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Arimatéa Souza

segunda-feira, 23/04/2018

O ´mago´ parte para o ataque

Quase todos ´pendurados´

Em sua edição dominical, o jornal Folha de São Paulo veiculou reportagem mostrando que entre os 20 políticos cotados para disputar a presidência da República em outubro, ao menos 15 são alvo de casos em tribunais do País.

São mais de 160 os processos envolvendo presidenciáveis.

Largada

Durante a solenidade de posse do prefeito Luciano Cartaxo (JP), sábado último, como novo presidente estadual do Partido Verde, o presidente estadual do partido, José Luiz Penna, afirmou que “a mudança política no Brasil começa na Paraíba”.

Clorofila

“A capital mais verde do país agora tem a maior militância verde Brasil”, verbalizou o prefeito em seu discurso de posse.

Inovar

De acordo com as suas palavras, “é possível fazer um novo modelo de gestão”, unindo “trabalho, resultado e cuidado com as pessoas”.

Plataforma

Ao discursar, o pré-candidato a governador, Lucélio Cartaxo, ponderou que a política também deve ser o “espaço da esperança e das novas conquistas”.

Etapa seguinte

“Agora, vamos seguir com o diálogo com a população e com os partidos, fazendo um plano de governo em sintonia com os interesses reais dos paraibanos”, enfatizou Lucélio.

Parceiro

Na mesma solenidade, o senador Raimundo Lira (PSD) destacou que “em Brasília, trabalhamos pelos municípios paraibanos, ajudando as administrações, independente de questões políticas”.

Setor crítico

“A Paraíba e o Brasil precisam melhorar na área de segurança pública e, neste sentido, eu tenho legislado sempre nesta direção, da segurança e do bem estar social da população paraibana e brasileira”, assinalou o senador.

Remédio

Adiante, Lira frisou que “tenho definido que a corrupção no Brasil só vai acabar quando esse crime hediondo for considerado crime de terrorismo, porque os seus efeitos danosos são iguais. Quando alguém rouba o dinheiro da saúde não se sabe quantas crianças e quantos idosos morreram por conta desse roubo”.

Brejo

O bloco governista concentrou-se, no final de semana, na cidade de Esperança, onde ocorreu mais uma rodada das plenárias do Orçamento Democrático (OD).

Girassol

O deputado Veneziano (PSB) demonstrou que vestiu pra valer a camisa socialista: “Eu tenho um projeto a defender que é o projeto de Ricardo Coutinho, que deu certo na Paraíba. E o que a oposição representa é o retrocesso”.

Insignificantes

Instado a falar sobre a restrição que setores do PT/PB fazem à sua indicação para disputar uma cadeira no Senado, o ´V´ respondeu que “são pequeníssimos registros que você pode contar aqui e acolá”.

Ao largo

“Não há problema, não vou polemizar a respeito disso. Por que me preocupar com relação a resistências tão pequenas, nucleares, contadas nos dedos?” – indagou.

Memória

Se Veneziano houvesse se inspirado numa frase de apelo popular, bem ao gosto de seu pai, Vital do Rêgo, diria que ´essas resistências eu como com farinha´.

Circulando

O pré-candidato a governador pelo PSB, ex-secretário João Azevedo, também esteve em Esperança e aproveitou para se reunir com prefeitos da região.

Prazeroso

Ele disse que é gratificante vestir o figurino de candidato situacionista: “É um governo que tem o que mostrar. Ele tem uma história em cada cidade da Paraíba”.

Indiferente

“Eu não tenho muita preocupação com a oposição. Eles já têm problemas demais, e eles lá que resolvam”, emendou João, atestando que “há uma indefinição clara de apresentação de candidatos” do ´outro lado´.

Sequenciar

Conforme o socialista, “a Paraíba fez uma caminhada diferente, e é essa caminhada que a gente quer que permaneça”.

Flexível

Ele renovou que está aberto a “todos os partidos que quiserem sentar conosco e entender que esse é o melhor projeto para a Paraíba. Nós estamos dispostos para conversar”.

Alfinetada

João Azevedo foi até provocativo: “A chapa (oposicionista) parece que vai ser decidida numa sala de jantar”, numa referência ao grau de parentesco de prováveis postulantes na chapa majoritária.

Cadeira vazia

A vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) não compareceu à plenária do OD.

Frágeis

Ricardo Coutinho estava com as garras afiadas.

Após garantir que “nós vamos vencer as eleições”, ele observou que “os adversários não conseguem fazer uma crítica ao governo”.

Meia volta

“Quando falam até sobre segurança pública são desmoralizados e, no dia seguinte, recuam”, exemplificou.

Inserido

Para RC, “ninguém melhor do que quem sai de dentro do projeto (João Azevedo), e conhece talvez melhor do que eu a Paraíba, para representar esse projeto”.

Aval

O socialista avançou nos afagos ao ex-auxiliar: “João Azevedo tem postura, resolutividade, respeito e ética. Fará um governo melhor do que o meu, porque as bases foram feitas. A Paraíba nunca avançou tanto como nos últimos oito anos. Ele será responsável pelo salto sobre o salto atual”.

Inconsistentes

A partir desse ponto da entrevista que concedeu, o governador subiu o ´sarrafo´: “Do outro lado simplesmente não tem ninguém, porque são candidaturas que não são verdadeiras. São blefes!”

Antenados

“Eles estavam blefando no início do ano e eu disse isso. Eu disse que os prefeitos de Campina (Romero) e de João Pessoa (Luciano) não sairiam, porque eles sabem ler pesquisas e sabem a força do governo estadual, que é muito forte; que a população está satisfeita com os rumos da Paraíba”, discorreu.

Parentesco

Avançou Ricardo: “Quando fazem uma pergunta menos profunda, eles não sabem dar a resposta. O irmão (Lucélio) de um prefeito, essa é a credencial de alguém. Eu nunca vi isso: querer governar um estado porque é irmão de um prefeito”.

Se colar…

Coutinho prosseguiu na ofensiva: “O irmão de um prefeito se lançou candidato para ter a possibilidade de negociar um lugar na chapa majoritária. Foi essa a estratégia.

… Colou

“Outro candidato ao Senado (Cássio), vendo a sua situação complexa, terrível, a pior situação de todos os anos e anos onde só soube viver da política, então vendo a sua situação se estreitando cada vez mais, mais difícil, exatamente por sua postura, com um mandato que nunca serviu à Paraíba, resolve rifar todos os demais cargos da chapa majoritária”.

Acomodações familiares

O governador completou: “E o irmão do prefeito (Lucélio), que queria na verdade ser candidato a senador, se lançou candidato a governador. Esse candidato à reeleição no Senado, imediatamente disse é o irmão do prefeito, bota ele, nós apoiamos ele, para se livrar dele”.

– É isso o que está acontecendo do lado de lá. Aí dizem, a mulher (Micheline) do outro prefeito (Romero) vem para a chapa. Ai outro prefeito (Luciano) indica a mulher (Maysa) como suplente de um senador (Lira) que está com medo de perder este ano. Esse é o retrato da oposição. Ela não tem história nem programa de governo. E não tem candidatos! – concluiu RC.

A ´lama´ de Aécio pode contaminar todos os ´ninhos´ tucanos pelo Brasil...

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