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Arimatéa Souza

segunda-feira, 30/09/2019

Geraldo nas ruas

Compêndio

Ao longo das últimas entrevistas que concedeu, eis as expressões do ex-ministro e ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) para se referir ao presidente Jair Bolsonaro (PSL): “canalha”, “corrupto”, “irresponsável”, “imbecil, “fascista” e “macaco em casa de louça”.

Vitrine

Para atrair filiados visando as eleições do ano que vem, o Podemos tem usado um argumento potente: será o partido do ex-juiz e ministro da Justiça Sérgio Moro em 2022.

Empatia

Recente reportagem do ´Estadão´ assinala que “a afinidade entre o Podemos e o ministro é total”.

O detalhe

O Podemos já é a segunda bancada do Senado, com dez integrantes.

´Refresco´

Ainda no ´Estadão´. Reportagem na edição de ontem relata que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem solicitado “dentro do governo” mais um “tempinho” para que a sua equipe consiga entregar mais resultados à população”.

Da boca de…

“… Rodrigo Janot é, no mínimo, um assassino de reputações. Só num país como está o Brasil, um desqualificado como este ainda lançará um livro. A declaração de uma possível intensão de matar um ministro do STF só revela o seu caráter…” (deputado Artur Lira, de Alagoas, líder do PP na Câmara Federal).

Tchau Campina

O deputado federal Julian Lemos (PSL) transferiu o seu domicílio eleitoral para João Pessoa, cidade onde pretende disputar o cargo de prefeito nas eleições do ano que vem.

Validade

Decisão do Superior Tribunal de Justiça: a carteira nacional de habilitação (CNH) vale como identificação pessoal, mesmo estando vencida.

Pânico

A quebra do sigilo telefônico do líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), deixou a maioria dos seus colegas ´à flor da pele´.

Da boca de…

“… A Operação Lava Jato afunda, mas a história saberá calibrar erros e acertos, reconhecendo o enorme bem que fez ao País…” (jornalista Eliane Cantanhêde, do canal Globonews).

Na Serra

Dias atrás, o cientista político Bruno Soller, um dos diretores do instituto de pesquisa Real Big Data, proferiu palestra em Campina Grande para filiados e convidados do PP.

Quase invariável

Ele ressaltou aos presentes algo cíclico no ambiente político: “Todas as vezes que existe queda do poder de compra, o poder político troca de comando”.

Choque de…

Bruno citou, noutro momento, algo emblemático da situação de estagnação econômica atual do País, recolhido de recente pesquisa promovida no interior de Pernambuco, acerca do que mais impacientava as pessoas diante da crise atual.

… Realismo

Resultado predominante: as reclamações pelo fato de a remuneração atual não estar permitindo a compra regular de carne vermelha.

Efeito

O cientista também destacou aos espectadores que “quanto maior a integração entre a política nacional e a local, mais a realidade da conjuntura brasileira impactará no processo eleitoral.

O mote…

Bruno citou topicamente os temas que ´embalaram´ predominantemente as últimas eleições municipais nas maiores cidades do País.

… Dos pleitos

2012: cidades sustentáveis e mobilidade urbana; 2016: retomada de serviços e melhoria da vida das pessoas.

E 2020?

No palpite do palestrante, eficiência dos serviços públicos e suporte das tecnologias para o cotidiano das pessoas.

Arriscou

Bruno Soller concluiu as suas palavras com outro palpite para o ainda distante pleito de 2022: o apresentador de TV Luciano Huck poderá – a depender da conjuntura – virar um ´fenômeno´ eleitoral.

Olha a lista!

Eis os prefeitáveis (de momento) de Campina Grande aliados do prefeito Romero Rodrigues: Félix Araújo Neto, Bruno Cunha Lima, Diogo Cunha Lima, deputado Manoel Ludgério, Nelson Gomes Filho e André Agra.

2ª feira filosófica

“Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará” (Sócrates, filósofo grego, pinçada do professor Ailton Elisiário, da Academia de Letras de Campina Grande).

Jogo pesado

O governo de Alagoas aceitou reduzir de 12% para 5% a alíquota do ICMS sobre o querosene de aviação, como forma de a empresa Latam ampliar em 15% a quantidade de voos que passam pelo Estado.

Salta à vista

Já não é mais possível considerar uma simples ´lenda urbana´: o nome do médico e secretário de Saúde do Estado, Geraldo Antonio de Medeiros, filiado ao PSB, está colocado no leque da sucessão campinense de 2020.

´Band-aid´

Ao ser questionado em recentes entrevistas, ele optou por tergiversar, argumentando que o seu foco atual é no imenso desafio de gerir a área de saúde, que além dos complicadores habituais – como grande demanda e limitação de recursos do SUS -, ainda enfrenta no plano estadual as denúncias que envolvem corrupção e desaguaram na Operação Calvário.

Propagação

Nos últimos dias, de forma misteriosa, em termos de iniciativa, mas crescentemente volumosa, têm se espalhado pela cidade uma imensa quantidade de adesivos com menções subliminares ao nome de Geraldo como potencial alternativa oposicionista.

Tirar a pulsação

Resta aferir, com o passar dos dias, que engenharia política move essa ação; se ela conta com o conhecimento e/ou estímulo do governador João Azevedo; e como reage a ela a principal liderança do PSB local, que é o senador Veneziano Vital do Rêgo, cuja candidatura a prefeito em 2020 é dada como certa por seus correligionários mais próximos, até mesmo diante das indiretas sinalizações do ex-prefeito.

Cássio Cunha Lima: quarentena ou aposentadoria política?...
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