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Arimatéa Souza

sábado, 17/09/2016

Já querem mudar a lei

Nas ondas do rádio

As refregas e troca de farpas marcaram presença no debate que a Rádio Campina FM promoveu ontem com quatro candidatos a prefeito da cidade: Adriano, Bolinha, Romero e Veneziano.

Foram quase três horas com todos eles fazendo perguntas entre si.

A seguir, trechos desses embates.

“Oligarquias”

“Essas oligarquias tanto mal têm feito à cidade”. (Bolinha)

Legado

“Quando assumimos a prefeitura encontramos uma desorganização total e o lixo espalhado pela cidade inteira”. (Romero)

Ciclos

“Entre 2005 e 2012 a cidade mudou as suas feições. Nós vivemos hoje um desastre administrativo”. (Veneziano)

Motivação

“Quero ser eleito para mostrar que um prefeito pode fazer mais. Campina vive os caos na saúde”. (Adriano)

Desconhecimento

“No afã de me atingir, o senhor não conhece as ações na área de saúde com toda a sua intensidade”. (Romero)

Ao prefeito

“Candidato da ladainha, não tem nada a apresentar. Não assume a sua completa incompetência gerencial”. (Veneziano)

Réplica

“Incompetência de gestão (Veneziano) é falta de pagamento que deixou os servidores negativados e sem condições de comprar a prazo”. (Romero)

Tréplica

“Tenha (Romero) a seriedade de assumir as suas incompetências e fragilidades”. (Veneziano)

A fila andou

“Vocês (Veneziano e Romero) já tiveram a oportunidade e deixaram muito a desejar”. (Bolinha)

Ultrapassados

“Campina aplica métodos administrativos que eram utilizados na década de 70”. (Bolinha)

Elementar

“Acompanho com muita tristeza os funcionários (da PMCG) reivindicando coisas mínimas e básicas”. (Adriano)

Irrealizáveis

“Você tem feito propostas mirabolantes”. (Bolinha para Veneziano)

Pé no chão

“Nunca fui de fazer promessas que não possa cumpri-la. Não me utilizo disso para arregimentar votos”. (Veneziano)

Obsessão

“A atual administração só tem uma preocupação: se reeleger a qualquer custo, mesmo que quebre a prefeitura”. (Adriano)

Iminente

“Campina se vê com uma administração que quebrou. A bomba vai explodir logo logo”. (Veneziano)

Transbordou

“O funcionário público campinense clama pela mudança. Não aguenta a atual gestão nem a anterior”. (Adriano)

Tática

“Os nossos adversários divulgam mentiras e tentam potencializar as mentiras”. (Romero)

Prática

“A sua época (Veneziano) era a da (Construtora) Maranata, que terceirizava serviços e colocava dinheiro na sua campanha”. (Romero)

Revide

“Você (Romero), além de incompetente é mentiroso”. (Veneziano)

Empreguismo

(contratação de uma médica pela PMCG, que mora em São Paulo) “É uma indecência contra o erário público”. (Veneziano)

 

Desvios

“Indecência foi o que o senhor fez na prefeitura, com desvios de recursos”. (Romero)

O prefeito disse posteriormente que a médica se licenciou para fazer uma especialização.

Traição a Dilma

“Candidato (Adriano), você tem uma formação intelectual reconhecida. Eu não votei a favor do impeachment, você está redondamente equivocado. A Câmara tem outro papel, que foi simplesmente dizer: investigue as acusações. Quem julgou a presidente de forma derradeira foi o Senado. O PMDB apenas disse: vamos investigar”.

Veneziano, ao responder a Adriano que o acusou de ter traído a ex-presidente.

Ingratidão

“A Câmara tinha sim o poder de absolver a presidente e você não o fez. Você a acusou, aceitou a denúncia contra Dilma. A política adora traição, mas o povo odeia traidores. Você teve dos governos Lula e Dilma toda a atenção do mundo. E na hora em que a presidente Dilma mais precisou, você virou as costas para ela. A pergunta é: quem vira as costas para uma presidente, pode realmente fazer compromissos com o povo de Campina?” (Adriano)

Surpreso

“Surpreende-me o seu desconhecimento. Traição?! Lamento a forma agressiva, mas não me cabe. Não venha com esse discurso, porque não alcança o sentido que você quer dar a essa tese”. (Veneziano para Adriano)

´Nem nem´

“O que falta a você (Bolinha) é um pouco mais de humildade e de respeito às pessoas. Deixe de estar com esse discurso vazio. Por isso que você é conhecido no calçadão como o candidato ´nem nem´: não tem voto nem tem proposta. Só fica com esse discurso fácil, sem conteúdo, sem nenhuma qualificação. É ruim para a classe empresarial ter um representante como você, com essa fala fácil querendo enganar o povo de Campina Grande”. (Adriano)

Sem condenações

“De fato, eu sou o candidato ´nem nem´ mesmo, candidato (Adriano).  Eu nem respondo processo nem nunca sofri nenhuma condenação no âmbito de improbidade administrativa (…) Eu sou candidato a prefeito porque eu defendo os interesses da minha cidade, e não os meus próprios interesses, como infelizmente parece ser o seu desejo”. (Bolinha).

Empreiteira

(nome citado nas investigações que envolvem a Odebrecht) “Coisa totalmente descabida e sem fundamento (…) O senhor (Adriano) responde a dezenas e dezenas de processos (no Tribunal de Justiça)”. (Romero para Adriano)

Ranking

“Quanto a essa questão de processos, eu sou o 3º lugar. O candidato Veneziano tem 103 (processos) e Romero tem 91. E eu tenho pouco mais de 40. Agora, em muitos desses processos eu sou autor”. (Adriano)

Diferencial

“(No meu caso) São processos eleitorais. O senhor (Adriano) responde por improbidade administrativa”. (Romero para Adriano)

Inventário

“Recebemos o (complexo) Plinio Lemos totalmente abandonado e sucateado” (Romero)

Acanhada

“A Guarda Municipal jamais foi à altura do que deveria ter sido”. (Bolinha)

Ironia

“Não fui eu que usei a prefeitura para eleger minha mãe deputada federal e meu irmão senador”. (Romero para Veneziano)

No limite

“Campina está de saco cheio de políticos que prometem, prometem… E não cumprem”. (Adriano)

A volta da grana

Com base na experiência em curso da campanha para a eleição municipal deste ano, já começaram no Congresso Nacional as articulações para a volta do financiamento empresarial no processo eleitoral.

Alguém convidou Lula para a campanha política na Paraíba?...
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