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Arimatéa Souza

terça-feira, 10/09/2019

Não se junta ´pétalas´

Réplica: “Eu não minto”

Resposta do ex-deputado Bruno Cunha Lima ao deputado Tovar Correia Lima (PSDB): “Eu acredito que seja uma diferença conceitual. O meu conceito de ser grupo, talvez, é diferente do conceito do deputado. Para mim, ser grupo não é isso. Quem me acompanhou, durante seis mandatos, sabe disso”.

Complemento: “Eu apenas não minto, trabalho com a verdade. Quando sou indagado sobre a minha pretensão a candidato, eu tenho dito e reforçado que tenho, sim, a pretensão de ser candidato a prefeito”.

Situando

Tovar cobrou, dias atrás, de Bruno, que ele definisse se integrava (ou não) o grupo governista em Campina Grande.

Postergação

O vereador campinense Renan Maracajá (PSDC), que se encontra preso devido à Operação Famintos, renovou por mais 30 dias o seu pedido de licença (sem remuneração) na Câmara Municipal de Campina Grande.

Bom senso

Seria mais sensato – e menos desgastante – que o parlamentar requeresse logo o seu afastamento pelo período de 121 dias, para abrir espaço para o suplente da vez e também se dedicar integralmente à sua defesa.

Na tela

O deputado federal Damião Feliciano (PDT) é o entrevistado de hoje no programa ´Ideia Livre´ da TV Itararé (canal 18.1), que começa às 22h15, logo após o Jornal da Cultura.

Também pode ser assistido pela internet: www.tvitarare.com.br

´Cochicho´

Por falar em Damião, ele teve ontem uma prolongada conversa com o deputado estadual (e prefeitável do PCdoB) Inácio Falcão.

Na ponta do lápis

Conforme cálculos do superministro da Economia, Paulo Guedes, a recriação da CPMF (contribuição sobre movimentação financeira) geraria uma receita anual da ordem de R$ 150 bilhões.

Acolhida

“Todo bom juiz reflete em sua sentença a melhor doutrina e o melhor direito. Mas há os que permeiam em seus despachos e em suas sentenças, com a sabedoria do equilíbrio e ponderação, da firmeza com serenidade, do direito com a Justiça, estes são indispensáveis.”

Crédito

Advogado Solon Henrique de Sá e Benevides, ontem, ao fazer o discurso de saudação, em nome da OAB/PB, ao juiz federal Rogério Roberto Gonçalves de Abreu, empossado no TRE-PB.

Sem ´zebra´

O produto final da reunião da Executiva Nacional do PSB, ocorrida ontem, para tratar da crise do partido na Paraíba, foi o presumido: a consumação da intervenção anunciada há algumas semanas e a entrega do comando partidário a Ricardo Coutinho, para que promova novas eleições internas em até 120 dias.

Como ficou    

Eis a composição da comissão provisória: Ricardo Coutinho (presidente), João Azevêdo (Vice-presidente), Veneziano Vital do Rêgo (secretário-geral), Márcia Lucena (primeiro-secretário), Fábio Maia (secretário de Finanças), Valquíria de Sousa (secretária especial) e Edvaldo Rosas (secretário especial).

Na balança

Além do diferencial inerente ao cargo de presidente, numericamente a comissão também sinaliza favoravelmente ao ex-governador.

Recusa

Em correspondência remetida à direção nacional do PSB, lideranças do partido no Estado avisaram que não aceitarão essa comissão provisória.

Gesto

No texto, é mencionado que no último dia 20 de maio foi entregue o comando do PSB/PB, através da Executiva Estadual, a Ricardo, e este recusou.

Acessibilidade

Teria sido, inclusive, solicitada uma senha ao TRE/PB para que RC acompanhasse toda a movimentação acerca de filiados no Estado, bem como de nomeações de comissões municipais provisórias.

E, na ocasião, também foi avaliada a situação do partido no Estado inteiro.

Gota d´água

Na sequencia, a carta dirigida por João e outros subscritores (mais à frente citados) relata que os problemas começaram quando Edvaldo Rosas (então presidente do PSB/PB) foi nomeado como secretário-chefe do Gabinete Civil do Estado (30 de julho último).

Embate

São citadas declarações públicas das deputadas Estela Bezerra e Cida Ramos, com questionamentos imediatos quanto à continuidade de Rosas no comando partidário.

Mobilização

No dia 14 de agosto, membros do partido, a exemplo de Cida, Estela, Ricardo Coutinho e o deputado Gervásio Maia tinham sido observados procurando diretorianos “para assinar uma lista coletiva de renúncia”, sob a justificativa de que “o partido precisava se reestruturar no Estado”.

Negativa

Nesse período, a direção nacional negou que tivesse conhecimento de qualquer ação de “reestruturação” na Paraíba.

Emblemático

O texto segue recordando que no dia 16 de agosto último, poucos minutos após uma conversa de João Azevedo com o presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, foi divulgada na imprensa a intervenção ´branca´ no diretório paraibano.

Mistério

Segundo a correspondência, até o presente não foi apresentada a lista dos diretorianos (51%) que teriam assinado a renúncia dessa condição, em agosto último.

Continuidade

É grifado que o atual governo “manteve cerca de 90% dos membros do governo Ricardo Coutinho”, e que “não houve a exclusão de nenhum programa ou política pública adotada na gestão anterior”.

Lemas

“Democracia sempre! Retrocesso jamais!” – brada o texto.

Extrato

Dois trechos do documento assinado por João Azevedo; pelo deputado-presidente Adriano Galdino; pelo líder da bancada governista na Assembleia, Ricardo Barbosa; e ainda os deputados Hervázio Bezerra e Pollyanna Dutra, entre outros subscritores, indicam que a crise avança para ficar incontornável.

Desfiliações à vista

Eis os trechos: “Não aceitamos a dissolução do diretório estadual, principalmente da forma que foi feita, recolhendo assinaturas na calada da noite”.

“Gostaríamos de informar à direção nacional que várias lideranças estaduais têm nos procurado manifestando a tendência de deixar a nossa legenda diante do clima de turbulência e insegurança, tanto jurídica quanto política, tendo em vista as eleições municipais do próximo ano”.

Espelho quebrado...
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