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Arimatéa Souza

segunda-feira, 01/08/2016

Mais um prefeitável

´Tchau querido´

Com todas as letras, o senador José Maranhão (presidente do PMDB/PB) avisou, durante a convenção do PMDB/JP, no final de semana, que acabou a aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho.

“O PMDB está fora do governo, sim, claro. O PMDB está fora do governo, porque o governo nunca sintonizou com o PMDB”, detonou Zé.

Mágoas…

Conforme o senador, “ele (RC) escorraçou os seus melhores aliados, inclusive o PMDB, que lhe deu a vitória no 2º turno, depois de ter sido derrotado pelo adversário (Cássio) no 1º turno”.

… Retidas

“Ele (RC) – prosseguiu JM – esqueceu a história da nossa relação quando da sua primeira candidatura a prefeito, quando o PMDB estendeu-lhe a mão amiga e forte que lhe garantiu a vitória”, desabafou Maranhão.

Sem divisão

Zé assegurou que o PMDB marchará “inteiramente unido”.

“Esse foi o nosso trabalho e nosso esforço, que requereu paciência e experiência”, emendou.

Superação

Ao falar na convenção peemedebista, o prefeito Luciano Cartaxo (PSD) disse que “estamos mostrando que a gente consegue superar divergências quando a gente pensa no povo e na cidade”.

Preguiçoso

Cartaxo cutucou o seu atual vice-prefeito e adversário político, Nonato Bandeira (PPS): “Digo, sem medo de errar, que eu estava precisando de um vice que gostasse de trabalhar”.

Tratamento

O prefeito assinalou que “nós tratamos os nossos aliados com respeito, com dignidade, respeitando a autonomia dos partidos. Todo partido tem a sua vida própria”.

Sem partido único

Ele observou que quem ataca a aliança que comanda é porque “não teve a disposição de aprender com os aliados. A Paraíba não aguenta a política de um partido único no Estado. Estamos dando a demonstração de que é possível unir os diferentes em cima do interesse público”.

Visibilidade

O vice-prefeito campinense, Ronaldo Cunha Lima Filho, informou à Coluna que vai sugerir ao prefeito Romero Rodrigues que envie ao Legislativo um projeto tornando obrigatória a divulgação dos cachês dos artistas que são contratados para os festejos juninos, como foi adotado em Pernambuco.

Da boca de…

“… Os caciques da política se juntam em acordão. Eu me uno ao povo…” (Cida Ramos, prefeitável do PSB-JP, sobre a aliança em João Pessoa que juntou o PSD, o PSDB e o PMDB).

´Plano B´

Se a coligação com o Partido Progressista não se consumar em Campina, um dos nomes mais cogitados para a vaga de vice na chapa de Romero Rodrigues (PSDB) é o do deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB).

Bilionária

A Telefônica/Vivo se consolidou como a 8ª maior anunciante do mercado nacional, com verba anual de R$ 1 bilhão e 300 milhões.

 

Tempo de…

Na convenção do PSD na cidade de Piancó, na noite de sexta-feira, tivemos um ensaio do que nos aguarda em 2018.

… Reconciliação

Juntos, os senadores Raimundo Lira (PMDB) e José Maranhão; os deputados Pedro Cunha Lima (PSDB), Rômulo Gouveia (PSD), Manoel Júnior e Tovar Correia Lima.

Eles miram…

É importante colocar uma lente para o futuro do acordo que envolve a candidatura da senadora Marta Suplicy (PMDB) à Prefeitura de São Paulo.

… Mais à frente

As negociações envolveram o presidente Michel Temer (PMDB); o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (presidente licenciado do PSD); e o ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP).

´Por onde vou´?

O PT campinense avalia três coligações proporcionais: PT e PSB; PT, PCdoB e PDT; ou PT, PRP, PSL e PRTB.

Vermelhou

Foi publicado o balanço do Grupo Makro Atacadista (ligado ao Carrefour) do ano passado, aqui no Brasil.

Vendas de R$ 7 bilhões 250 milhões e prejuízos de R$ 67,7 milhões.

Escolhido

Com uma diferença de nove votos (37 a 28), o PSOL de Campina Grande escolheu, no final de semana, o professor David Lobão como candidato a prefeito nas eleições deste ano.

Ele concorreu com o sindicalista Celso Batista, que decidiu disputar uma vaga no Legislativo.

Pluralidade

“Isso aqui é a democracia, a disputa de ideias. O que houve aqui foi isso. A direção atual deu uma dinâmica ao partido que não existia antes. O partido está mais plural e se apresenta de forma clara e transparente para a sociedade de Campina Grande”, comentou Celso após a proclamação do resultado.

Assimilação

“Como eu sempre disse, sendo derrotado o nosso agrupamento apoiaria o candidato vitorioso, porque a candidatura é do PSOL”, reafirmou Celso.

Diferente

Lobão prometeu uma campanha com “pouco dinheiro e criatividade”.

“Nós seremos a alternativa da esquerda em Campina. Nós temos certeza absoluta de que faremos a diferença nesse processo eleitoral; faremos o diferencial nos debates. Temos muita coisa a dizer ao povo de Campina”, verbalizou o candidato do PSOL.

Entrar no jogo

Nos bastidores da política campinense, em meio às discussões para a formação das coligações proporcionais, cogita-se a possibilidade de três partidos se unirem para a formação de um grupo visando aumentar o prestígio na sucessão campinense e se credenciar para as negociações em termos de segundo turno.

Esse grupo envolve filiados do PDT, PT e até do PCdoB. E pode ter candidato a prefeito.

O PMDB vai entregar os cargos que tem no Estado?...
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