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Arimatéa Souza

segunda-feira, 18/05/2020

Nova categoria brasiliense

O ´regra três´

Tem sido muito comentado nacionalmente, nos últimos dias, um artigo assinado pelo vice-presidente da República, general Hamilton Martins Mourão, no jornal O Estado de São Paulo.

Vale a pena pinçar alguns trechos. É o que segue.

Extensão

“A esta altura está claro que a pandemia de covid-19 não é só uma questão de saúde: por seu alcance, sempre foi social; pelos seus efeitos, já se tornou econômica; e por suas consequências pode vir a ser de segurança.

Desdobramentos

“A crise que ela causou nunca foi, nem poderia ser, questão afeta exclusivamente a um ministério, a um Poder, a um nível de administração ou a uma classe profissional. É política na medida em que afeta toda a sociedade e esta, enquanto politicamente organizada, só pode enfrentá-la pela ação do Estado.

Extrapolação

“(outro ponto) A usurpação das prerrogativas do Poder Executivo (…) No Brasil de hoje pela profusão de decisões de presidentes de outros Poderes, de juízes de todas as instâncias e de procuradores, que, sem deterem mandatos de autoridade executiva, intentam exercê-la.

Freio

“Há tempo para reverter o desastre. Basta que se respeitem os limites e as responsabilidades das autoridades legalmente constituídas”.

Da boca de..

“… As pessoas que falam que a humanidade vai ficar mais solidária e mais linda, estão fazendo marketing pessoal…” (filósofo Luís Henrique Pondé)

Hein?

Durante a votação da medida provisória que reajustou o salário dos servidores estaduais, na última semana, na Assembleia Legislativa, o deputado Anderson Monteiro (PSC) sugeriu que fosse concedido um “auxílio insalubridade” aos policiais militares e Corpo de Bombeiros.

Corretivo

Prontamente, o parlamentar esperancense foi informado pelo colegas que não cabe ´insalubridade´ no segmento da segurança pública.

Tutorial

Consideram-se atividades insalubres “aquelas em que os trabalhadores são expostos à agentes prejudiciais à saúde em quantidade acima do que são permitidas por lei”.

Da boca de…

“…Era melancólica a situação de Nelson Teich. Antes de completar um mês no governo, o ex-titular da Saúde já se arrastava como um ex-ministro em atividade…” (Bernardo Mello Franco, colunista do jornal O Globo).

Não…

A linha de crédito de R$ 40 bilhões oferecida pelo governo federal para financiar o pagamento de salários, por parte das empresas, sofre resistência do empresariado.

… Rolou

Uma das ressalvas é a necessidade de garantir a estabilidade no quadro de funcionários.

O governo deverá refazer essa condição.

Desafinação

No final de semana, a vereadora-presidente Ivonete Ludgério (PSD) abalou o grupo governista em Campina Grande, ao fazer comentários referentes ao deputado licenciado, prefeitável e secretário de Planejamento da PMCG Tovar Correia Lima (PSDB), que participou de uma ´live´ na internet com a banda ´Furdunço´.

Slogan

“Tovar do Furdunço. Um bom nome para ele usar na campanha”, comentou a edil num grupo de whatsapp que tem a participação de vereadores e jornalistas.

Descartado

“Isso não dá voto. Não tem o meu voto, nem de quem está perto de mim”, avançou a presidente, para acrescentar mais adiante: “Um prefeito de uma cidade como Campina Grande tem que ser bem escolhido”.

Fora do páreo

“Eu não acho, tenho certeza!” – bradou a vereadora sobre a inviabilidade de Tovar para ser o candidato governista a prefeito.

Perfil

Ela justificou a sua opinião: “O candidato tem que ter um grupo, mas tem que ser conciliador, tem que ser experiente, tem que ter votos, muitos votos que possa se eleger sem ser apadrinhado de ninguém”.

´Surfando´

Sobre a iniciativa musical com a participação do ´tucano´, a presidente avaliou que “esse não é o melhor tempo para aparecer em cima de uma pandemia que não tem tempo para acabar”.

Medrosos

A vereadora externou que “muita gente pensa como eu, mas não tem coragem de dizer”.

Sem rasteiras

“Nós devemos votar em quem admite votar em nós. Em quem entende o que é ´grupo político´, e em quem não puxa nosso tapete pelas costas”, arrematou Ivonete Ludgério.

Sinal de…

O empresário Paulo Marinho afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) teve conhecimento – de forma antecipada – que a Operação Furna da Onça, que alcançou o ex-policial militar e o ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz, seria desencadeada.

… Alerta

Segundo ele, Flávio Bolsonaro (filho do presidente) recebeu o aviso de um delegado da Polícia Federal que o então assessor seria objeto da operação.

Cuida logo

O agente teria recomendado ao senador que tirasse Queiroz do cargo, conforme noticiou o jornal Folha de São Paulo.

Situando

Paulo Marinho foi um dos principais articuladores da campanha do presidente Jair Bolsonaro, que gravou em sua residência vários de seus programas para o guia eleitoral gratuito para o rádio e a TV.

Por inspiração

Nas suas redes sociais, o empresário adaptou o tradicional “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” de Bolsonaro para explicar o seu gesto: “Verdade acima de tudo. Fazer a coisa certa acima de todos”.

´Vírus da …

O famoso grupo ´Centrão´ da Câmara Federal ´trincou´. Até as comunicações internas foram abaladas.

… ´Discórdia´

Tudo por conta da falta de consenso acerca da aproximação (e ocupação de cargos) do governo Bolsonaro.

Subdivisão

Até o grupo de whatsapp foi dividido: os que querem evoluir nas relações com o governo têm agora no aplicativo ´os independentes´; o outro grupo foi rebatizado como ´Centrão raiz´.

Posta aberta

Um dos protagonistas dessa disputa é o paraibano Wellington Roberto (PL – ex-PR), que tem frequentado assiduamente o Palácio do Planalto.

É preciso recitar

“Eu gosto de delicadeza.
Seja nos gestos, nas palavras, nas ações, no jeito de olhar, no dia-a-dia e até no que não é dito com palavras, mas fica no ar…”

(poeta Manuel Bandeira)

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