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Arimatéa Souza

sábado, 24/09/2016

Moro enquadra paraibano

Controle funcional

Artur Bolinha, candidato a prefeito de Campina Grande pelo PPS, foi entrevistado esta semana pela TV Itararé (canal 18.1, digital, e 19 analógico).

Inicialmente, ele se posicionou favorável à adoção do ponto eletrônico nas repartições públicas municipais.

“Sou sim (a favor). É preciso que a gente dê as condições para que o servidor trabalhe, mas é preciso também que exista um melhor acompanhamento de que forma o servidor está trabalhando. A sociedade cobra isso”, assinalou.

Percentual

Bolinha declarou que “serei um prefeito que procurará investir muito na qualificação dos servidores. 20% dos cargos de confiança de nosso governo serão ocupados com servidores de carreira. Eu quero investir na formação de gestores públicos”.

Propostas…

Sobre a limitação da coligação que encabeça – restrita ao PPS e ao PV -, o candidato afirmou que “existem vários e vários partidos que, infelizmente, se vendem por vantagens; por promessas de cargos e outros tipos de vantagens, inclusive financeiras”.

… Recusadas…

“Fazemos política de forma diferente, para resgatar a boa politica. Para fazer negociação sem que você possa estabelecer uma convivência republicana, eu prefiro não ter esse apoio. Prefiro o apoio da sociedade, que é o que mais importa nesse momento”, frisou Bolinha.

… E indecorosas

Ele afirmou que pessoalmente recebeu propostas indecentes: “Recebi demais. Isso é a coisa mais comum, infelizmente. Vários e vários partidos nos procuraram – eu prefiro não citar nomes – e perguntaram se tinha alguma vantagem a oferecer, e eu disse que não temos”.

Planejamento

“O que temos de verdade – prosseguiu – é o melhor programa de governo para a cidade. Montamos esse programa desde o ano passado. Enquanto os outros candidatos estavam preocupados em cooptar partidos, eu estava preocupado em desenvolver um projeto para nossa cidade. A nossa candidatura vem de um sentimento de mudança, de transformação”.

Retaguarda

O colunista quis saber se o prefeitável espera ter o voto dos funcionários de suas empresas: “Eu não vou afirmar que sim, porque eu nunca perguntei. Eu sempre deixei e deixo todas as pessoas que trabalham comigo muito à vontade. E exatamente isso que farei também, se for eleito prefeito, com os nossos servidores. Eu sou um democrata convicto”.

Mirante

“A presidência da CDL (cargo do qual está licenciado) não foi um trampolim político. A presidência da CDL me fez enxergar o quanto a cidade vem sendo mal administrada”, argumentou o postulante do PPS.

Resgate

Conforme Bolinha, “a nossa candidatura tem, acima de tudo, o objetivo de resgatar a cidadania. Não é fácil ser candidato contra o governo estadual, prefeitura e Assembleia Legislativa, e ser a candidatura que mais cresce”.

Cansaço

Conforme o prefeitável, “a sociedade está cansada. A cidade sabe quanto a política – econômica e socialmente – tem nos custado caro”.

Distante

“Se eu não for ao segundo turno, minha posição será de absoluta neutralidade. Não apoiarei nenhuma candidatura, porque os que aí estão são absolutamente iguais e a cidade sabe disso”, antecipou o prefeitável.

Informalidade

Bolinha também entrevistado ontem no Jornal da Manhã da Rádio Caturité.

Na ocasião, ele comentou que a economia informal de Campina “tem um tamanho expressivo, que as estatísticas não conseguem mensurar. Ela é muito forte”.

Trancados

O candidato do PPS disse que tem chamado a sua atenção o fato de “70% a 80% dos pequenos comerciantes” locais “trabalharem trancafiados em grades”, com medo da violência.

“É algo terrível”, exclamou.

Auxílio

Bolinha prometeu dotar todas as feiras livres de Campina de poços artesianos e “materializar” o projeto Multilagos (conjunto de açudes nos arredores da cidade).

Descentralizar

Outra promessa externada pelo prefeitável foi a de “integrar administrativamente” os distritos campinenses, através da implantação de subprefeituras.

Prognóstico

Por fim, Artur Bolinha fez uma projeção: “A única candidatura com possibilidades reais de derrotar Romero no 2º turno é a minha”.

Registro

O instituto 6Sigma protocolou mais uma pesquisa acerca das eleições para prefeito de Campina Grande.

Conquista

Já chegou a Campina Grande o segundo acelerador linear destinado ao Hospital da FAP, equipamento indispensável para o serviço de oncologia.

Estima-se em seis semanas o prazo de instalação do equipamento.

Atraso rechaçado

O juiz federal Sérgio Moro, responsável no Judiciário pela Operação Lava Jato, deu cinco dias para que o deputado paraibano Hugo Motta (PMDB) responda quando poderá depor como testemunha de defesa de Cláudia Cruz, mulher do ex-deputado e ex-presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Motta oficiou ao referido juiz pedindo o agendamento para o período de 10 a 20 de novembro, o que prontamente não foi aceito.

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