Fechar

logo

Fechar

Arimatéa Souza

sábado, 19/09/2020

Candidatura ´pendurada´

O ´dedo do guru´

Credite-se ao jornal O Globo (colunista Lauro Jardim) a seguinte informação: partiu do ex-presidente Lula a orientação à direção nacional do PT para dinamitar a candidatura a prefeito de João Pessoa do deputado Anísio Maia.

Linha do tempo

Alegação do ´dono´ do PT: Ricardo Coutinho é “aliado antigo” e é coerente o partido apoiá-lo.

Recusa

Nenhuma liderança petista de João Pessoa aceitou ir para a vice de Ricardo, que acabou indicando a socialista Paula Francinete como a sua companheira de chapa.

´Plano B´

Se a candidatura a prefeito de Anísio Maia for para o ´vinagre´, o PCdoB que indicou Percival Henriques como vice do petista, não descarta compor com o ´mago´.

O detalhe

A alternativa do PCdoB seria a própria presidente estadual do partido, Gregória Benário.

Eco

A gafe do deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas) no primeiro debate com os candidatos a prefeito de João Pessoa, anteontem à noite, na TV Arapuan, já ganhou repercussão nacional.

Na contramão

Conforme o ´Estadão´, ao defender a transparência na gestão pública, Virgolino, que se apresenta como o nome de Jair Bolsonaro na disputa municipal e já é delegado da Polícia Civil, afirmou ser preciso “praticar a corrupção”.

Reposicionamento

“Se chegarmos à prefeitura a gente pretende fazer uma operação pente-fino em todas as secretarias. Corrupção deve ser praticada, não apenas falada”, afirmou ele, que prometeu entregar a controladoria-geral do município a um policial federal ou um integrante do Ministério Público caso seja eleito.

Embaixador

A Santa Sé nomeou, há poucos dias, o italiano Dom Giambattista Diaquattro como novo Núncio Apostólico no Brasil.

Tradição

Há dois séculos que a representação do Vaticano no Brasil é sempre ocupada por um religioso italiano, com uma única exceção – de 1969 a 1973.

Da boca de…

“… Eleição em dois turnos é balcão de negócios; reeleição é balcão de negócios; eleição de dois em dois anos é balcão de negócios…” (vereador João Dantas, PSD, em sessão virtual do Legislativo campinense).

Interatividade…

Esse período de pandemia, via de regra, deixou as pessoas mais reflexivas, sensíveis e até mesmo saudosistas.

… Emocional

APARTE vai recolher de seus leitores, e publicar periodicamente, a resposta à seguinte indagação: que música você gostaria de ter composto?

Lacuna

O vereador Olímpio Oliveira (PSL-CG) afirmou que “nós sentimos a ausência de nossa bancada federal (…) Não percebemos as ações”.

Evidências     

O edil também externou a sua preocupação com relação ao setor de transportes coletivos: “Campina Grande se tornou refém das empresas de transportes coletivos; a cidade se tornou refém desse monopólio. Vocês não percebem isso?”

Dá as cartas

“Esse monopólio desemprega na hora que quer; quando quer renúncia fiscal consegue; subsidio para passagem consegue!”, acrescentou o parlamentar.

Haja ´pai´

Ouvintes ligaram nos últimos dias para a Rádio Caturité FM (104.1) informando que já foram entregues cartas (panfletos) de três vereadores campinenses invocando a ´paternidade´ da construção do Parque Linear Dinamérica, anunciada há poucos dias pelo prefeito Romero Rodrigues.

´Nero´

Em recente reunião com deputados e senadores da base aliada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que acabar com o ´teto de gastos´ (as despesas crescendo até o limite das receitas) “tacaria fogo no país”.

Sábado é dia de poesia

“Nunca se entregue/ Nasça sempre com as manhãs/ Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar…” (do eterno Gonzaguinha).

´Mea culpa´…

No seu mais recente artigo na imprensa, o ex-presidente e sociólogo Fernando Henrique Cardoso reavalia criticamente o ´instituto da reeleição´ que ajudou a ser implementado em 2004 e foi por ele beneficiado.

… Do ´príncipe´

Suas reflexões buscam fazer conexão com o Brasil atual. Leia trechos a seguir.

Limitações

“Agora se tem a sensação (pelo menos, eu tenho) de que o presidente não está bem acomodado na cadeira que ganhou. É difícil mesmo. De economia sabe pouco; fez o devido: transferiu as decisões para um “posto Ipiranga”. Este trombou com a crise, pela qual não é responsável.

Pesadelo

“Não importa, vai pagar o preço: tudo o que era seu sonho, cortar gastos, por exemplo, vira pesadelo, terá de autorizá-los (…) Só resta o falatório vazio. Este cansa e é ineficaz num Congresso que, no geral, também quer gastar e igualmente pensa nas eleições.

“Não é desculpa”

“Cabe aqui um ´mea culpa´. Permiti, e por fim aceitei, o instituto da reeleição. Verdade que, ainda no primeiro mandato, fiz um discurso no Itamaraty anunciando que “as trevas” se aproximavam: pediríamos socorro ao Fundo Monetário Internacional (FMI). Não é desculpa. Sabia, e continuo pensando assim, que um mandato de quatro anos é pouco para “fazer algo”.

Ingenuidade

“Tinha em mente o que acontece nos Estados Unidos. Visto de hoje, entretanto, imaginar que os presidentes não farão o impossível para ganhar a reeleição é ingenuidade.

Sem contenção

“Eu procurei me conter. Apesar disso, fui acusado de ´haver comprado´ votos favoráveis à tese da reeleição no Congresso. De pouco vale desmentir e dizer que a maioria da população e do Congresso era favorável à minha reeleição: temiam a vitória… do Lula.

Erro histórico

“Devo reconhecer que historicamente foi um erro: se quatro anos são insuficientes e seis parecem ser muito tempo, em vez de pedir que no quarto ano o eleitorado dê um voto de tipo “plebiscitário”, seria preferível termos um mandato de cinco anos e ponto final.

Subordinação

“Caso contrário, volto ao tema, o ministro da Economia, por mais que queira ser racional, terá de fazer a vontade do presidente. Não há o que a faça parar, muito menos um ajuste fiscal, por mais necessário que seja. E tudo o que o presidente fizer será visto pelas mídias, como é natural, como atos preparatórios da reeleição. Sejam ou não.

Recomendável

“Acabar com o instituto da reeleição e, quem sabe, propor uma forma mais ´distritalizada´ de voto são mudanças a serem feitas”.

A fatalidade dos prazos

Uma impensável ´dor de cabeça´ passou a rondar a campanha do prefeitável campinense Artur Bolinha Almeida (PSL), com risco de ser insanável e/ou passível de contestação por parte das coligações adversárias.

É que a ata da convenção municipal, realizada na última terça-feira, foi protocolada no Fórum Eleitoral muitas horas após o prazo legal.

O registro de candidatura é da competência do juiz Leonardo Paiva, da 16ª Zona Eleitoral.

Não é possível que se peça tropas federais para Campina este ano...
Share this page to Telegram

Arquivo da Coluna

Arquivo 2019 Arquivo 2018 Arquivo 2017

2018 - Paraiba Online - Todos os direitos reservados.

BeeCube