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Arimatéa Souza

terça-feira, 09/08/2016

A política degenerada

A ´guerra´ das subcoligações

Até poucos minutos antes do fim do prazo para o registro das atas das convenções partidárias – 19h de ontem -, já estavam praticamente definidas as subcoligações que vão disputar as 23 cadeiras da Câmara de Vereadores campinense na próxima legislatura.

Destaque para o PRTB, que ´passeou´ nos últimos dias por todas as principais coligações – leia-se ex-vereador ´Alcides da Weider´.

Entrevero

Aliás, foi feio (bota feio nisso!) – justamente devido a essa ´mobilidade´ – o desentendimento entre o citado ex-vereador e o empresário Renato Cunha Lima (PSL).

Socialista

Confira como ficaram as coligações, começando pela que tem como candidato a prefeito Adriano Galdino (PSB).

– PSB e PR

– PTdoB e PSL

– PT, PDT, PCdoB, PRP e SD

Peemedebista

Chapa puxada por Veneziano.

– PMDB, PROS, Democratas e PRTB

– PTN

´Tucana´

Coligações lideradas por Romero Rodrigues

– PSDB, PSD, PP e PHS

– PSDC

– PPL e PTC

– PTB e PSC

– PMB, PRB e PMN

Encolhida

Houve uma redução substancial no número de candidatos a vereador este ano em Campina, em comparação com o pleito de 2012.

Corte

Na eleição municipal anterior, cerca de 400 postulantes se habilitaram perante a justiça eleitoral.

Dessa vez, cerca de 270.

´Sem cabeça´

Uma particularidade: a ´chapa camarão´.

O partido Solidariedade – puxado pelo vereador Saulo Noronha –, que integrava a base de Romero Rodrigues, entrou na coligação proporcional do bloco socialista (PSB).

Na tela

O professor e advogado eleitoralista Rodrigo Rabelo é o entrevistado de hoje no programa ´Ideia Livre Política & Economia´, que começa às 22 horas na TV Itararé – canal 18.1 (digital) e 19 (analógico) – e pelo endereço eletrônico www.tvitarare.com.br

 

Da boca de…

“… Alguém colocaria um assaltante no banco para administrar sua conta corrente? Então não podemos permitir que candidatos com uma série de processos administrativos sejam os gestores do dinheiro da saúde, da educação…” (ex-deputado Sargento Dennis, presidente do PV/PB).

Grau

Na convenção ´tucana´, o vice-prefeito campinense Ronaldo Cunha Lima Filho explicou a sua opção de não concorrer à reeleição, acentuando que os “anseios pessoais são menores que os interesses de Campina Grande”.

Sem cooptar

O prefeitável Artur Bolinha (PPS) afirmou na convenção partidária que “temos o melhor projeto para esta cidade. Não vamos fazer uma campanha interessados em comprar apoios, dando as costas aos principais problemas da cidade”.

´Raio X´

“Nós diagnosticamos os problemas, verificamos o caos na saúde; vimos os verdadeiros anseios da população e construímos um plano para atender a demanda da cidade”, acrescentou.

Negociatas

Ainda de acordo com Bolinha, “alguns políticos transformaram a campanha em negócio, para financiar as campanhas próprias e dos familiares com recursos que eram para ser empregados no desenvolvimento da cidade. Já tivemos campanha que contabilizaram oito candidatos da mesma família, todos financiados com recursos públicos”.

Sem recuo

“Não me calo, não me curvo, não calarei jamais. Campina merece respeito. Somos a capital do trabalho. Temos o trabalho, o orgulho e a altivez; somos uma cidade firme e pujante”, acrescentou o prefeitável.

´Carro-chefe´

APARTE quis saber de alguns pré-candidatos nas eleições deste ano qual é o pedido mais constante oriundo de eleitores.

Resposta majoritária: um tablet.

Da boca de…

“… Vou enfrentar duas estruturas de governo…” (prefeitável Veneziano – PMDB-CG).

Chamamento

Os dirigentes dos meios de comunicação de Campina Grande estão sendo convidados para uma reunião na tarde de hoje (15h) no Fórum Eleitoral, para tratar de alguns procedimentos relativos ao chamado microperíodo eleitoral que está começando.

Degeneração

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que acabar com a corrupção “é uma utopia inalcançável”, mas considera inadiável debelar malfeitos “como uma forma natural de fazer política e negócios no país”.

Em entrevista ao ´Estadão´, Janot comentou que a Operação Lava Jato revelou “um modo degenerado de fazer política e a simbiose deletéria que se estabeleceu entre certos setores do empresariado e agentes públicos para ganhos espúrios e para perpetuação no poder”.

“Desejamos acabar com a corrupção endêmica”, arrematou.

A delação da Odebrecht tira o sono de políticos de todos os estados...

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