação de enfrentar os seus desafios”, verbalizou o prefeitável, que externou a vontade de “preparar a cidade para o seu verdadeiro papel de metrópole”.

Olhar pra frente

Para Cícero, “é momento de reflexão. Não é momento de briga ou rancor; nem de projetos pessoais ou de vaidade de ocupar cargos”.

Ele disse querer “pensar e fazer a antecipação do futuro”.

Afunilamento

Cícero tornou a sinalizar positivamente para uma possível composição com o governador João Azevedo (Cidadania).

“Não vamos discutir ideologia, mas o bem que podemos fazer à nossa cidade. Esse é que deve ser o foco. João Azevedo tem priorizado os problemas da saúde e da pandemia, em relação a uma eventual candidatura a prefeito”, ressaltou o ex-senador.

A disputa Tovar X Bruno está ´surda´, mas cada vez mais ruinosa...
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