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Arimatéa Souza

quarta-feira, 21/03/2018

Abstinência verbal

O risco da impunidade

Vale resgatar trechos da decisão do juiz Sérgio Moro ao mandar prender o ex-vice-presidente da empreiteira Engevix Gérson de Mello Almada, após condenação em 2ª instância.

O magistrado enfatizou que a eventual alteração no entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre o tema seria “desastrosa”.

A atual posição do STF – segundo ele – “é fundamental, pois acaba com o faz de conta das ações penais que nunca terminam”.

Retrocesso
“Uma eventual alteração seria desastrosa para os avanços havidos recentemente em prol do fim da impunidade da grande corrupção no Brasil, avanços estes, aliás, talvez iniciados de maneira mais incisiva com o julgamento pelo plenário do Supremo Tribunal Federal da Ação Penal 470 (mensalão)”, reforçou Moro.

Em larga escala

O juiz ressaltou que a reforma no entendimento do Supremo “colocaria em liberdade vários criminosos poderosos condenados por corrupção e lavagem de dinheiro”.
No meio…

O deputado federal Benjamin Maranhão está – digamos – hesitante com relação à sua continuidade no Solidariedade, legenda que preside no Estado.

… Do caminho

“O que tem de certo nas especulações é que eu vou votar no senador Maranhão para governador”, declarou ontem o parlamentar.

Coesão…

Benjamin registrou que mantém um bom relacionamento com o presidente nacional da legenda, deputado Paulo Pereira da Silva, o ´Paulinho da Força´, SP).

… Com a bancada

“É uma bancada pequena (15 membros), mas muito unida. Portanto, são coisas que para mudar de partido eu teria que pensar muito”, comentou.

Vai voltar

Bem mais afirmativo foi o seu tio, José Maranhão: “Estamos certos que Benjamin estará retornando ao MDB. Não finalizamos ainda, mas é certo que ele virá”.

Aprendizado

Ainda sobre Zé. Ele verbalizou otimismo com o futuro imediato do partido no Estado, apesar do sentimento inverso nos meios políticos: “O MDB, posso garantir, está mais forte do que nunca. É engano os políticos pensarem que podem usar o povo, o eleitor, a sociedade como massa de manobra, porque o povo da Paraíba aprendeu a votar e vota com competência, com o espírito de fazer justiça aos que merecem justiça”.

Alma gêmea

Na nebulosa estratégia do grupo do prefeito Luciano Cartaxo (PV-JP), coube ao secretário de Articulação Política da PMJP, Zennedy Bezerra (PMN), colocar na praça, oficialmente, a alternativa submetida ao crivo das lideranças oposicionistas: o irmão do prefeito, Lucélio Cartaxo, como candidato a governador.

Encarnação

“Excetuando o nome do Luciano, Lucélio é o nome que melhor personaliza o

Projeto do prefeito e o seu método administrativo de gestão por resultados. O nome de Lucélio representaria bem João Pessoa no campo das oposições”, verbalizou Zennedy.

Encaminhamento

Essa alternativa será formalmente apresentada ao presidente do PSDB/PB, Ruy Carneiro nesta quinta-feira.

Xadrez

A colocação na mesa do nome de Lucélio comporta dois caminhos distintos: permite ao prefeito postergar no tempo a sua posição definitiva acerca da eleição para governador. Mas também, na eventual não acolhida pelo restante da oposição, daria ao prefeito um pretexto para um rompimento definitivo.

Boa notícia

A Caixa Econômica Federal vai anunciar, nos próximos dias, uma nova redução nas taxas de juros praticadas para os financiamentos habitacionais.

O detalhe

A Caixa pretende aplicar este ano, em financiamentos no setor de habitação, R$ 82 bilhões e 100 milhões.

´Namoro´

O vice-prefeito pessoense Manoel Júnior (MDB) avança nas tratativas para se filiar ao PSC, comandado no Estado pelo ex-senador Marcondes Gadelha.

Da boca de…

“… Estamos nos mantendo com o mesmo nome, que é João Azevedo, e eles (oposição) estão ai procurando um nome e de joelhos pedindo pelo ‘Volta Luciano’…” (deputado Hervázio Bezerra, PSB, líder do governo na Assembleia Legislativa).

Fora do ninho

De forma inesperada, o prefeito de Patos, Dinaldo Filho (PSDB), manifestou ontem a sua preferência pelo nome de Luciano Cartaxo para disputar o governo estadual pelas oposições.

Parlamento

Para a disputa proporcional, Dinaldinho apoiará Gustavo Wanderley (seu irmão) para deputado estadual e (provavelmente) Pedro Cunha Lima (PSDB) para federal, segundo informou ontem à ´Campina FM´.

Pacificado

O vereador Marinaldo Cardoso (PRB) disse ontem que o partido “está tranquilo” em Campina Grande, apesar da troca de comando e de posicionamento em nível estadual, com a recente chegada do deputado federal Hugo Motta à presidência.

Preservadas

“Os filiados assimilaram muito bem”, frisou Marinaldo, para informar que foi previamente acertado “não mexer” nas direções municipais em Campina e João Pessoa, garantia pactuada com a direção nacional.

Liberados

“Definimos com o ex-ministro (Marcos Pereira, do Comércio Exterior, filiado ao PRB) e com membros da executiva nacional”, esclareceu o vereador, grifando que os filiados em Campina “vão ficar livres para apoiar o prefeito Romero Rodrigues”.

Aproximação

Marinaldo adiantou que “alguns companheiros do PRB (em Campina) vão apoiar a reeleição de Hugo Motta”.

Boca fechada

Romero Rodrigues anunciou ontem que passará alguns dias em silêncio no que diz respeito à sucessão estadual.

“Por uma questão de foro íntimo, que não vou revelar, eu não vou mais abordar esse tema e vou aguardar uma decisão”, assinalou, na ´Correio FM´.

E completou, ampliando o mistério: “Prefiro aguardar um pouco como se manifestam as coisas; qual o comportamento, qual o norte vamos ter com relação às eleições, para depois eu me posicionar”.

Pode rolar uma aliança PSDB/MDB já no 1º turno aqui na Paraíba?...

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