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Arimatéa Souza

terça-feira, 17/04/2018

A semeadura da vice

Pisando no acelerador

O pré-candidato do PSB a governador, João Azevedo, afirmou ontem que a meta de seu grupo político “é chegarmos até o final de maio com 20 partidos nessa grande aliança”.

Aberto ao diálogo

Ao ser confrontado com a hipótese de estabelecer uma conversação com o PSD, João respondeu que “possibilidade de sentar à mesa sempre há, com qualquer partido. Isso não significa que vai surgir alguma consequência”.

Agenda

Está marcado para a sessão ordinária de quinta-feira do TSE o julgamento de um recurso do PSDB contra o governador Ricardo Coutinho e sua vice-governador Lígia Feliciano (PDT).

Com Zé

A mudança de partido do deputado estadual Bruno Cunha Lima – trocando o PSDB pelo Solidariedade – deverá implicar no seu apoio, já no 1º turno, à candidatura a governador do senador José Maranhão (MDB).

Da boca de…

“… Voto de golpista, é golpista é arrependido…” (Jackson Macedo, presidente do PT/PB, ao descartar apoio ao deputado Veneziano e ao Democratas, mesmo com ambos integrando a base política do PSB no Estado).

Sem fulanizar

Sobre essa crise interna no bloco governista, o presidente do PSB/PB, Edvaldo Rosas, apelou ontem no sentido de “não personalizar o debate num momento tão importante. O debate é muito maior”.

Retaguarda

Em Resolução aprovada no final de semana pela direção estadual do PT, foram elencados três nomes para concorrer ao Senado na coligação a ser puxada pelo PSB, na hipótese de o deputado Luiz Couto não aceitar essa postulação: Giucélia Figueiredo, vereador Marcos Henrique (JP) e o ex-deputado Rodrigo Soares.

Flertando

O deputado federal Wellington Roberto, presidente do PR/PB, começa a transitar pelo ´arco´ político paraibano: nos últimos dias já esteve com membros da oposição, com João Azevedo (PSB), e no final de semana com José Maranhão.

Funil

Ao avaliar ontem a nota da direção estadual do PSDB anunciando o apoio ao nome de Lucélio Cartaxo (PV) para concorrer ao governo estadual, o senador Raimundo Lira (PSD) considerou “uma decisão importante. As coisas começaram a se afunilar. Elogio a posição do PSDB”.

Viável

Para Lira, Lucélio “é um nome forte”, citando a expressiva votação que obteve em 2014 como candidato ao Senado.

Posicionamento

O senador disse à ´Campina FM´ que “nós, do PSD, vamos nos pronunciar em breve” acerca da sucessão estadual.

“Não posso antecipar o apoio (a Lucélio). Mas tempo uma simpatia muito grande pelo nome dele”, acrescentou.

Resgate

No começo deste mês, APARTE publicou que “o coração deve ir às urnas”, e que “ninguém estranhe se (assim como na oposição) o que genericamente poderíamos chamar de “governo” venha a ter duas candidaturas a governador na Paraíba, ou seja João Azevedo e Ligia Feliciano.

 

Microfone

Pois bem, depois de um silêncio ´decantador´ desde que Ricardo Coutinho decidiu ficar no governo, a vice-governadora falou ontem.

E o fez através da Rádio Correio, tendo a companhia do esposo (deputado Damião Feliciano) e dos filhos.

Garimpo

Seguem alguns trechos das declarações de Lígia.

O comedimento das palavras abrigou nas entrelinhas uma pré-candidatura em gestação.

Impessoal

“O governo da Paraíba é uma ideia, que em muitos pontos avançou. E é em favor disso que eu me posiciono.

Embrião

“Muito me orgulhou quando o presidente nacional do PDT (Carlos Lupi) veio lançar o meu nome (…) Há tempo para tudo: para plantar e para colher. E agora eu estou plantando, ouvindo as pessoas. Vou primeiro escutar a população e continuar focada no meu trabalho.

Avanço

“A Paraíba precisa continuar avançando nessa ideia (de gestão). E onde eu estiver estarei defendendo essa ideias (…) Eu não sou da política. O povo nesse momento não está interessado em saber como é (ou quem é candidato).

Sequência

“Eu defendo a continuidade desse projeto. Não estou querendo citar nome de quem, estou citando o que eu defendo e o que faz bem à Paraíba (…) São ideias aprovadas pela população, e não tem mais como retroceder.

Aviso prévio

“Ele (Ricardo) me comunicou lá atrás, no ano passado, que iria ficar no governo. E eu disse que concordo (…) Não houve nenhuma conversa (nos últimos dias) para uma renúncia coletiva.

Farpas

(críticas de secretários de Estado à sua postura) “Fantasia, delírio e invenção.

Temporalidade

“Os governos passam, têm tempo de validade. Mas as políticas que deram certo têm que continuar. E onde estiver estarei defendendo essas ideias.

Irônica

“Até parece que o povo não anda quando os coronéis ficam discutindo política.

Voz das ruas

“Esse meu jeito manso de ser, também tem que ter muita coragem. Mas aprendi também a agir com o coração. Não é obrigado se ficar nesse jogo de política, (o candidato) tem que ser ´A´, ´B´ ou ´C´. Tem que ser o que o povo quer.

Nunca antes

“Ninguém tem domínio de ideias ou políticas. Políticas são públicas e pertencem ao povo da Paraíba (…) Nunca existiu uma vice-governadora, tão presente, tão parceira e tão leal como eu (…) Não existe um só gesto meu de deslealdade”.

Tempo ao tempo

Ainda Lígia Feliciano: “Eu defendo a continuidade dessas políticas, porque eu faço parte delas (…) Eu tenho vontade, sim, de ser governadora (…) Vou decidir lá na frente”.

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