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Arimatéa Souza

quinta-feira, 28/02/2019

Novas ´exumações´

Censura pública

Na sessão de ontem da Assembleia Legislativa, o deputado-presidente Adriano Galdino (PSB) renovou as críticas ao seu antecessor no cargo, deputado Gervásio Maia (PSB), por ter deixado de construir uma nova sede da ALPB e optado por reformar o prédio atual, que já tem várias décadas, mesmo dispondo de recursos em caixa para a construção (mais de R$ 17 milhões).

“Daria para construir três coisas (novo prédio, creche e escola legislativa). E hoje não estaríamos com problemas todos os dias. Quando chove, não tem sessão; quando tem sol, o som não funciona, a internet não funciona. É um sofrimento arretado, mas vamos à luta”, desabafou Galdino.

Demanda

Em requerimento protocolado na ALPB, Adriano Galdino solicitou ao DER a conclusão da PB-100, que liga as cidades de Fagundes e Queimadas.

GNV

Já o deputado Raniery Paulino (MDB) requereu à PB-Gás e ao governo estadual a reavaliação da política de reajuste do gás natural no Estado.

Ponto final

O ministro da Economia, Paulo Guedes, renovou a defesa do fim da isenção de contribuição previdenciária dada a produtores rurais que exportam.

Calculadora

Conforme os seus cálculos, essa renúncia reduz anualmente R$ 7 bilhões do caixa do INSS.

Transição

A direção nacional do Partage está em vias de promover mudanças nas direções de seus shoppings, entre os quais o de Campina Grande.

Stop

O prefeito Romero Rodrigues (PSDB) confirmou ontem o que APARTE já havia sinalizado: o rompimento do contrato com a empresa Aliança (PE), envolvida na Operação Fantoche, para a realização dos Maior São João do Mundo deste ano.

Afago

Ao comunicar a decisão, durante entrevista, RR elogiou a atuação da Aliança na organização da festa junina: “Serviço de extraordinária qualidade”.

Sem juízo de valor

O chefe do Executivo frisou que a rescisão não comporta qualquer tipo de julgamento sobre a atuação da Aliança em outras atividades, até porque “não se pode condenar ninguém por antecipação”.

“Não vou jogar pedra em quem quer que seja”, acentuou.

Estanques

Ele disse que cabe à empresa “prestar os esclarecimentos necessários”, realçando em seguida que “não há vinculação” do fato denunciado nacionalmente com “com eventos locais”.

Sem fluxo

O prefeito informou que “a PMCG não recebe dinheiro” do Ministério do Turismo para a promoção do São João desde 2013, e que em sua gestão o município foi condenado a devolver cerca de R$ 6 milhões devido à falta de prestação de contas em gestões anteriores.

Modalidade

A solução encontrada pela PMCG – com o aval do Tribunal de Contas do Estado – é a realização de um pregão presencial no próximo dia 14 de março para os interessados em executar o projeto da festa deste ano e de 2020.

“É a solução viável, rápida e legal. O evento vai acontecer de toda forma”, ressaltou.

Prudência

Ao comentar o distrato, o secretário de Administração da PMCG, Paulo Roberto Diniz, disse que “é prudente para a Prefeitura e para o bem da própria empresa que a Aliança seja afastada no momento”.

Sem litigiosidade

Diniz observou a necessidade da rescisão, que ocorreu “sem punir a empresa por nada”.

“Não tinha como punir uma empresa que prestou bons serviços para a cidade”, registrou.

Procedimento

A secretária Rosália Lucas, de Desenvolvimento Econômico da PMCG, enfatizou que “a Aliança cumpriu todos os itens do contrato por dois anos e o evento foi um sucesso. Mas mediante consulta ao TCE, o prefeito optou por publicar o distrato e abrir uma nova licitação”.

A caminho

Nas rápidas declarações políticas que deu, Romero anunciou que concretizará após o carnaval uma ampla reforma em seu secretariado.

Outro ´cardápio´

Nas antigas instalações do restaurante ´Saladellas´, que funcionava há alguns anos em João Pessoa (bairro da Torre) e fechou há algumas semanas, agora funciona um cartório.

Repasse

O Senado aprovou esta semana a medida provisória que transfere para a União 3,8 mil imóveis do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O detalhe

O valor total dos imóveis, que poderão ser negociados pela União, pode passar de R$ 6 bilhões.

Confissões

Delatores da empreiteira OAS relataram à Procuradoria-Geral da República repasses de aproximadamente R$ 125 milhões em propina e ´caixa 2´ a um total de 21 políticos de oito partidos distintos entre 2010 e 2014, informou o jornal O Globo.

Mencionados
Entre os nomes citados estão o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo; os senadores José Serra (PSDB-SP) e Jaques Wagner (PT-BA); o deputado Aécio Neves (PSDB-MG); o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) e o ex-governador Sérgio Cabral (MDB-RJ).

Departamento

Assim como a Odebrecht, a OAS tinha um setor responsável pelo pagamento de propina e elencava os pagamentos a políticos em planilhas, ainda conforme o jornal.

Dutos

As obras que teriam sido superfaturadas seriam as seguintes: transposição do Rio São Francisco, Ferrovia de Integração Oeste-Leste e o Porto Maravilha.

Blindagem

Contra o atual ministro do TCU, a acusação é de que ele teria negociado a blindagem na CPMI da Petrobras.

Em nota, Vital afirmou que “não recebeu qualquer doação irregular de campanha”.

É bom não perder de vista o leilão dos aeroportos de CG e JP...
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