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Arimatéa Souza

quinta-feira, 11/01/2018

O alerta do ´príncipe´

O ´expurgo´ de Zé

Ao cabo de uma reunião realizada ontem, a Executiva do MDB/JP (presidida pelo vice-prefeito Manoel Júnior) divulgou nota acentuando que “a unidade das oposições em torno de compromissos programáticos é o melhor caminho para garantir o desenvolvimento da Paraíba nos próximos anos”.

“Com relação à composição da chapa majoritária, a Executiva respeita e admite como legítimas as diversas postulações apresentadas, mas defende que seja escolhido como candidato a governador das oposições o nome melhor posicionado nas pesquisas de intenção de voto até este momento”, enfatiza o documento, aludindo indiretamente ao prefeito Luciano Cartaxo (PSD-JP).

Simples assim

Resumo: o MDB pessoense disse ´não´ à pré- candidatura de José Maranhão ao governo.

Tá secando

A Aesa informou que a barragem Coremas/Mãe D´Água – que abastece aproximadamente 30 cidades do Sertão paraibano – está com menos de 50 milhões de m3 d´água.

A barragem tem potencial para acumular 1 bilhão 250 milhões de m3.

Destino

O sumido deputado estadual Inácio Falcão (ex-PTdoB) informou ontem que está conversando sobre a sua próxima filiação partidária.

As chances maiores estão para a disputa da reeleição pelo PPS ou pelo PCdoB.

Abriu o cofre

O presidente Michel Temer decidiu liberar R$ 10 bilhões em obras para ´sensibilizar´ a parte mais resistente de sua base política quanto à aprovação da reforma previdenciária no próximo mês.

O ´cara´

O homem da economia na campanha do presidenciável do PSDB e governador de São Paulo Geraldo Alckmin já foi definido: será o economista e ex-presidente do Banco Central Pérsio Arida (um dos ´pais´ do Plano Real).

Aglutinação

Cientista político e militante do PT, o professor da UFCG Hermano Nepomuceno defendeu ontem que o seu partido consolide no Estado um “polo aglutinador, no campo democrático, que se oponha ao governo Temer e a essa política econômica perversa”.

Articulador

Esse polo seria integrado pelo PT, PSB, PDT e PCdoB, sob a coordenação do governador Ricardo Coutinho, “que assumiu um posicionamento claro, explicito e corajoso contra o golpe” (destituição de Dilma Rousseff).

Prático

Confrontado com o fato de Ricardo ter em sua base partidos aliados de Temer, como o Democratas, o petista ponderou que o importante “é que o comando político (da aliança) seja democrático e progressista”.

“Ai (esses partidos) servem (apenas) para a agregação”, completou.

 

Da boca de…

“… Vou conversar com o senador Cássio para ver o que é que a gente pensa em torno de eleição (para governador). A lógica recomenda que a gente tenha uma única candidatura que una esse grupo da oposição e possamos sair fortalecidos…” (prefeito Romero Rodrigues, PSDB).

De ´rombo´

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) virou réu ontem pela 20ª vez, novamente acusado de cobrar (e receber) propina.

Garimpo

É oportuno resgatar (e realçar) alguns trechos do mais recente artigo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com o seu olhar sempre diferenciado sobre o País e o mundo. Confira a seguir.

Proativo

“Fui formado com a obsessão da dúvida metódica cartesiana. A certa altura, lendo (Blaise) Pascal (teólogo francês), percebi que mesmo para os mais crentes o caminho da salvação não se encontrava no cômodo embalar da fé sem pitadas de dúvidas. Melhor tê-las e tentar responder, com a lógica (e a esperança), ao demônio da descrença.

Dianteira

“Nas pesquisas brasileiras de opinião, pelo menos até agora, sem o quadro eleitoral formado, despontam um capitão irado de cujas propostas pouco se sabe e um líder populista sobre o qual pesam acusações (e mesmo condenações) que destroem o sonho que outrora representou.

Lenitivo

“Será que o Bolsa Família (que se originou em governos anteriores e sem tanto alarde) foi suficiente para amortecer a consciência popular e fazer crer que a esperança em dias melhores se contenta com migalhas?

Sem ilusões

“Que não se iluda o leitor: o pior pode sempre acontecer. Evitá-lo depende de cada um e de todos nós. Não há fé cega na Razão ou nos bons propósitos que barre o Irracional se não se criarem alternativas que impeçam o pior de prevalecer, pela guerra ou pelo voto. As consequências, já dizia o conselheiro Acácio do Eça de Queiroz, vêm sempre depois…

O risco do racha

“O Brasil precisa, urgentemente, de bom senso. Se as forças não extremadas se engalfinharem para ver quem entre vários será o novo líder e não forem capazes de criar consensos em favor do País e do povo, o pior acontecerá”.

Tempo de convergência

Ainda FHC: “No afã de juntar, importa diminuir as divergências sobre o que não é essencial. Com esperança, e falo simbolicamente, as forças representadas (ou que os adiante mencionados gostariam de representar) por Alckmin, Marina, Meirelles, Joaquim Barbosa, ou quem mais seja (incluídos os setores ponderados da esquerda) precisam entender que os riscos se transformam em realidade pela inércia, pela covardia ou pela falta de visão dos que poderiam a eles se opor”.

Zé tem coragem de intervir novamente no MDB/JP?...
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