Fechar

Fechar

Arimatéa Souza

terça-feira, 01/05/2018

Novo duelo interpoderes

Só fumaça

O deputado federal Luiz Couto passou a limpo o relacionamento do PT com o governador Ricardo Coutinho (PSB), com vistas ao processo eleitoral deste ano.

Conforme o seu relato, os óbices que têm surgido quanto à coligação dos dois partidos não têm sentido – nem consistência.

 

Por antecipação

O padre/parlamentar informou que antes mesmo de o ex-presidente Lula ser preso, ele tomou parte numa reunião da executiva nacional do PT, na qual foi deliberado que as alianças na Paraíba e no Maranhão (governador Flávio Dino, PCdoB) estavam desde já definidas, devido à “postura democrática” que os dois governadores “mantiveram contra o impeachment” da ex-presidente Dilma, o que foi reforçado com a conduta de ambos quando do encarceramento de Lula.

Crivo

“O PT reconhecerá a gestão de ambos. E qualquer decisão em contrário dos diretórios estaduais terá que ser submetida à direção nacional”, reforçou Couto.

Com João

O deputado disse na ´Arapuan FM´ que “consideramos que o PT é aliado do governador. Isso significa que nós vamos apoiar a candidatura de João Azevedo (a governador)”.

Inclusão

Luiz Couto ainda assinalou que “estamos trabalhando na perspectiva de que o partido tenha participação na chapa majoritária” encabeçada pelos socialistas, mas que ele próprio já consolidou a decisão de tentar a reeleição.

Caneta

O Semanário Oficial de Campina Grande publicou a nomeação de Maésio Tavares de Melo como o novo secretário de Ação Social.

Foi – como sinalizou APARTE – uma indicação do deputado Rômulo Gouveia (PSD).

Sem unidade

Ainda sobre Rômulo Gouveia. Ele disse ontem ao colunista que já considera como praticamente “inevitável” a existência de, pelo menos, duas candidaturas ao governo no âmbito das oposições (José Maranhão, MDB, e Lucélio Cartaxo, PSD).

Da boca de …

“… A prisão de Lula não faz bem para o País…” (publicitário Marcos Valério, o chamado ´carequinha´ do ´mensalão´ do PT).

Em tempo

O pré-candidato a governador Lucélio Cartaxo (PSD) disse ontem à Coluna que não é de sua criação a frase publicada ontem neste espaço: “Para quem não frequentava ambiente público, não dava entrevista, tem uma vida pacata, está muito bom”.

Apuração

A Coluna foi ´exumar´ o reparo, e faz sentido: por erro de edição o crédito saiu errado.

A frase é do ex-ministro/presidenciável Joaquim Barbosa (PSB), ao comentar a última pesquisa do instituto Datafolha acerca da sucessão presidencial.

Nossas desculpas.

Ideia

Horácio Melo, presidente do Fórum Nacional dos Conselhos Nacionais de Trânsito (Focotran), é o entrevistado de hoje do programa Ideia Livre, que começa às 22h15 na TV Itararé – canal 18.1 (HD) e 19 (analógico), e pela internet no endereço www.tvitarare.com.br.

 

´Noivo´

O deputado Renato Gadelha (PSC) disse ontem, na ´Correio FM´, que “todas as três correntes (João Azevedo, PSB, José Maranhão, MDB, e Lucélio Cartaxo, PV) nos procuraram e nos ofereceram cargos na chapa majoritária. Estamos vendo com muito afinco e determinação a questão das chapas proporcionais, pois temos que procurar dar condições de eleição aos nossos deputados estaduais e federais”.

Sem sedução

O deputado admitiu sondagens oriundas da base governista: “No passado, alguns representantes nossos conversaram com o partido do governo (PSB). Mas somos oposição por natureza. Estranhei na eleição passada em que fizemos 21 deputados e quando chegamos para tomar posse só haviam 15. Sou daquele tipo, se ganhou é governo, se perdeu é oposição”

Uma ou outra

Renato informou que se o partido ganhar uma vaga na chapa majoritária será abdicada uma candidatura de deputado federal: “O que queremos é uma eleição proporcional que dê condições aos nossos representantes. Se nós tivermos um candidato na majoritária, vamos ter que abdicar de uma candidatura. Suponhamos que o PSC lance Dalton Gadelha para o Senado. Aí iriamos abdicar da vaga de Leonardo Gadelha para federal”.

Litígio

No seu programa semanal de rádio, ontem, Ricardo Coutinho tratou enfaticamente da nova contenda com o Judiciário paraibano, desencadeada pela presidência do Tribunal de Justiça, que ingressou com ação (outra) no Supremo Tribunal Federal visando receber integralmente os repasses previstos na Lei Orçamentária Anual (LOA).

A ação tem como relator o ministro Ricardo Lewandowski.

Salto

RC colocou para os ouvintes que no ano de 2010 (último da gestão anterior – José Maranhão) os repasses ao Judiciário totalizaram R$ 331 milhões 892 mil, e que no ano passado as transferências somaram R$ 595 milhões 940 mil, representando um crescimento nominal de 79,56%.

Bem abaixo

No mesmo período, ainda conforme o relato de Ricardo, as receitas ordinárias do Estado passaram de R$ 4 bilhões 859 milhões para R$ 6 bilhões 552 milhões (elevação de 34,82%), “para pagar tudo”.

Consumação

Dessa maneira, “do orçamento previsto (em 2017) o Executivo realizou 80,89%, enquanto o Judiciário 96,37%.

Impessoalidade

“O presidente (do TJ, desembargador Joás de Brito Pereira) litiga contra o Estado, não é contra o governador”, enfatizou RC, emendando que “o desembargador acha pouco” o dinheiro transferido.

Toga insensível

Ricardo Coutinho afirmou ainda que “as coisas não podem ser assim. Você não pode ter poderes que não se adequem à realidade existente. A realidade é de crise, e a crise é para todos. Não é só para ´seu José ou dona Maria´. A crise não pode separar alguns que não podem perder nada, do pouco que perdem, de outros que não têm quase nada, e que precisam ter um governo que olhe para eles”.

– Se essa decisão fosse mantida, eu teria que anunciar medidas duras de contenção – avisou o governador.

 

O PP cogita ´um toque feminino´ na disputa pelo Senado...

Me Aguarde

Palanque

Simple Share Buttons

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube