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Arimatéa Souza

terça-feira, 02/10/2018

Marina e o perigo dos extremos

O que vem por aí

Nos registros da Justiça Eleitoral, até ontem existiam quatro pesquisas protocoladas para o Estado da Paraíba, uma delas do Ibope.

Acerca da sucessão presidencial, entre o final de semana e o dia de ontem foram registradas mais de 30 pesquisas.

Palanque

“Os senhores têm que aprender a amar o próximo, não sabem o que povo está passando de necessidade, o que está acontecendo, e ainda têm cara de pau de vir aqui conosco para disputar a cadeira presidencial. Da próxima ver, vou trazer óleo de peroba.”

Presidenciável Cabo Daciolo (Patriota), na noite de domingo, no debate da TV Record.

Último ´round´

Será na noite de hoje o último debate entre os candidatos ao governo estadual.

Nos estúdios da TV Cabo Branco.

Estabilidade

O presidente da FIEP, empresário Francisco Buega Gadelha, acentuou ontem que “o que a Paraíba e o restante do país necessitam, para o atual momento, é de uma pacificação, segurança jurídica, investimentos, e a união de todos”.

Tributos

À sua ótica, nas declarações que concedeu à ´Campina FM, o desafio para o próximo presidente é realizar uma reforma tributária com a implantação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) no destino, substituindo o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

Adeus ICMS

“É fundamental que criemos agora uma política tributária para o país, e que não precisemos mais do ICMS, que é um imposto sem sentido nenhum, que não é aplicado em nenhum outro país. Todos os candidatos são favoráveis a cobrar o imposto no destino”, reforçou o dirigente da FIEP.

Palanque

“Minha psicologia é não ficar parado. Vou lutar até as 17 horas do dia 7 para salvar o Brasil desta encalacrada. Não joguei a toalha e não vou jogar de maneira nenhuma.

Presidenciável Ciro Gomes (PDT).

O tal do tempo

Resgate do jornal O Estado de São Paulo: Em 1992, Jair Bolsonaro comandou uma manifestação com mulheres em Brasília. Eram familiares de militares que foram às ruas por melhores salários nas Forças Armadas.

O pleito…

Três professores e cientistas políticos da UFCG – Clovis Melo, Leon Victor e Marciano Monteiro – debatem hoje a campanha eleitoral que está chegando ao fim, em termos de 1º turno.

… Em pauta

Será no programa ´Ideia Livre´ da TV Itararé. Começa às 22h15, através do canal 18.1 (HD) e 19 (analógico) – ou pela internet, no endereço eletrônico www.tvitarare.com.br

Inconveniente

Três motivos para o ex-superministro do Governo Lula José Dirceu ter ficado calado, sem correr o risco de atrapalhar o presidenciável Fernando Haddad (PT) nem irritar a opinião pública.

Tomada

“Dentro do país é uma questão de tempo pra gente tomar o poder. Aí nós vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição.

MP

“Tem que tirar o poder de investigação do Ministério Público. O Ministério Público serve para acusar. Virou uma polícia política, não há controle nenhum. E mais: uma das maiores corporações que existem no Brasil. É um escândalo a folha de pagamento de um procurador da República no Brasil.

Equívoco

“A (operação) Lava Jato se transformou num dos maiores erros do país. Todos os empresários fizeram delações e ficaram com seus bens. E todas as empresas quebraram, estão inabilitadas ou estão praticamente paralisadas”.

Inabilitado

A colocação de Dirceu sobre o patamar salarial do MP faz sentido.

Mas a sua situação política e penal o torna inteiramente inabilitado para esse tipo de abordagem.

Da boca de…

“… Não sentei com nenhuma liderança política do Estado para definir qualquer tipo de apoio financeiro. Eu perco a campanha e vou dormir tranquilo, mas nunca na minha vida comprarei um voto. Pode ter certeza disso!…” (Artur Bolinha, empresário e candidato a deputado estadual pelo PPS).

Palanque

“PT e Bolsonaro são cabos eleitorais um do outro”.

Presidenciável Marina Silva, anteontem, no debate da TV Record.

Em Jampa

Por falar em Marina, ela esteve ontem João Pessoa, priorizando uma visita ao centro comercial e à lagoa do Parque Solon de Lucena.

Dupla reprovação

“Eu e o Eduardo Jorge (seu candidato a vice) estamos criticando os dois projetos autoritários que estão dividindo o Brasil. O projeto do Bolsonaro, que desrespeita as mulheres, negros e índios com seu saudosismo à ditadura militar; e o projeto do PT, que usou a corrupção para fraudar as eleições de 2014”, asseverou a presidenciável.

Indesejável

A candidata renovou uma frase que tem reiterado nos últimos dias: “O Brasil não pode ficar entre a cruz da violência de Bolsonaro e a espada da corrupção do PT”.

Sem temor

Marina – que caiu para 4% das intenções de voto na pesquisa divulgada ontem pelo Ibope – argumentou que “as pesquisas não podem impor quem é o presidente da República. As pesquisas são apenas para fazer um registro. Numa eleição de dois turnos, os brasileiros não devem votar porque têm medo, mas porque têm esperança e confiança”.

União

“Eu estou aqui, para ser a esperança desse povo, com a confiança de que ao invés de dividir, jogar o país numa situação de violência, como acontece na Venezuela, a gente possa caminhar unidos com emprego, renda, com respeito a população e à democracia”, discorreu a candidata.

Risco do descontrole

Sobre os últimos dias de campanha, a presidenciável informou que “vamos continuar dialogando com a população, falando a verdade. Nós somos uma alternativa. Um caminho para unir o Brasil, porque o que estamos vendo é o perigo de o PT e o Bolsonaro levarem o país para uma situação de descontrole, dividindo os brasileiros. E uma casa dividida não tem como subsistir”.

Vamos ter desistência de candidatura até sábado?...
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