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Arimatéa Souza

quarta-feira, 23/01/2019

´Mordida´ adicional

Papai Noel existe

O último grande Refis (programa de refinanciamento), concedido pelo governo federal durante a gestão do ex-presidente Michel Temer, perdoou R$ 47,4 bilhões em dívidas de 131 mil contribuintes, de acordo com o balanço final do programa de parcelamento de débitos tributários.

O restante – R$ 59,5 bilhões, ou pouco mais da metade da dívida original – foi parcelado em até 175 prestações.

 

Nunca antes…

Reportagem do ´Estadão´ mostra que no caso do Refis é possível dilatar a famosa expressão do ex-presidente Lula – “nunca antes”, por ele utilizada para salientar alguma medida administrativa que adotava não tinha precedente entre os seus antecessores.

… Nem depois

No Refis de 2008, o governo federal perdoou de empresas inadimplentes R$ 60,9 bilhões.

Preventivo

Antes mesmo de ser empossado no cargo (o que ocorrerá dia 1º próximo), o futuro presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Lima Ramos, já está definindo medidas administrativas que entende ser indispensáveis para que a sua gestão não enfrente um colapso orçamentário e financeiro.

Poda

No dia de ontem, ele antecipou o anúncio de cortes na folha de pessoal que implicarão numa economia anual estimada em R$ 1 milhão 976 mil.

São mais doze cargos comissionados que serão extintos.

Priorização

“Temos a necessidade de termos um financeiro suficiente para investirmos na priorização do 1º grau de jurisdição, que é onde nasce o processo; é a porta de entrada do cidadão no Judiciário”, explicou o futuro presidente do TJ/PB.

Recorde

Crise à parte, o continente americano continua tendo o futebol como uma ´ilha de prosperidade´.

Foi anunciada a premiação para quem ganhar a Taça Libertadores da América deste ano: 42,5 milhões de reais.

Da boca de…

“… Pelo que converso com o prefeito Romero Rodrigues, ele não permanece no PSDB. Acho 99% para ele sair e 1% para ele permanecer no PSDB…” (vereador campinense Nelson Gomes Filho, que vai deixar o ´ninho tucano´).

Chegada

Novo comandante do CPR 1 (Comando de Policiamento Regional), com sede em Campina Grande, o coronel PM Arilson Valério concedeu uma longa entrevista, ontem, ao Jornal da Manhã da Rádio Caturité FM (104.1) – 1º lugar de audiência no horário, conforme pesquisa do Instituto 6 Sigma.

Temor

O militar afirmou que “sou totalmente contra a autorização para a posse de arma”, conforme recente decisão do governo federal.

“Pessoalmente, tenho medo de uma carnificina no País”, justificou.

Sem passividade

De acordo com o coronel, realisticamente falando “o brasileiro não é pacífico. São mais de 62 mil assassinatos por ano no País”.

“As pessoas estão muito intolerantes”, sublinhou.

Chefes

Ao tratar de sua atuação no comando de batalhões durante a gestão Ricardo Coutinho, o coronel Arilson disse que o ex-governador “cobrava muito, ele sempre queria mais”.

“E com o governador João (Azevedo) parece que a cobrança será ainda maior”, emendou.

Funcionamento

Ele anunciou que deseja, o quanto antes, ocupar o posto de policiamento que foi construído no terminal de integração de transporte coletivo.

Receptivo

No tocante ao relacionamento que pretende estabelecer com os profissionais de imprensa, o novo comandante do CPR 1 disse que “temos que aceitar as críticas e tentar melhorar a atuação. Eu convivo bem com isso”.

Linha direta

O coronel determinou aos comandantes do 2º e 10º Batalhões (sediados em Campina) que estabeleçam, ainda esta semana, um canal de comunicação permanente com os profissionais locais de imprensa.

A caminho

Ainda esta semana será lançada a ´Operação Alvorada´, em Campina, cuja finalidade é dar segurança aos que realizam caminhadas nos principais parques da cidade, nas primeiras horas do dia e no final da tarde.

Subida

A equipe econômica do governo federal pretende incluir, na proposta de reforma da Previdência, a elevação, de 11% para 14% do salário bruto, da contribuição mensal dos funcionários públicos para a aposentadoria.

Tramitação

A mudança pode ser feita por projeto de lei ordinária, que exige maioria simples para ser aprovada pelo Congresso Nacional.

Gargalo

Em sua edição de ontem, o jornal Valor Econômico (SP) informou que uma das principais fontes de preocupação está no crescente déficit dos regimes próprios de aposentadoria dos servidores públicos (vinculados a estados e municípios).

Desproporção

No setor público, incluindo os militares, há 1.118.986 aposentados, enquanto no INSS havia, em 2017, 32,4 milhões entre aposentados e pensionistas, quase 29 vezes mais.

O detalhe

Acontece que no INSS, 62% dos beneficiários recebem um salário mínimo ou menos, e o maior benefício é limitado ao teto (R$ 5.839).

Escala bilionária

Em 2017, o rombo (setor público chegou a R$ 86,4 bilhões, o equivalente a 40% do déficit previdenciário total naquele ano – R$ 270 bilhões.

De janeiro a novembro do ano passado (últimos dados disponíveis), o saldo negativo do regime do setor público já estava em R$ 83,5 bilhões e o do INSS, dos trabalhadores do setor privado, em R$ 188,6 bilhões.

Reduzir o tamanho dos ônibus de Campina não aliviaria o preço da passagem?...
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