Jornalista há quase 30 anos, escreve a coluna Aparte desde 1991. Já trabalhou em TV, rádio e foi editor chefe do Jornal da Paraíba e colunista das TVs Cabo Branco e Paraíba. É comentarista político das rádios Campina FM, Caturité AM e editor do portal de notícias Paraibaonline.

sexta-feira, 24/06/2016

Campanha imprevisível

Enfermidade nacional

Respeitado relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, o ministro Teori Zavascki aproveitou uma solenidade ontem para pontuar algumas questões.

“O País está enfermo, às voltas com graves crises na área de natureza econômica, política e ética. Sem dúvida é preciso que as enfermidades sejam tratadas, como estão sendo, e que tenhamos a coragem de ministrar os remédios amargos quando necessário”, pontificou.

Acerto de contas

Segundo Teori, remédios amargos precisam ser usados para “acertar as contas com o passado”.

“Mas sem prejuízo de medidas para acertar as contas com o passado é também indispensável que tenhamos um olhar para o futuro”, emendou.

Alicerçar

O ministro do Supremo exortou que é preciso “empenho para formar os alicerces do reencontro com a prosperidade e com a prevalência doa padrões éticos que a nação exige”.

Agressão…

Um fato incomum ocorreu na Gerência de Fiscalização de Estabelecimentos da Secretaria da Receita Estadual, que funciona numa das dependências do prédio da Recebedoria de Rendas, em Campina Grande.

… A domicílio

O chefe do setor, auditor Paulo Coqueiro, convocou um dos subordinados (natural de Alagoas) para questioná-lo sobre procedimentos indevidos.

A reação do subordinado foi uma agressão.

Providências

Já foi instaurado um procedimento administrativo para apurar o fato e, provavelmente, punir o servidor agressor.

Garimpo

A seguir algumas das declarações do prefeito Romero Rodrigues (PSDB-CG) durante a sua participação esta semana no programa ´Ideia Livre Política & Economia´, na TV Itararé.

Farpas do…

…  Concorrente. “Não vou estar respondendo a Adriano Galdino (PSB) ou a quem quer que seja, porque o meu foco é administrativo. No período das eleições, vamos discutir projetos.

Apoio do PP

“Ainda acredito que essa possibilidade é muito grande. Você não constrói parcerias só na retórica, na conversa. Criamos um ambiente favorável para permitir a consolidação dessa parceira. Eu confio nisso.

DEM

“Ao que me consta, vamos contar com o apoio mais uma vez do Democratas este ano.

Esperar

“Vamos aguardar a população fazer o julgamento de Adriano acerca do que ele acha e compreende de Campina.

Adriano X Veneziano

“Um dia desses ele (Adriano) estava aliado, no mesmo palanque, trocando elogios um com o outro. Outro dia desses ele estava comigo. Quando fui candidato a deputado federal, ele votou comigo na terra dele (Pocinhos). Em menos de três anos Adriano já mudou de compreensão.

Vice

“Eu não pensei nisso ainda. Eu não estou concentrado nas questões eleitorais. Eleição é resultado de um trabalho. E dando certo o trabalho, a gente consegue êxito nas eleições.

Senador e o vice

“Cassio vai exercer um peso bem importante nisso.

Cássio influencia…

… No governo? “De forma nenhuma. Zero. As indicações são normais, naturais. Eu tenho a autonomia de administrar a cidade conforme meu entendimento. Claro que Cássio tem sido um grande parceiro.

Opositor

“O problema de Napoleão (Maracajá, vereador do PCdoB-CG) é que ele atua politicamente. Ele é professor do Estado. Qual foi o reajuste do Estado para o servidor este ano? Zero. E Napoleão, que é servidor do Estado, defende isso. Mas aqui (na PMCG) ele é contra. Ele usa o mandato dele e a vinculação com o Sintab para se promover politicamente.

Xingamento

“Talvez ele (Ronaldo Filho, vice-prefeito) tenha utilizado uma palavra forte em relação a essa questão da presidente. Mas temos que ter respeito por ela (Dilma), embora a gente esteja vivendo uma crise econômica profunda, que foi por questões éticas e uma série de fatores. Mas não precisa exagerar. Foi um momento em que ele se excedeu (sobre o vice chamar Dilma de “bandida”)”.

 

Campanha sem financiamento privado

Ainda Romero Rodrigues: “Só Deus sabe, inimaginável. Foi (escolhido) um modelo equivocado. As pessoas no Brasil querem resolver um problema e criam outro. Você restringe a questão do financiamento aos doadores individuais. O que acontece? O candidato terá dificuldade de financiar, mas têm os gastos da campanha, que são naturais. Como conciliar isso? Eu tenho a impressão que teremos problema no Brasil inteiro, por conta de uma visão equivocada. Fizeram uma reforma política às pressas, para dar uma satisfação ao País, sem um aprofundamento maior de temas e de detalhes importantes”.

Mudança à vista no secretariado...
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