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Arimatéa Souza

sexta-feira, 21/09/2018

Apelo à ´união já´

Alvo duplo

Ao comentar a evolução da campanha política, Ricardo Coutinho disse que “ninguém é irresponsável para dar uma marcha à ré, e entregar (o governo estadual) a um desconhecido; para quem, efetivamente, abertamente, não dispõe das qualidades mínimas necessárias para governar o Estado, ou então entregar para alguém que diz que vai fazer no quarto mandato o que não conseguiu fazer em três mandatos”, numa menção indireta a Lucélio Cartaxo (PV) e José Maranhão (MDB), respectivamente.

“A época é de seguir em frente e confiar num projeto que tem dado resultados”, acrescentou o governador.

O que será?

Merecem monitoramento os renovados contatos, nos últimos dias, entre o ex-governador e candidato a senador Roberto Paulino (MDB) e integrantes da família Ribeiro (PP).

Palanque

“O Brasil aguenta? 220 mil pontos de comércio fecharam do desmantelo do governo Dilma para o fundo do poço do desgoverno Temer; 13 mil indústrias fecharam – 4 mil em São Paulo! Daí, 13,7 milhões de desempregados e mais de 32 milhões vivendo de bico. Manter esta política econômica é crime”.

Presidenciável Ciro Gomes (PDT).

Sem retrovisor

Em entrevista ontem à ´Arapuan FM´, o ex-superministro do Governo Lula José Dirceu afirmou que “se eu guardasse ressentimentos e mágoas já teria morrido. Eu olho pra frente”.

´Meu erro´

O petista revelou que o seu ”maior pecado” foi “ter saído do governo em 2005”, aceitando o afastamento sugerido pelo ex-presidente Lula.

Nada a reparar

“Eu não tenho que me arrepender de nada com relação ao mensalão”, verbalizou Dirceu, que hoje à noite lança em João Pessoa lança o volume 1 de suas memórias.

Palanque

“O candidato que lidera (Jair Bolsonaro, PSL) nunca administrou um carrinho de sorvete e nunca combateu a corrupção”.

Presidenciável Álvaro Dias (Podemos).

Solicitação

O desembargador Carlos Beltrão Filho, relator no TRE-PB das AIJEs (ações eleitorais) apelidadas de Empreender/PB (eleição para governador de 2014), pediu que o processo seja pautado para julgamento.

Disse…

“Muito triste um país dividido entre um homem preso e um homem esfaqueado”.

Ator Fabio Porchat, no Twitter.

… E leu

“A diferença é que para levar uma facada a gente não escolhe”.

Jair Bolsonaro, também no Twitter

Palanque

“Nosso amor por Campina Grande tem sido demonstrado com obras e ações na cidade nas mais diversas áreas, e não com tapinhas nas costas e sorrisos. É importante que em 2018 a gente não dê margem ao atraso, nem tampouco a incompetência”.

João Azevedo, candidato a governador pelo PSB.

Garimpo

Do alto de sua importância política e partidária (no PSDB), como também de sua inserção no influente mundo acadêmico, o sociólogo divulgou ontem uma “carta” dirigida aos eleitores eleitoras do País.

Um resumo desse documento, é o que segue.

Raro

“Em minha já longa vida recordo-me de poucos momentos tão decisivos para o futuro do Brasil em que as soluções dos grandes desafios dependeram do povo.

Cenário

“A democracia para mim é um valor pétreo. Mas ela não opera no vazio. Em poucas ocasiões vi condições políticas e sociais tão desafiadoras quanto as atuais.

Desalentador

“Mudanças bruscas de escolhas eleitorais são possíveis, para o bem ou para o mal, a depender da ação de cada um de nós.
Nas escolhas que faremos o pano de fundo é sombrio.

Exemplo

“Diante de tão dramática situação, os candidatos à Presidência deveriam se recordar do que prometeu Churchill aos ingleses na guerra: sangue, suor e lágrimas. Poucos têm coragem e condição política para isso. No geral, acenam com promessas que não se realizarão com soluções simplistas, que não resolvem as questões desafiadoras.

Sinceridade

“Ou os homens públicos em geral e os candidatos em particular dizem a verdade e mostram a insensatez das promessas enganadoras ou, ganhe quem ganhar, o pião continuará a girar sem sair do lugar, sobre um terreno que está afundando.

Barco à deriva

“Ante a dramaticidade do quadro atual, ou se busca a coesão política, com coragem para falar o que já se sabe e a sensatez para juntar os mais capazes para evitar que o barco naufrague, ou o remendo eleitoral da escolha de um salvador da Pátria ou de um demagogo, mesmo que bem intencionado, nos levará ao aprofundamento da crise econômica, social e política.

Culpados

“Os partidos têm responsabilidade nessa crise. Nos últimos anos, lançaram-se com voracidade crescente ao butim do Estado, enredando-se na corrupção, não apenas individual, mas institucional.

Precondição

“Ou se restabelece a confiança nos partidos e na política ou nada de duradouro será feito.
É neste quadro preocupante que se vê a radicalização dos sentimentos políticos.

Marco

“A gravidade de uma facada com intenções assassinas haver ferido o candidato que está à frente nas pesquisas eleitorais deveria servir como um grito de alerta: basta de pregar o ódio, tantas vezes estimulado pela própria vítima do atentado.

Polos

“O fato de ser este o candidato à frente das pesquisas e ter ele como principal opositor quem representa um líder preso por acusações de corrupção mostra o ponto a que chegamos.

Ação

“Ainda há tempo para deter a marcha da insensatez. Como nas Diretas-já, não é o partidarismo, nem muito menos o personalismo, que devolverá rumo ao desenvolvimento social e econômico. É preciso revalorizar a virtude da tolerância à política, requisito para que a democracia funcione.

Projeção

“Qualquer dos polos da radicalização atual que seja vencedor terá enormes dificuldades para obter a coesão nacional suficiente e necessária para adoção das medidas que levem à superação da crise.

Inconsistência

“As promessas que têm sido feitas são irrealizáveis. As demandas do povo se transformarão em insatisfação ainda maior, num quadro de violência crescente e expansão do crime organizado.

Convocação à unidade

Ainda FHC: “Sem que os candidatos que não apostam em soluções extremas se reúnam e decidam apoiar quem melhores condições de êxito eleitoral tiver, a crise tenderá certamente a se agravar. Os maiores interessados nesse encontro e nessa convergência devem ser os próprios candidatos que não se aliam às visões radicais que opõem “eles” contra “nós”.
“Somos todos responsáveis para evitar esse descaminho. É hora de juntar forças e escolher bem, antes que os acontecimentos nos levem para uma perigosa radicalização”.

O senador Raimundo Lira ainda vai participar da campanha?...
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