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Arimatéa Souza

quarta-feira, 11/04/2018

Carta branca para Lira

Sem acesso

Os 10 governadores (predominantemente do Nordeste) que se deslocaram ontem até a cidade de Curitiba (PR) para visitar o ex-presidente Lula não tiveram acesso ao petista.

A juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, alegou que “não há fundamento para a flexibilização do regime geral de visitas próprio à carceragem da Polícia Federal”, e que essa flexibilização poderia “inviabilizar o adequado funcionamento da repartição pública”.

Socialista

Um dos integrantes da comitiva era Ricardo Coutinho (PSB-PB).

Em entrevista, ele declarou que Lula “hoje é indiscutivelmente um preso político”.

Incompreensível

“Vimos prestar de forma clara nossa solidariedade não simplesmente ao cidadão Lula, mas ao melhor presidente que este País já teve, e que sofre um processo que até hoje não se consegue explicar. Foi condenado com a própria justifica dizendo que não tinha provas”, explicou.

Demarcação

“É preciso que a Nação se levante, por conta da preservação do estado de direito. O Brasil não pode ser dividido em que vota no Lula e em que não vota no Lula. O Brasil tem que ser dividido, nesse momento, entre os que apoiam o estado de direito, uma conquista da civilização, e os que acham que isso é simplesmente um detalhe, e de acordo com as circunstâncias políticas pode ser alterado”, discorreu RC.

Insuportável

Ricardo afirmou ainda que “ninguém aguentaria passar pelo que o presidente Lula está passando, com ataques profundos à sua honra, durante três anos, sem apresentar nenhuma prova e, ao mesmo tempo, ter o respeito, o carinho e a devoção do povo brasileiro”.

Vem aí

O instituto Datafolha no TSE registrou a 1ª pesquisa eleitoral após o comício/prisão do ex-presidente Lula, no final de semana passado.

O resultado deverá ser publicado no próximo sábado.

Jogo zerado

O vice-prefeito campinense Enivaldo Ribeiro (PP) deu as suas primeiras declarações após o ´fico´ do prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

Inicialmente, ele disse que o seu partido “vai aguardar os acontecimentos” para se posicionar, mas ressaltou que as negociações estão de volta ao começo: “Virou estaca zero. Vai começar tudo de novo”.

Sem vetos

Ribeiro se mostrou aberto às conversações além de sua atual coligação: “Eu converso com todo mundo. Mas fazer uma composição é outra história. Sou amigo de João Azevedo (pré-candidato a governador pelo PSB)”.

Assédio

“Há alguns dias eles (socialistas) nos procuraram para conversar com Aguinaldo (Ribeiro), através do deputado Ricardo Barbosa (PSB)”, relatou o vice.

Incompetente

Enivaldo foi crítico acerca do bloco oposicionista: “A oposição poderia ter sido mais competente. A oposição perdeu a oportunidade de sair coesa e tranquila”.

Isolado

O vice-prefeito relatou que “até a última hora (semana passada) Romero Rodrigues não conversou comigo se iria sair ou não”.

A fatura

Enivaldo Ribeiro disse na ´Correio FM´ que “a gente precisa de mais prestígio no governo. O espaço que a gente (PP) tem é muito pouco para o tamanho do partido. Isso é que é a verdade”.

 

Da boca de…

“… Na Paraíba, a coerência está valendo muito pouco…” (deputado Anísio Maia, PT).

Chegando

Será às 10h desta quinta-feira o lançamento do ´Shopping Pátio Cidade Nova´, localizado na rua Portugal, 600, bairro de Bodocongó.

Em comunhão

Se você deseja alinhar com o pensamento do ex-presidente Lula, eis o livro que ele está lendo na carceragem da PF: “A elite do atraso, da escravidão à Lava-Jato”, escrito pelo sociólogo Jessé Souza.

Custa 45 reais na Livraria Saraiva.

Bater o…

O governo federal planeja privatizar a Infraero. Segundo fontes, a operação incluiria 54 terminais, entre aeroportos lucrativos e deficitários.

… Martelo

O plano é vender entre 51% e 80% de toda a empresa, o que renderia uma receita extraordinária de até R$ 15 bilhões, noticiou o jornal O Globo.

Na reta…

“Foi muito difícil, por isso que algumas pessoas acharam que eu surpreendi com essa decisão. Foi na última hora, no último momento”.

… Final

O depoimento foi verbalizado ontem pelo senador Raimundo Lira, ao detalhar a decisão de deixar o MDB e se filiar ao PSD, o que implicou em abdicar da influente liderança peemedebista no Senado.

Vínculo

“O MDB é um partido que eu gosto, que amo e estimo. Sai para ter mais liberdade de movimentos e tentar compor uma coligação que seja mais favorável ao meu projeto de reeleição, como também compor uma boa coligação para os deputados”, declarou o senador à ´Arapuan FM´.

Sem tensão

O ex-emedebista garantiu que não remanesce “nenhuma rusga” no relacionamento com o senador José Maranhão.

“Nossa relação sempre foi boa. Como presidente do MDB da Paraíba, ele tem o direito de ser candidato a governador”, enfatizou.

Perfil

Lira citou que um dos pilares de sua intenção de obter a reeleição é o fato de “todas as pesquisas nacionais mostrarem que o eleitorado quer votar num candidato ficha limpa, que não tenha processo e nunca tenha sido objeto de condenação, e não tenha denúncia na Lava Jato. E eu posso me orgulhar de ser um senador ficha limpa”.

Sem restrições

Raimundo Lira surpreendeu ao afirmar que o PSD “está aberto” para “entendimentos” com todas as forças políticas estaduais, até mesmo o governador Ricardo Coutinho (PSB) e José Maranhão.

Condições

“Se ele (JM) compor uma boa coligação e me oferecer a possibilidade de ser o candidato a senador em sua chapa, eu não vejo nenhuma dificuldade”, contextualizou.

 

Delegação

O senador invocou a retaguarda oferecida pelo deputado Rômulo Gouveia, presidente do PSD/PB: “Rômulo me delegou a condução da coligação do PSD na Paraíba. Isso me deixou muito tranquilo e representou uma homenagem e uma confiança que me deixaram emocionado”.

O governador gostou da filiação de Joaquim Barbosa ao PSB?...
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