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Arimatéa Souza

sábado, 26/10/2019

Mais ´pontes´ dinamitadas

De volta à PMCG

O prefeito Romero Rodrigues (PSD) confirmou ontem uma informação dada esta semana por APARTE: o deputado Tovar Correia Lima (PSDB) deverá se licenciar da Assembleia Legislativa para assumir (outra vez) um cargo na PMCG.

Ele não citou qual secretaria seria.

O detalhe

APARTE apurou que a tendência é o ´tucano´ assumir a Pasta do Planejamento.

Etapa

A fase de depoimentos na Operação Famintos estava para ser concluída no dia de ontem.

A nova sensação…

Eis o perfil do técnico do Flamengo, o português Jorge Jesus, traçado pelo jornalista Gonçalo Júnior, do jornal O Estado de São Paulo: “Tarado por esquemas táticos a ponto de passar a madrugada assistindo aos jogos até da 2ª Divisão, ele passa essa obsessão para os treinos do Flamengo. É chato e exige que o jogador repita a jogada uma dúzia de vezes.

… Nacional

Segue: “Amante da seleção brasileira de 1982, fã de Zico e discípulo do jogador e técnico Johan Cruyff, morto em 2016, ele vem criando seu próprio carrossel no Flamengo, um time que joga para a frente e nunca fica parado, a exemplo do que fazia a Holanda. O português dá enorme importância às questões táticas e técnicas, mas falha no relacionamento com os jogadores”.

Em tempo

Aproveito a edição de hoje para resgatar alguns momentos da sessão solene da Câmara campinense, esta semana, promovida para celebrar os 70 anos de existência da Federação das Indústrias da paraíba – FIEP.

Reaparecimento

O convidado especial foi o advogado e jornalista Francisco Maria Filho, que vivenciou a trajetória da FIEP – e a evolução da própria cidade – nas últimas décadas, do alto de seus 90 anos de vida.

Memórias

“Tenho a ousadia de revelar, sem medo de contestação, na condição de testemunha, várias etapas do desenvolvimento de Campina”, iniciou Chico, recordando que nasceu na rua Maciel Pinheiro (Centro), e que “rolei sobre os fardos de algodão na rua Marques do Herval, em frente ao Colégio Alfredo Dantas (Centro)”.

Pleno emprego

O jornalista ressaltou que nessa época de apogeu econômico campinense, com o ciclo do algodão, “procurava-se quem queria ocupar um emprego”.

Potencial

“Campina era chamada a ´Liverpool´ (cidade inglesa) do Nordeste, por ser o 2º maior centro de comercialização de algodão do mundo”, resgatou.

Singular

Sobre a criação da FIEP (1949), Chico Maria grifou a conquista – mantida até os dias atuais – de Campina de ser “a única cidade do interior do País a sediar a Federação das Indústrias”, citando o marco da primeira presidência da entidade, que teve à frente Domício Veloso.

Inserção social

Chico realçou outro aspecto marcante na história da FIEP: “Abrir as portas para vários segmentos da sociedade”, na compreensão “de que o bem precisa ser massificado”.

“FIEP, esta é uma casa do povo”, arrematou.

Consenso

Autor da propositura que embasou a homenagem à FIEP, o vereador Márcio Melo (DC) registrou que o apoio foi “unânime” dos que compõem a casa legislativa, observando adicionalmente que o prédio da FIEP “também é nosso cartão postal”.

“O sucesso da FIEP é o sucesso da cidade e do Estado”, concluiu.

Propulsora

Em sua saudação aos presentes à sessão, o prefeito Romero Rodrigues afirmou que a entidade “impulsiona o desenvolvimento de Campina”.

Visibilidade

Anfitrião e principal homenageado na solenidade, o empresário Francisco Buega Gadelha, presidente da Fiep, disse que o auditório de lá se constitui no ´Palco Paraíba´.

Dinamismo

Em resgate histórico, Buega abordou o período de ´clímax´ do algodão, quando “em alguns meses do ano” Campina “arrecadava mais do que o Recife (PE)”.

Intensidade

“Era algo realmente gigantesco”, reforçou, com uma movimentação diária que em alguns dias chegava a 2 mil veículos.

Reduzir custos

Foi nessa época que Campina adquiriu a marca de entreposto comercial, porque muitas empresas e distribuidoras se instalaram na cidade para aproveitar justamente a ociosidade da viagem de volta dos caminhões que traziam algodão.

Batalhas

No tocante à caminhada da FIEP, o seu presidente lembrou que o apoio da entidade serviu para que ocorresse em Campina “o embrião da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) e do Banco do Nordeste, assim como a incansável mobilização em favor da transposição das águas do Rio São Francisco.

Reconhecimento

Nesse momento, Buega fez questão de pontificar “o esforço de Cicero Lucena e de Fernando Catão (ex-ministros do Desenvolvimento Regional) para que houvesse um eixo das águas do ´Velho Chico´ para Campina.

Entrave

Ele grifou que “normalmente a cidade não poderia ter crescido tanto”, ao longo das décadas, “porque não tinha água”.

Sentimento

“A minha sensação é a do leve prazer do dever cumprido”, ao receber a homenagem do Legislativo, “porque a Câmara sente o pulsar das ruas, e o seu reconhecimento nos deixa muito felizes”, assinalou o empresário.

Ações

O dirigente da FIEP disse à plateia que “os mandatos” à frente da entidade “não me fizeram acomodar”, citando que nos últimos 4 anos o investimento do Sesi e do Senai na Paraíba ultrapassou o patamar de R$ 100 milhões.

Edificações

Ele acrescentou que nos últimos anos houve construções no Sesi e no Senai superiores a 120 mil metros quadrados”.

Rota

Em seguida, o presidente destacou que “tudo hoje em dia está dentro da perspectiva da indústria do amanhã”.

Estabilidade

Buega aproveitou para registrar que “nunca estivemos numa situação financeira tão confortável quanto a atual”, apesar da conjuntura nacional adversa, mas por consequência de ajustes promovidos gradualmente.

Seguindo…

“Levo pedradas, mas sigo realizando, com muito amor, para que tenhamos uma Paraíba grande”, grifou.

… Em frente

Por derradeiro, Francisco Buega externou a sua “verticalidade de princípios e horizontalidade de propósitos. O meu País é o Brasil, e minha terra é esta”.

Sábado é dia…

A semana foi permeada por muitas citações de poetas e escritores nas sessões do Supremo Tribunal Federal, especialmente o singular William Shakespeare.

… De poesia

Nessa trilha, eis um verso do dramaturgo e poeta inglês: “Amor quando é amor não definha/ E até o final das eras há de aumentar. /Mas se o que eu digo for erro/ E o meu engano for provado/ Então eu nunca terei escrito/ Ou nunca ninguém terá amado”.

Bateu, levou

Deputado mais próximo nos dias atuais ao ex-governador Ricardo Coutinho, Gervásio Maia (PSB) reagiu duramente, ontem, à declaração da véspera de João Azevedo, segundo a qual ele teria sido o único membro da representação paraibana no Congresso Nacional que não conseguiu contactar para o afunilamento das prioridades em termos de emendas ao Orçamento Geral da União para 2020.

 “A grande procura de João quando chega em Brasília é pelos deputados ligados à base do governo Bolsonaro. Tem sido assim. Basta você observar a própria movimentação e as informações que são repassadas à imprensa”, esgrimiu Gervásio, para emendando que “João tem meu telefone, sabe que eu estou sempre à disposição. Passar sem combinar, naturalmente, dá em um desencontro. Quem quer encontrar marca, quem quer encontrar combina”.

Ricardo Coutinho ´mergulhou´...
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