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Arimatéa Souza

segunda-feira, 30/10/2017

Novas ameaças à ´Lava Jato´

Um drama na ordem do dia

O conhecido médico (e apresentador de TV) Dráuzio Varella escreveu um interessante e oportuno artigo neste final de semana no jornal Folha de São Paulo.

Compartilho alguns trechos para a socialização da reflexão. É o que segue.

 

Gradação

“As discussões sobre o direito de decidir como será o final de nossa vida me comovem menos do que a falta de acesso aos meios necessários para mantê-la.

Ensinamento

“A prática da oncologia me ensinou que somos prolixos e cheios de certezas filosóficas ao falar do fim que desejamos para a nossa existência apenas enquanto temos saúde e a morte nos parece um evento distante.

Caso concreto

“Faço estas reflexões motivado por uma reportagem a respeito de uma senhora às voltas com um nódulo mamário. A demora para marcar os exames pelo SUS, em Brasília, levou-a a procurar serviços médicos particulares, para obter o diagnóstico. De posse do resultado, aguardava o chamado para iniciar o tratamento.

Fila sem fim

“No final, a repórter dizia que em plena capital federal chegava a um ano a fila de espera para receber quimioterapia, e seis meses para a radioterapia.

Fecho

A reportagem foi encerrada com a pergunta da paciente: “De que adianta ter o diagnóstico se eu não consigo tratar a doença?”

´Eutanásia´

“Essa forma de eutanásia passiva é aceita com naturalidade, no Brasil. Ao cruzarmos os braços diante da realidade cruel de quem é obrigado a assistir à progressão de uma enfermidade impiedosa, enquanto espera o chamado para um tratamento que só Deus sabe quando, como e se um dia chegará, praticamos um tipo de eutanásia coletiva sem o desconforto do dilema moral de desligar o aparelho de respiração, na UTI, como nos dramas cinematográficos.

Tolerância

“Incrível como nos tornamos apáticos. Aceitamos o sofrimento e a morte dessas pessoas pelo país inteiro, como se lidássemos com fatalidades inevitáveis.

Celeridade

“Doenças malignas, como o câncer, exigem prioridade absoluta de acesso ao sistema de saúde, não apenas por razões humanitárias, mas porque o diagnóstico precoce e a abordagem médica nas fases iniciais são mais simples e evitam os custos inerentes às complicações dos estágios mais avançados”.

Adiamento

O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, adiou do dia 1º para o dia 16 de novembro a sua visita a Campina Grande.

Recondução

A diretora comercial da Rádio Caturité, Mária Lúcia Duarte, foi reconduzida, sexta-feira última, à presidência da Associação das Emissoras de Rádio e TV da Paraíba – Asserp.

´Faxinão´

A Presidência da República publicou processo licitatório para a aquisição de 3 mil litros de amaciante de roupas; 1.500 frascos de inseticida; e 1.700 quilos de sabão em pó.

Reeleito

O jornalista e chefe de gabinete do governador Ricardo Coutinho, Nonato Bandeira, foi reeleito para presidir o PPS na Paraíba, no final de semana.

Com João

A legenda aproveitou o evento para explicitar formalmente, desde já, o apoio ao secretário de Infraestrutura do Estado, João Azevedo, para o governo estadual.

Vai às urnas

Nonato Bandeira deverá disputar um mandato de deputado federal em 2018.

Atualização

Novo cálculo feito pelo jornal ´Estadão´ projetou em, pelo menos, R$ 32 bilhões o custo do arquivamento, na semana passada, da denúncia contra o presidente Michel Temer.

Recurso

A vereadora-presidente da Câmara campinense, Ivonete Ludgério (PSD), disse a alguns interlocutores que vai tentar, junto ao Tribunal de Contas do Estado, anular a licitação para o setor de divulgação que foi ganha pela agência campinense Café com.

Garimpo

Do humorista José Simão: “Os médicos em Brasília já descobriram por que o presidente Temer parou de fazer xixi. Agora estão pesquisando por que ele faz tanta merda!”

Cortar a fita

Foi marcada para o mês de dezembro próximo a inauguração das reformas promovidas na agência do Sebrae em Campina Grande, localizada na avenida Consul Noujaim Habib (Catolé).

Da boca de…

“… Tenho uma opinião formada de que o cassista não perdoa o maranhista e nem o maranhista perdoa o cassista…” (deputado Hervázio Bezerra, PSB, líder do Governo na Assembleia Legislativa, sobre a anunciada reaproximação entre os senadores José Maranhão e Cássio Cunha Lima).

Ameaças…

Reportagem na edição dominical do jornal O Globo revela que “um grupo expressivo” de parlamentares se articula para aprovar projetos que, se levados adiante, podem inviabilizar de vez a Operação Lava-Jato e outras investigações sobre corrupção.

… Em curso

Entre as propostas de interesse deste grupo, o jornal cita a proibição de delação de réus presos, a restrição de conduções coercitivas, a fixação de limites para investigações sobre escritórios de advocacia e a lei de abuso de autoridade.

Tucano

O ´Globo´ faz menção a um projeto do senador paraibano Cássio, que impõe regras restritivas às investigações sobre advogados.

Pelo projeto, “violar direito ou prerrogativa do advogado” constitui crime e pode ser punido com até quatro anos de detenção

Mirando a magistratura

O projeto de CCL prevê ainda que, em casos de condução coercitiva e prisão arbitrária, o juiz pode perder o cargo e ficar proibido de retornar ao serviço público por até três anos.

O texto abre brechas para blindar advogados suspeitos da prática de crimes.

“Estão dando uma imunidade para os advogados que não existe nem para eles”, protestou o presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais), Roberto Veloso.

Anda sumido o prefeito campinense...

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