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Arimatéa Souza

quarta-feira, 08/07/2020

João não esqueceu da urna

Vai quem quiser

Segundo o jornal O Globo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) estudará, em agosto, uma forma de evitar que quem não comparecer às eleições municipais de 2020, por conta da pandemia do novo coronavírus, seja obrigado a pagar a multa.

A legislação brasileira atual, em código promulgado em 1965, dispõe que “o eleitor que deixar de votar pode incorrer em multa de três a dez por cento sobre o salário mínimo da região”.

Ou seja, entre R$ 31,00 e R$ 104,50.

Defasada

Mas há um bom tempo a Justiça Eleitoral não atualiza o valor do salário mínimo.

Nas últimas eleições, por exemplo, a multa para os faltosos foi de R$ 3,50.

Da boca de…

“… O Podemos tem um projeto para apresentar a Campina Grande. Somos a única candidatura feminina, até o momento. Vamos continuar apresentando nossa ideia e fortalecendo nosso discurso. O bom debate é oportuno para que os eleitores façam a escolha pelo melhor gestor ou gestora campinense…” (prefeitável Ana Cláudia Vital do Rêgo, do Podemos);

Reta final

O pré-candidato pelo Democratas à Prefeitura Municipal de João Pessoa, Raoni Mendes, disse ontem que as negociações para uma aliança com o Podemos estão bem avançadas.

´Lá & cá´

Tudo indica que haverá reciprocidade de apoios em Campina e na Capital.

Retomada

“João Pessoa precisa voltar a funcionar, precisa mostrar um projeto coeso onde o eixo central seja o desenvolvimento econômico, saúde e educação, e que isso se transforme no dia a dia da população”, verbalizou Raoni.

´Sombra´

O deputado/prefeitável Tovar Correia Lima (PSDB) disse ontem que “em momento algum descartamos” a possibilidade de o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB) vir a ser o candidato a prefeito do grupo em Campina Grande.

Sem restrições

“Estou pronto para votar e para ser votado. Eu quero o bem da cidade e pretendo dar andamento ao trabalho do prefeito Romero”, enfatizou o ´tucano´.

Sem impedimentos

Ainda de acordo com Tovar, “eu não vejo problema algum se qualquer um dos quatro partidos encabeçar a chapa”, numa referência às legendas que formam a base governista em Campina – o seu, PSD, PP e PSC.

Convidado

O Progressistas de Campina Grande promoveu ontem uma reunião virtual com filiados, que contou com a presença de Tovar Correia Lima.

Macropolítica

“A discussão a respeito do cenário e das perspectivas políticas, e não apenas das eleições em si, promove uma visão política indispensável àqueles que já estejam ou pretendam ingressar na vida pública e esse é um trabalho que compete aos partidos”, comentou o vereador Lucas Ribeiro, presidente do partido na cidade.

Da boca de…

“… No tocante ao 2º turno, estaremos juntos. E não há relações comparativas entre o quadro sucessório de 2016 com o quadro sucessório de 2020…” (senador Veneziano Vital, do PSB, sobre a impossibilidade de uma composição com o deputado/prefeitável Inácio Falcão, do PCdoB, no 1º turno da disputa).

Anestésico

O deputado/prefeitável Ruy Carneiro (PSDB-JP) busca neutralizar as reações entre aliados do prefeito Luciano Cartaxo (PV) ao fato de ele e seu partido terem deixado a base governista já com o processo eleitoral em marcha.

Sem submissão

“A Prefeitura de João Pessoa está errando e muito na gestão da saúde e da economia”, observou o ´tucano´, para ponderar em seguida que “existe uma diferença entre ser aliado e ser subordinado. As alianças nas quais participei, eu fui aliado ou foram aliados meus. Eu nunca fui subordinado”.

Ferrolho

O ´tucano´ avaliou que o prefeito de JP se fechou para os aliados a partir do momento em que muitos não aceitaram o critério de ter um ´pau mandado´ (ex-secretário da PMJP) no terceiro mandato.

Prefixos

Ruy Carneiro asseverou que “eu não sou ‘anti-Luciano’. Eu sou o ‘pós-Luciano’. Ele não é candidato à reeleição, pois a gestão dele está acabando”.

Fuga

De sua parte, Luciano Cartaxo considerou ser inaceitável um aliado passar oito anos dizendo que a gestão é boa, que é revolucionária, de resultados; que a gestão transformou João Pessoa, e quando chega perto das eleições, porque é candidato, sai ‘metralhando’ dizendo que a gestão está errada”.

Outra ´praia´

“A minha política não é essa. Esse tipo de política, eu nunca fiz na vida e não vou fazer nunca. Acho que estamos na vida pública há bastante tempo para ir amadurecendo, para ir avaliando quando há divergências. O rompimento acontece e faz parte do cenário político, da disputa eleitoral, mas não é justo dizer que o problema é do gestor”, acrescentou o prefeito pessoense.

Mais um

O reitor da Universidade Oeste de Santa Catarina, Aristides Cimadon, também entrou no leque de alternativas do presidente Jair Bolsonaro para ocupar o ´estigmatizado´ Ministério da Educação.

´Flerte´

Dirigentes do MDB e do PSC em Campina Grande iniciaram um diálogo para aferir as possibilidades e condições de uma eventual aliança para a disputa majoritária deste ano.

Atrás de votos

João Azevedo (Cidadania) comentou ontem sobre o processo eleitoral no Estado, já em curso.

“Estamos trabalhando para que o partido Cidadania continue com esse crescimento que ocorreu. Vamos ter candidatos em vários municípios e vamos discutir tudo isso”, frisou.

Interiorização

Segundo Azevedo, “pelo menos, em 170 cidades teremos candidatos a prefeito. Lógico que as grandes cidades chamam atenção, mas é importante esse crescimento da legenda no Estado”.

Aguardem

“Na hora certa, vamos falar sobre nossos candidatos e alianças. Já promovemos algumas reuniões e elas continuarão acontecendo”, assinalou o governador.

Amaciante

Sobre a situação específica de Campina, onde tem dois aliados disputando o pleito (Inácio Falcão e Ana Cláudia), João comentou que “nós estamos evoluindo numa conversa pra ver quem irá se consolidar; se haverá uma união de forças. Tudo isso ainda está acontecendo”.

Caminha-se para um eleição com ´muitos´ candidatos e ´poucos´ eleitores...
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