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Arimatéa Souza

sábado, 15/04/2017

“Não só resisti como não recebi”

Como é?

Em entrevista à emissora de TV inglesa BBC, a ex-presidente Dilma afirmou que “esses milhões (em caixa 2) só estão na virtualidade da fala do Dr. Marcelo Odebrecht, não estão em nenhuma realidade”.

“A mídia não é instância de julgamento quando se trata de crime”, comentou noutro trecho.

Garimpo

O jornal Folha de São Paulo publicou dias atrás, na coluna Painel, um ´causo´ relacionado à recente visita do presidente Temer à Paraíba. Leia.

Comentário

Em Monteiro (PB), onde participou de uma cerimônia de chegada das águas da transposição do rio São Francisco à Paraíba, o presidente Michel Temer comentou os protestos durante sua ida ao Nordeste.

Citação

Ele encerrou seu discurso com uma frase atribuída a dom Hélder Câmara:

– Sou como cana na moenda: por mais que seja espremido, só consigo dar doçura.

Ressalva

O líder do governo, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), envolto com as articulações da reforma da Previdência, sussurrou ao lado:

– Espero que essa conversa não chegue ao Congresso.

Insônia

Dois números, pinçados da última pesquisa do Ibope, inquietam particularmente a assessoria de marketing do governo federal: 79% das pessoas entrevistadas não confiam no presidente Temer.

E a rejeição de 67% na região Nordeste.

Presídio

Sempre surpreendendo o mundo, o Papa Francisco celebrou a missa da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, na Casa de Reclusão de Paliano, em Roma.

“Gesto”

Após a cerimônia do ´Lava Pés´, o papa apelou que “durante esta cerimônia pensemos em Deus, em Jesus. Não é uma cerimônia de folclore: é um gesto para recordar o que Jesus nos deu”. 

 Descontão

Candidato do PMDB ao governo do Pará em 2014, Helder Barbalho (atual ministro da Integração Nacional) teria solicitado R$ 30 milhões para a sua campanha à Odebrecht, de acordo com a delação premiada do executivo Mário Amaro da Silveira.

Mas só foi atendido em R$ 1,5 milhão.

“Transbordando”

Na visita à bacia do açude de ´Boqueirão´, anteontem à noite, o senador Raimundo Lira (PMDB) frisou que vivia um “momento de muita felicidade. Só não é maior do que o momento de celebração da chegada das águas à cidade de Monteiro”.

“Estou transbordando de alegria”, emendou.

 

 

Referência

“É importante destacar que isso é resultado de muito trabalho e é preciso reconhecer a atuação do ministro da Integração Helder Barbalho”, registrou o peemedebista.

Inspiração…

Lira disse que está cada vez mais propenso a disputar a reeleição no ano que vem, e que uma das motivações é a duplicação da rodovia entre Campina Grande e Cajazeiras.

… À reeleição

“O meu sonho é levar a duplicação da BR 230 até a cidade de Cajazeiras. É uma obra que leva de seis a oito anos. E preciso estar em Brasília para trabalhar e arranjar recursos para que a obra seja realizada integralmente”, enfatizou.

Lá pra frente

Sobre o seu partido, o senador limitou-se a declarar que “o PMDB está totalmente unido na Paraíba. 2018 é o ano no qual vamos tratar das eleições na Paraíba”.

Dois…

Acerca do ´estrago´ que a Operação Lava Jato fez no Senado – dezenas de senadores são acusados -, Raimundo Lira tratou o tema em duas dimensões.

… Enfoques

“A Lava Jato precisa de uma certa cautela, e deixar que o Judiciário e o Ministério Público Federal tomem conta. Mas é importante destacar que a Lava Jato foi o evento mais positivo que aconteceu no Brasil nos últimos anos. A Lava Jato vai entregar o Brasil aos brasileiros melhor do que recebeu”.

Méritos

De sua parte, o senador Cássio afirmou que “doa a quem doer, foi com a diligência do ministro Helder e com a decisão politica do presidente Michel Temer que essa obra foi concluída. Deveria estar pronta desde 2012”.

“É uma data memorável, que será lembrada para sempre”, dimensionou, às margens do ´Boqueirão´.

Registrada

Sobre a acusação contra a sua pessoa nas delações do Grupo Odebrecht, o ´tucano´ assinalou que “no meu caso, já disse várias vezes, eu recebi uma doação de campanha legal, declarada pelo Grupo Odebrecht”.

Pressa

“Quanto ao inquérito – prosseguiu Cássio – que se investigue logo. É preciso rapidez, transparência, clareza, para que tudo fique devidamente esclarecido no menor espaço de tempo possível”.

Reafirmação

“Digo a todos: não recebi nenhum tipo de recurso de forma ilegal ou indevida”, emendou.

Depoimento como defesa

Ainda na entrevista, Cássio Cunha Lima mencionou que “o senhor Alexandre Barradas (ex-executivo da Odebrecht) esteve no meu gabinete por duas ou três vezes. É normal que, como líder do PSDB que fui, ou agora como vice-presidente do Senado, empresários e economistas de bancos, que vão até Brasília, compareçam para conversar sobre cenários políticos e reformas”.

– Na própria delação, o próprio ex-executivo diz que ele (Cássio) nunca me pediu dinheiro e resistiu ao caixa 2. Não só resisti como não recebi. A investigação vai ter que descobrir para onde foi esse dinheiro. Só não foi para a minha campanha – acrescentou o senador paraibano.

Isso não é Lava Jato. É raio e relâmpago com trovão...

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