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Arimatéa Souza

terça-feira, 06/02/2018

A reforma entrou no ´ralo´

Protocolo aliviado

O jornal ´Estadão´ noticiou ontem que a reforma trabalhista fez despencar o número de processos ajuizados em varas trabalhistas assim que as mais de 100 alterações promovidas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) começaram a valer (novembro último).

Comparativo

De um total mensal que costumava passar com facilidade da casa de 200 mil, as ações recebidas em 1a instância por tribunais trabalhistas de todo o País caíram para 84,2 mil em dezembro, primeiro mês completo da nova legislação.

Adiamento

A abertura do ano legislativo em Campina Grande foi adiada desta terça-feira para a próxima quinta-feira, em função da viagem do prefeito Romero Rodrigues (PSDB) a Brasília, e devido à conclusão de modificações que estão sendo introduzidas no plenário da `Casa de Félix Araújo´.

Evolução

Entre essas inovações estão o fim do livro de presença dos vereadores – a comprovação da presença será com as impressões digitais – e o painel eletrônico de votações.

O detalhe

Ao longo do ano, conforme a vereadora-presidente Ivonete Ludgério (PSD), será abolida a apresentação de requerimentos utilizando papel.

Tudo será ´on line´.

Sobre rodas

No deslocamento entre o Aeroporto João Suassuna e o prédio da FIEP, em Campina, ontem, o deputado Rômulo Gouveia (PSD) aproveitou a presença de vários membros da bancada paraibana em Brasília, ao lado de Maurício Quintella (Transportes), para pedir que os aeroportos de Campina e de João Pessoa sejam excluídos do processo de privatização em curso e permaneçam sob o controle da Embraer.

Em tempo

Por questões de espaço, fico devendo na edição de hoje a parte relacionada à solenidade ocorrida no auditório da FIEP para o início da duplicação da BR 230, a partir de Campina Grande.

Prosseguimento

Presente à solenidade, o senador Raimundo Lira (MDB) – saudado por várias autoridades como o grande responsável pela alavancagem da duplicação – afirmou que “os recursos para dar continuidade às obras em 2019 serão absolutamente garantidos”, devido à sua condição de líder do MDB no Senado (maior bancada), a quem compete designar o relator da Comissão de Orçamento.

Aptidão

Na parte política da entrevista que concedeu, Lira disse que “me sinto totalmente tranquilo e à vontade para pleitear a reeleição”.

Perfil

E justificou: “As pesquisas estão mostrando que a população está querendo votar em candidatos que trabalham muito; que têm a ficha limpa; e que não são objeto de denúncias de corrupção, que não têm problemas em tribunais”.

Credenciada

O senador reiterou que “o meu objetivo é unir as oposições”, acrescentando que “a oposição está forte, robusta e competitiva na Paraíba, e tem todas as condições de – unidas – ganhar as eleições deste ano”.

Absorvível

Mas Raimundo Lira ressalvou que o eventual lançamento de duas candidaturas pela oposição, no 1º turno, “não atrapalharia nada, porque temos que respeitar os interesses de cada partido. Vamos tentar fazer a união. Se não fizermos, duas candidaturas até poderá ser melhor, do ponto de vista eleitoral”.

Ilógico

O senador rechaçou enfaticamente os boatos de que estaria cogitando trocar de partido: “Não tem sentido. Eu sou líder do MDB no Senado, uma das posições mais importantes no Congresso Nacional”.

Confetes

Colega de Lira no Senado e presidente do MDB no Estado, José Maranhão novamente adubou o estreitamento que tem entabulado nas relações políticas com Romero Rodrigues: “É um contato muito bom, e eu pretendo cultivá-lo sempre, porque entendo que Romero é um prefeito competente, responsável e centrado; e que vem desempenhando muito bem a sua missão de administrar o segundo maior município da Paraíba”.

Prematuro

De todo modo, Zé não confirmou o avanço das negociações para que aliados de Romero assumam o comando do partido na cidade: “Nós não tratamos desse assunto ainda. Em politica você não pode fazer parto fora da época necessária”.

Tudo muito solto

JM minimizou as reações negativas acerca da possibilidade de duas candidaturas a governador no âmbito das oposições: “Não acho nada demais nisso, até porque estamos falando de pré-candidaturas. Até agora as legendas de oposição não se reuniram para estabelecer um acordo de oposição”.

Aberto ao…

Ao ser instado a falar sobre o seu distanciamento do prefeito Luciano Cartaxo (PSD-JP), o senador respondeu que “não há nada que me impeça de conversar com Luciano. Por que não? Não somos inimigos. Se ele propuser uma conversa, a gente conversa”.

… Diálogo

“A conversa é da essência da democracia, como também das alianças. Há até uma frase interessante sobre isso: na política, como no amor, não raro se processa a união dos contrários. Quem é que pode evitar isso?”

Deferência

Ao conversar com jornalistas na sua chegada ao prédio da FIEP, o ministro Maurício Quintella registrou que “a Paraíba tem um tratamento muito especial com relação à manutenção da malha rodoviária federal”.

“Vamos ter um ano de muitos investimentos nas rodovias federais que cortam a Paraíba”, acrescentou.

Escolha

Sobre a pauta política, o ministro salientou que o Brasil “vai ter que tomar uma decisão: se vai fazer a reforma da Previdência antes de ela quebrar, e ainda podendo pagar as pensões e aposentadorias. Agora, nós podemos fazer uma reforma sem traumas”.

Injusto

“A reforma, antes de ser uma necessidade, é uma questão de justiça. Nosso sistema é absolutamente injusto. É um sistema antigo, onde os mais pobres acabam pagando as aposentadorias dos que são mais privilegiados. Quem conhece o assunto e os números não pode negar isso. É uma irresponsabilidade não fazer essa reforma. E mesmo se cobrando os devedores (do INSS) é preciso fazer a reforma”, discorreu o titular da Pasta dos Transportes.

Lá pra frente

Romero Rodrigues tornou a declarar que “o prazo de informar à população” sobre a sua saída ou não do cargo para concorrer ao governo estadual “é o mês de abril, até porque se anunciar antes ninguém acredita. Com tanto tempo faltando ainda, não é possível”.

Mediação

O prefeito campinense sublinhou que “vou trabalhar para harmonizar os entendimentos entre Maranhão e Luciano Cartaxo. Se a gente radicalizar, ninguém vai a lugar nenhum”.

Sem sobrenome

Ele pontificou que “não está em nossos planos” uma eventual candidatura de sua esposa Michelini nas eleições deste ano.

´A fila andando´

Enquanto isso, em João Pessoa, Cartaxo comentou ontem que “a oposição saiu prejudicada, perdeu um time (tempo) importante em relação à apresentação de um nome. Uma composição que pudesse representar vários partidos e representar geograficamente o Estado”.

Jaz

Nota publicada na edição de ontem do jornal Folha de São Paulo sobre a reforma previdenciária: em almoço na semana passada, em Brasília, a nova Previdência foi dada como morta.

Rodrigo Maia (presidente da Câmara Federal) e os líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Congresso, André Moura (PSC-SE), participaram do encontro.

Ontem, em reunião com vários governadores, Maia afirmou: “O prazo (para votação) é fevereiro, e ponto final”.

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