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Arimatéa Souza

sábado, 30/07/2016

A ´muralha´ do marqueteiro

Pagou pra ver

O vereador Vaninho Aragão, presidente da comissão municipal provisória do Democratas em Campina Grande, ´pegou na palavra´ o presidente estadual do partido, deputado Efraim Morais, que propagou nos últimos tempos a autonomia da direção municipal para definir a coligação para a sucessão local.

O parlamentar demista ´bateu o martelo´, ontem, da coligação proporcional com legendas da base do prefeito Romero Rodrigues (PSDB).

A saber: PRB, PMB e PMN.

Estrela

A direção do PT em Campina marcou para a tarde do dia 5 de agosto, no Centro de Ciência e Tecnologia (antigo Museu Vivo), no Largo do Açude Novo, a sua convenção.

Estertores

Coloquemos uma lente no que disse esta semana o deputado estadual Anísio Maia (PT): “As eleições de 2016 podem ser a última chance para o PT se renovar”.

Pragmáticos

Ainda Anísio: “Se metade dos diretórios municipais (do PT) fosse fechada hoje nós nem sentiremos falta, nem mesmo eleitoralmente (…) A política hegemônica dentro do PT não sabe fazer outra coisa que não seja conciliação”.

Na tela

Ao participar esta semana do programa ´Ideia Livre Política & Economia´, na TV Itararé, o presidente da FIEP, Francisco Buega Gadelha, realçou que o projeto Multilagos “é fundamental” para Campina Grande.

Multiuso

“Além de dar uma beleza plástica, vai servir para a hortifruticultura, piscicultura; para os esportes e servirá também como refrigério. É um projeto muito interessante”, emendou.

Vitrine

Buega enfatizou que uma das preocupações do futuro prefeito campinense deve ser “divulgar mais a cidade”, particularmente o seu setor comercial.

“O comércio deve ser intensamente divulgado, principalmente no Sertão”, grifou.

Patinando

O dirigente da FIEP comentou que o Complexo Aluízio Campos “não decolou ainda, por conta da burocracia e de alguns impeditivos jurídicos. O setor público tem esse problema: tem pouca mobilidade, é paquidérmico”.

Figurino

Salvo surpresa de última hora, o deputado Manoel Júnior deverá ser o nome indicado pelo PMDB pessoense para o cargo de vice-prefeito na chapa à reeleição do prefeito Luciano Cartaxo (PSD).

Bota…

A Petrobras, a maior estatal brasileira, prepara um novo programa de demissão voluntária. É o segundo deste ano.

… Fora

A empresa, que no final do Governo Dilma I tinha 440 mil funcionários, conta atualmente com 276 mil.

Da boca de…

“… Eu prefiro não pensar no plano B. Eu estou pensando apenas no Plano P de PP, para que possamos vingar com essa coligação…” (senador Cássio, ontem, sobre a vaga de vice-prefeito na chapa à reeleição de Romero Rodrigues).

Garimpo

Vale a pena resgatar trechos do depoimento do ex-marqueteiro de Dilma Rousseff e de Lula, João Santana, que se encontra preso há algumas semanas, no rastro da Operação Lava Jato.

Desabando

“Nos últimos meses, eu vi destruídos, um trabalho e uma imagem pessoal que construí, com muito esforço, ao longo de mais de 20 anos. Eu entendo porque isso aconteceu.

Causas

“Primeiro porque escolhi uma profissão fascinante, mas cheia de riscos e incompreensões. Segundo porque me transformei em um profissional de destaque nacional e internacional. Terceiro porque meu trabalho esteve ligado, nos últimos anos, a um grupo político que está hoje sob severo questionamento.

Revolta

“O que eu não entendo e não me conformo é com o fato de eu e minha mulher (Mônica) estarmos sendo acusados, injustamente, de corrupção, formação de organização criminosa e de lavagem de dinheiro. De estarmos sendo tratados como criminosos perigosos. E de estarmos servindo, involuntariamente, aos interesses dos que sempre tentaram ligar o marketing político a atividades obscuras e antiéticas.

Origem

“O marketing eleitoral não cria corrupção, não corrompe, e não cobra propina. Não somos a causa de práticas eleitorais irregulares. Elas são consequência de um sistema eleitoral adulterado e distorcido em sua origem. Isto é assim aqui e na maioria esmagadora dos países. E atinge todos os partidos, sem exceção.

Fonte

“Com generosidade, e com conhecimento de causa, eu digo que 98% das campanhas no Brasil utilizam caixa 2. Que isso envolve das pequenas às grandes campanhas. Que centenas de milhares de pessoas – quase certo que milhões – de todas as classes sociais e de dezenas de profissões são remuneradas com dinheiro de caixa 2.

Polo

“Mais que isso: o caixa 2 é um dos principais – senão o principal – centros de gravidade da política brasileira”.

Fila sem fim

Ainda João Santana: “Se todos que já foram remunerados com caixa 2 no Brasil fossem tratados com o mesmo rigor que eu, era para estar aqui, atrás de mim, uma fila de pessoas que chegaria a Brasília (ele está preso em Curitiba-PR)”.

– Uma muralha humana capaz de concorrer com a muralha da China. Capaz de ser fotografada por qualquer satélite que orbita em torno da terra – arrematou o publicitário.

 

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