Arimatéa Souza

quinta-feira, 27/09/2018

Centenas de ´pendurados´

Controle dos aliados

O governador Ricardo Coutinho (PSB) se pronunciou, ontem, acerca da aparente contradição nas alianças que tem celebrado no Estado.

“Não tem problema nenhum fazer alianças numa clareza de propósitos. O que eu falava em 2004, quando era vereador, falo o mesmo hoje, com alguma retificação. Mas a linha geral e a postura são as mesmas. Eu tenho coerência e por isso não tenho medo de qualquer aliança. Eu batalho por alianças, mas não pensem que essas vão mudar o que é correto”, discorreu.

Desejo mútuo

No tocante à aliança com os ´tucanos´, em 2010, RC ponderou que “fizemos aliança e não interessava somente para mim, mas também para o outro lado. Eu não me arrependo das coisas que faço na vida, porque penso muito bem antes”.

Data marcada

O TRE-PB pautou para a sessão da próxima segunda-feira o julgamento do ´Caso Empreender´, com ações que pedem a cassação do mandato do governador.

São processos que se arrastam desde 2014.

Placar

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) é líder nas intenções de votos em 15 Estados do Brasil e no Distrito Federal, segundo pesquisas regionais realizadas pelo Ibope e destacadas no jornal Valor Econômico (SP).

Petista

Fernando Haddad está à frente em oito dos nove Estados do Nordeste.

A exceção é o Ceará, onde Ciro Gomes (PDT) lidera.

Baixa ´voltagem´

João Azevedo, candidato a governador pelo PSB, prometeu ontem no guia eleitoral uma redução de 20% na conta de luz das famílias de baixa renda.

Dinheiro…

Conforme os dados protocolados no TSE, a campanha de Bolsonaro arrecadou até o momento R$ 998 mil, sendo R$ 334 mil de recursos partidários.

… Na conta

Fernando Haddad teve uma receita de R$ 21,7 milhões – quase a totalidade repassada pela direção do PT.

´Voz das ruas´

Em recente entrevista à ´Arapuan FM´, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) afirmou que “votei pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em sintonia com a maioria do povo brasileiro. O impeachment foi feito nas ruas”.

Novo pleito

“Eu defendi que a melhor solução seria eleições diretas, junto com a eleição municipal (2016), ao invés do impeachment. Defendi a cassação da chapa Dilma/Temer”, prosseguiu CCL.

Fora da base

O ´tucano´ argumentou ainda que “eu estava na oposição a Dilma, como estou na oposição Temer, porque um é consequencia do outro. Quem votou em Dilma, votou em Temer. Não tenho cargos no Governo Temer. É uma posição de absoluta coerência”.

A quem cobrar

Para o senador, “quem deve explicações sobre o impeachment é Veneziano (PSB), que era da base do Governo do PT, tinha cargos no governo e votou pelo impeachment”.

Afagos

Sobre os seus elogios ao presidente, cujas imagens invadem as redes sociais, Cássio alegou que “para trazer água (do Rio São Francisco) para Campina Grande e o Cariri, valeu até abraçar Temer. E fiz um reconhecimento público pela conclusão da obra. O esforço feito nessa obra foi enorme”.

Queimação

Sobre a estigmatização que tem sido feita contra a sua atuação política, o ´tucano´ observou que “ninguém fica bom ou ruim do dia para a noite”.

Catalisou

Na parte de maior repercussão da entrevista, quando tratou da sucessão presidencial, Cássio analisou que “a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) cresce porque ele não é aventureiro. Tem uma trajetória no parlamento brasileiro. E ele catalisou um sentimento que permeia uma parte expressiva da população brasileira, que está horrorizada com tanta corrupção e exige mais segurança”.

Equívoco

“O PSDB – continuou o senador – cometeu um erro em sua estratégia de comunicação, quando quis atacar Bolsonaro e acabou atacando um sentimento popular. Quem está hoje com Bolsonaro, parte no passado já votou no PSDB. E hoje está com um profundo sentimento de indignação, justa e compreensível. É um sentimento com o qual eu comungo”.

Além-mar

O premiado chargista campinense Fred Ozanan doou a um museu de Portugal os seus trabalhos publicados no extinto (e histórico) semanário Pasquim, cujo apogeu ocorreu no período da redemocratização do Brasil.

Sampa

Os números do Ibope em São Paulo acerca da sucessão presidencial impressionam.

Jair Bolsonaro tem 33% das intenções de voto; Geraldo Alckmin (PSDB) está com 14%; Fernando Haddad (PT) tem 13%.

Régua

Ou seja, o ´capitão´ ganha dos dois presidenciáveis paulistas (somados).

O detalhe

O Ibope ouviu 2.002 eleitores entre os dias 22 a 24 de setembro em 96 municípios paulistas.

Registro no TSE: BR-01797/2018.

Palanque

“Que papo é esse de votar no menos pior? Deus não quer o menos pior, não”.

Presidenciável Cabo Daciolo (Patriota), sobre a tese do ´voto útil´.

Consumada

No dia em que APARTE (ontem) cogitou o incremento da aproximação entre a candidata Tatiana Medeiros (MDB) e o senador Cássio, foram postadas na internet as fotos de um evento que reuniu ambos.

Binóculo

Confiantes na reeleição em outubro, os deputados Adriano Galdino (PSB) e Branco Mendes (Podemos) já sonham com a presidência da Assembleia Legislativa – a eleição será no dia 1º de fevereiro.

Sobrevida

Aproximadamente 1.400 candidatos deverão disputar as eleições deste ano mesmo com os seus pedidos de registro de candidatura barrados pela Justiça Eleitoral.

Ou seja, seus nomes e fotos aparecerão na urna eletrônica.

Cargos

Desses impugnados (338 dele são do Rio de Janeiro), 12 disputam governos estaduais, 26 um mandato de senador, 462 tentam uma cadeira na Câmara Federal, e 855 concorrem a mandatos de deputado estadual.

Instância recursal

É bom ressaltar que não existem presidenciáveis ´sub judice´, porque os pedidos de registro para o cargo são apreciados diretamente pelo TSE, que no caso dos postulantes aos demais mandatos em disputa aprecia (eventualmente) recursos de decisões dos TREs, o que demanda tempo e acaba atropelando o calendário eleitoral.

As coligações firmadas na Paraíba resistirão até o 2º turno?...
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